quinta-feira, 8 de setembro de 2016

S.O.S Rodoviária de Manaus!

A Rodoviária de Manaus está completamente abandonada. Inaugurada em 1980, o prédio – que oficialmente se chama Terminal Rodoviário de Manaus Engenheiro Huascar Angelin – nunca passou por uma reforma de fato, apenas algumas pinturas de parede e outras medias insignificantes para iludir a população.

Naquela época, Manaus tinha pouco mais de 500 mil habitantes e só existiam duas rotas de ônibus: para Itacoatiara e Rio Preto da Eva.

Hoje a cidade tem mais de 2 milhões de moradores e o terminal, além de ligar Manaus diretamente com mais de 20 cidades amazonenses e de outros estados, também se tornou internacional, como ponto de embarque e desembarque para países como Venezuela e Guiana.

Há muitos anos defendo junto ao Governo do Estado do Amazonas – que é o responsável pela administração do terminal – que a rodoviária seja transferida para outro bairro de Manaus.


Sabia porque defendo a mudança da rodoviária: 
1 – TRÂNSITO: Menos engarrafamentos: centenas de ônibus deixariam de circular no local;
2 – CONFORTO: Passageiras e a população em geral seriam atendidas com higiene e infraestrutura;
3 – ECONOMIA: O novo espaço atrairia novos estabelecimentos comerciais, gerando mais empregos e renda;
4 – TURISMO: Os turistas seriam melhor recebidos em Manaus, fomentando o setor na cidade;
5 – LAZER E MEIO AMBIENTE: No local da atual rodoviária, seria construída uma praça para atender os moradores da região;


Manaus já sediou dois dos mais importantes eventos esportivos do planeta – a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016 – e nada foi feito.

 
Todos os meses, mais de 20 mil pessoas passam pelo terminal rodoviário de Manaus. Esse número poderia ser muito maior. Falta vontade política.
 

Não vamos desistir desta luta! Como parlamentar de Manaus, continuarei continuar pressionando o Governo do Amazonas para resolver esta questão!
 

Conto com seu apoio!
Saiba mais sobre nosso projeto! https://www.facebook.com/MarioFrota2?hc_ref=NEWSFEED&fref=nf

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A independência e o voto



O Brasil completa hoje 194 anos de independência de Portugal. Muito mais do que uma data comemorativa e um feriado para descansar, este é um momento de reflexão.

Precisamos saber o que queremos para nosso futuro, dos nossos filhos e netos. É hora de definir o destino que queremos para nosso País e o grau de autonomia que desejamos para nossas próprias vidas.

E é na menor unidade da federação – os municípios – que damos os primeiros passos para a nossa independência como indivíduos. São nas cidades que vivemos, trabalhamos, criamos laços de amizade e desenvolvemos, dia a dia, os conceitos de cidadania.    

O momento político da nossa jovem República é bastante conturbado. São denúncias e mais denúncias envoltas em outros escândalos intermináveis que atingem os mais variados graus e escalas dos poderes constituídos.

A luz no fim do túnel parece cada vez mais distante e a desesperança e os conflitos, assim como em 1822, parecem ser perpétuos.    

Mas é na reflexão que recordamos que faltam menos de 25 dias para as eleições municipais: o momento em que cada cidadão, de cada cidade brasileira, vai definir com sua consciência, o que quer para os próximos quatro anos.

E novamente apresento meu nome e minha história de vida para apreciação da sociedade. Meu currículo mostra que procurei ao longo de mais de 40 anos de vida pública trabalhar independente dos grandes grupos políticos e que a luta contra a corrupção é uma das minhas razões para continuar na política.

Não sou o tipo de político que faz projetos para dar nomes a ruas ou que propõe entregas de medalhas e títulos. Busco, com meu mandato, dignificar a procuração que os eleitores me deram para dar-lhes a independência e a segurança que tanto anseiam.

Novamente agradeço a oportunidade de representa-lo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

EM NOME DA DECÊNCIA NÃO PERMITAM QUE POLÍTICOS INESCRUPULOSOS ESTUPREM A CONSTITUIÇÃO DO PAÍS




Dilma Rousseff e Ricardo Lewandowski, afronta a Lei Maior.


