segunda-feira, 6 de junho de 2016

JARBAS PASSARINHO DEIXA UM LEGADO DE DECÊNCIA COM A CAUSA PÚBLICA



 Passarinho liberou o dinheiro para a recuperação da Casa dos Estudantes da Universidade do Amazonas


Jarbas Passarinho deixa um legado de decência com a causa pública e nunca se envolveu em escândalos porque não havia corrupção nos governos militares, diferente do Partido dos Trabalhadores (PT) que aparelhou todos os setores da administração pública para assaltar o erário.
O vereador Mário Frota (PHS) usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para falar sobre o ex-ministro, ex-senador e ex-governador do Pará Jarbas Passarinho que faleceu na manhã ontem (5) aos 96 anos, em Brasília, em decorrência de problemas de saúde devido à idade avançada, de acordo com a nota divulgada pelo governo do Pará.
Nascido em Xapuri, no Acre, em 1920, Jarbas Passarinho era oficial aposentado do Exército e iniciou sua trajetória política no Pará. Foi governador do Estado do Pará, entre 15 de junho de 1964 até 31 de janeiro de 1966; presidente do Senado Federal; senador duas vezes pelo Pará; ministro do Trabalho; ministro da Educação; ministro da Previdência Social; e ministro da Justiça no governo de Fernando Collor de Melo.
Como presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), da Universidade do Amazonas (UA), Mário Frota lembra que foi convidado pelo reitor da época para receber o então ministro da Educação, Jarbas Passarinho, que veio ao Amazonas para uma reunião de trabalho. “Ao desembarcar no Aeroporto Militar de Ponta Pelada, Passarinho veio ao nosso encontro e já sabia o até o meu nome. Depois das conversas de praxe, o ministro me chamou e perguntou sobre o que eu queria do seu ministério. Imediatamente lhe disse que estávamos precisando de dinheiro para recuperar a Casa dos Estudantes. Ele prometeu e cumpriu sua promessa e assim conseguimos dar novas acomodações aos nossos colegas estudantes, oriundos de outros municípios”.  
De acordo com Mário Frota, Jarbas Passarinho deixa um legado de decência com a causa pública, nunca se envolveu em escândalos porque não havia corrupção nos governos militares, diferente do Partido dos Trabalhadores (PT) que aparelhou todos os setores da administração pública para assaltar o erário. “Todos os ex-presidentes da época da ditadura morreram vivendo com o dinheiro da aposentadoria. Mário Andreazza, que foi ministro dos Transportes, nos governos Costa e Silva e Médici, responsável por obras como a Ponte Rio-Niterói e a Transamazônica, morreu pobre e seus amigos fizeram cota para pagar o seu funeral”, lembra Mário.



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