Por: Vereador Mário Frota*
Nesse episódio esdrúxulo, mais do que isso imoral, que culminou com o fatiamento da decisão em benefício da ex-presidente Dilma, cabe, sim, ao STF se pronunciar e fazer valer o que enuncia a regra já estabelecida pela nossa Carta Magna.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmam que os recursos que serão impetrados àquele tribunal, não podem prosperar, incluindo aí o que fatiou a decisão, permitindo que Dilma não perca o direito de exercer cargo público por oito anos, diferente do que ocorreu no passado com Fernando Collor de Melo. Segundo o que li esses juízes defendem que a questão, incluindo aí a do tal fatiamento, deve ser deixado para que o Congresso resolva de forma pacífica. Maior disparate, frente à ofensa sofrida pela Constituição, não tenho recordação na história deste País, a não ser nos anos em que a ditadura militar sufocou pela força das armas o Congresso Nacional e tratou o STF e os demais tribunais da República com o mais soberano desprezo, tratando-os como lixo.
Confesso que, depois dessa, fiquei ainda mais descrente deste País. Por que o STF quer lavar as mãos de um fato que, na condição de guardião da Constituição, lhe diz respeito com todas as letras do alfabeto? Nesse episódio esdrúxulo, mais do que isso imoral, que culminou com o fatiamento da decisão em benefício da ex-presidente Dilma, cabe, sim, ao STF se pronunciar e fazer valer o que enuncia a regra já estabelecida pela nossa Carta Magna.
Fosse a responsabilidade envolvendo esse dramático caso tão somente dos senadores, no caso sob o controle de uma manobra arquitetada por Renan Calheiros, não seria tão grave não estivesse o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, na oportunidade, presidido a reunião do impeachment. O que se depreende é que o fato não teria sido possível sem a aquiescência de Lewandowski. Teria agido ele como cúmplice de uma manobra acintosa à Constituição pátria? Ocorreu uma conspiração para salvar Dilma da punição em questão? A ideia saiu de última hora da cabeça do Renan, ou foi fruto de maquinação envolvendo um grupo de senadores com o aval do presidente do STF?
É preciso que, em nome da decência e da honra, os ministros da nossa Suprema Corte não permitam que políticos inescrupulosos rasquem, aliás, pior do que isso, estuprem a Constituição do País como o fizeram. Esse tipo de afronta à Lei Maior da nação brasileira não pode ficar impune.

*Advogado;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.

Pelo 5 de setembro!

   Hoje celebramos 166 anos que o Amazonas, na época Capitania de São José do Rio Negro, foi elevado à categoria de Província, pelo decreto imperial 582, e tornou-se administrativamente independente do Grão-Pará.
   Não foi uma conquista fácil. Foi preciso superar muitas trapaças, além de luta, determinação e pressão dos moradores dá época, entre os quais se destacam o frei José dos Santos Inocentes e João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha, para convencer D. Pedro II a nos conceder autonomia.
   Naquele distante 5 de setembro de 1850, Manaus – que nem era a capital – tinha menos de 6 mil habitantes e se resumia a uma aldeia rural imprensada entre o igarapé de São Raimundo e o Largo dos Remédios.
   Hoje é 5 de setembro de 2016 e se passaram 61 mil dias desde então.
   Nossa cidade é a capital deste grande Estado do Amazonas, e também a maior e principal metrópole do Norte do Brasil, com mais de 2 milhões de habitantes, um dos principais polos tecnológicos do País e outras inúmeras conquistas.
   Mas assim como em 1850, também temos muitas coisas que precisam de solução imediata. As eleições estão aí e é hora do todo amazonense – e de cada pessoa que mora em Manaus – mostrar sua vontade e sua opinião sobre os rumos de nossa cidade.
   Pesquise e conheça quem são os candidatos que vão traçar o futuro de Manaus e do Amazonas.
   Coloco minha vida pública aqui à sua disposição. São mais de 40 anos em que luto e defendo os interesses de nossa gente e em meu currículo carrego a bandeira da constante luta contra a corrupção e contra os interesses dos mais poderosos.
   Nos últimos anos, como vereador de Manaus, propus e aprovei as leis mais importantes da cidade que acabaram diretamente com benefícios e regalias daqueles que nunca precisaram disso.
   Sou um político “ficha-limpa”. Contra mim não pesa nenhuma acusação, investigação ou condenação criminal/administrativa.
   Fui, sou e sempre serei independente de legendas partidárias e dos grandes grupos políticos.
   Em 5 de setembro de 1850 o Amazonas tomou as rédeas de seu destino pensando no bem maior. Faça o mesmo com o seu futuro, de seus filhos, netos, amigos e conhecidos.
   Procure saber quem é o melhor para nos tornamos finalmente livres da corrupção e de todos os males que afligem nossa sociedade.
   Meu nome é Mário Frota, número 31.678 e conto com seu apoio nesta caminhada.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Trinta dias para sua mais importante decisão


Passamos ainda hoje dias de turbulência política e corrupção. São dias difíceis. E um descrédito total na classe política e no próprio ser humano.

Mas estamos a 30 dias de uma decisão em que tudo pode melhorar. Ou piorar. Dia 2 de outubro será o dia das eleições municipais. O dia em que os cidadãos de Manaus irão eleger o Prefeito e mais 41 vereadores por quatro anos – de 2017 a 2020. Eles serão os representantes dos eleitores de Manaus nesse período.

Eles vão representar você. Então, pense. Reflita de verdade.

Agora, expresso-me diretamente à você, que lê este texto: é o seu futuro. É a sua vida e é você quem tem o poder de decidir quais serão seus representantes.

Avalie propostas, mas faça também uma avaliação do passado do candidato, porque quem promete o que será ou o que vai fazer, mas não mostra isso ao longo da vida e na sua trajetória política e, mesmo de trabalho, tenha certeza absoluta que não fará.

Diante disso, coloco-me à disposição de sua avaliação. Tenho uma história grande de luta a favor dos interesses dos cidadãos de Manaus, embates históricos com caciques que queriam prejudicar a cidade e seu povo.

Como se não bastasse, como legislador, propus e aprovei leis importantes para a vida de Manaus. São propostas macros, ou seja, sem interesses pequenos de mudança de rua ou coisa parecida. Legislei em favor da honra, contra a corrupção aprovando o “Ficha Limpa” em Manaus e acabando com o “Auxílio-Paletó” – que era uma espécie de 14º salário aos vereadores.

E aí, você pode me perguntar: Vereador, acabaste com um privilégio para o senhor mesmo? E eu respondo: Sim. Porque não legislo para meus interesses, mas para melhorar Manaus e a vida dos seus cidadãos como um todo.

Nunca comprei votos. Portanto, tenho história limpa, tenho honra de verdade e bons projetos. E é, por isso, que conto com esse voto de confiança. Não é apenas porque não sou corrupto, mas porque sempre quis e faço o melhor pra Manaus e seus cidadãos.

Sou Mário Frota! Candidato a vereador com 31.678! Obrigado pela atenção.




quinta-feira, 1 de setembro de 2016

FEIRA DA EDUARDO RIBEIRO ESTÁ DE VOLTA



 
A pedido do vereador Mário Frota, o prefeito Arthur Neto garantiu que a Feira dos Artesãos volta para a Eduardo Ribeiro a partir do próximo domingo, dia 4.
Mário Frota: “O povo de Manaus frequenta, os turistas nacionais e estrangeiros gostam e os artistas valorizam porque tem uma verdadeira galeria ao ar livre para expor e comercializar sua arte. É a maior e principal alternativa gratuita de lazer na cidade aos domingos, além de ser economia criativa”,
       Com mais de 16 anos de existência, a Feira de Artesanato da Eduardo Ribeiro voltará para seu tradicional espaço, na principal via da região central da cidade, a partir do próximo domingo (4), depois de nove meses afastada por conta das reformas e obras de revitalização executadas pela Prefeitura de Manaus na avenida.
       O retorno à “nova Eduardo Ribeiro” é uma reivindicação dos mais de 360 artistas, artesãos e comerciantes que todos os domingos expõe seus trabalhos e produtos no local e que alertam para a queda no faturamento desde a mudança em outubro de 2015, para as ruas Joaquim Sarmento, Saldanha Marinho, Henrique Martins e 24 de Maio.
       “Conversamos com o prefeito Arthur que sempre esteve sensível à situação e chegamos ao entendimento que a feira precisa, e vai voltar, para seu lugar de origem. Além de atração turística, é fonte de renda e emprego para mais de 360 famílias que tiram seu sustento do local”, explicou o vereador Mário Frota (PHS), que atuou junto ao Executivo Municipal pelo retorno ao local original.
        Frota ressalta que em todas as grandes capitais brasileiras e internacionais, as “feiras de domingo” são tradicionais, protegidas e até incentivadas pelo Poder Público e cita São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba como exemplos de cidades em que estes eventos semanais são organizados e importantes para a economia e entretenimento.
       “O povo de Manaus frequenta, os turistas nacionais e estrangeiros gostam e os artistas valorizam porque tem uma verdadeira galeria ao ar livre para expor e comercializar sua arte. É a maior e principal alternativa gratuita de lazer na cidade aos domingos, além de ser economia criativa”, acrescentou o vereador.
       Estimativas da Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Desenvolvimento (Semtrad), em 2013, indicam que a Feira de Domingo da Eduardo Ribeiro movimentou, naquele ano, R$ 15 milhões, gerando mais de 5 mil empregos diretos e indiretos em Manaus.
       Questões burocráticas relacionadas à segurança, limpeza e mudanças no trânsito da região central devem ser redefinidas neste retorno da feira à Eduardo Ribeiro. (Por: Marcelo Rocha).