terça-feira, 16 de agosto de 2016

#NEM TODOS SÃO IGUAIS!

Hoje iniciamos mais uma caminhada rumo a escolha dos futuros representantes no Executivo e Legislativo em Manaus.

Para a Câmara Municipal de Vereadores são mais de 1,3 mil candidatos das mais diversas correntes políticas e com as mais variadas promessas de ocasião. hora do eleitor de Manaus ficar atento e diferenciar entre quem já fez e continua fazendo por nossa cidade e aqueles que não passam de meros oportunistas de ocasião. Afinal, nem todos são iguais!

Basta pesquisar um pouco na Internet ou entre amigos e familiares.

Pergunte quem é o candidato ficha limpa à vereador de Manaus que apresentou e aprovou a maior quantidade de leis para moralização do serviço público na cidade – como o fim do auxílio-paletó e a proibição de nomeação e contratação de “fichas sujas” para os mais altos cargos da prefeitura.

Procure saber quem é o vereador que propôs a instalação de Internet gratuita em todos os terminais e ônibus de Manaus e que garantiu o direito dos feirantes passarem suas barracas e espaços de trabalho para seus filhos.

A Câmara de Vereadores é o espelho de nossa sociedade e cada um de nós devemos nos perguntar o que cada candidato já fez por Manaus e por nossa gente. E, lógico, o que ele poderá fazer.

Acredite: nem todos os políticos são iguais. Vamos juntos nessa caminhada!
Peço mais uma vez sua confiança.
Mário Frota (PHS) – 31.678


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA PODE SALVAR SANTA CASA



Vereador Mário Frota, ao lado do ex-senador Evandro Carreira, lutando pela revitalização da Santa Casa
Por: Roberto Pacheco - MTb 426
"Já fiz abaixo-assinado com mais de 90 mil assinaturas, realizei vários seminários com representantes das Santa Casa de Santos, Porto Alegre, Fortaleza e Belém que trouxeram suas experiências até nós. Além disso, estive com os governadores Eduardo Braga, Omar Aziz e José Melo que se comprometeram em reabrir esse hospital, mas tudo foi em vão. Hoje o prédio do hospital virou um monte de escombros e está prestes a ruir. Essa parceria com o IGH chegou em boa hora e a revitalização da Santa Casa deve resgatar parte da história do Amazonas que estava sendo desconstruída pela incapacidade dos governadores que passaram ao longo desses últimos dez anos"
       O vereador Mário Frota (PHS), em seu pronunciamento de hoje, da tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), anunciou o início da negociação de uma parceria com o Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que demonstrou interesse em revitalizar a Santa Casa de Misericórdia por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). O anúncio foi feito depois que o parlamentar se reuniu ontem (9/Ago) com o prefeito de Manaus, Arthur Neto e o representante do IGH, Giovawni Lemos, que se encontra em Manaus para tratar do assunto.
       De acordo com Mário Frota, por ocasião do encontro, o prefeito de Manaus se comprometeu em formar uma equipe de técnicos da área de saúde para discutir com os gestores do IGH a melhor forma de construir essa parceria. "Se chegarmos a um acordo, vamos fazer a imediata desapropriação do prédio, que é de interesse público, para o início das obras de revitalização e ampliação de uma nova Santa Casa mais moderna, que vai servir de referência para todo o país", sintetizou Arthur Neto.
       O Instituto de Gestão e Humanização foi criado em 2010, a partir  da percepção de profissionais especializados, com o objetivo de utilizar práticas de gestões modernas capazes de maximizar os resultados de unidades prestadoras por meio de um atendimento humanizado que priorizasse o bem estar do beneficiário. Já são vinte contratos firmados e mais de 40 unidades geridas pelo instituto em três estados: Bahia, Goiás e Rio de Janeiro. Só no ano passado foram firmados contratos com o Serviço de Enfermagem na Emergência de Queimados do Hospital Geral do Estado (HGE), Serviço de Nefrologia do Hospital Geral Roberto Santos, Serviço de Bio Imagem do HGE, Serviço de Enfermagem na Emergência do Hospital Geral de Vitória da Conquista, UPA Roberto Santos e UPA Camaçari. Além desses contratos o IGH também passou a fazer o gerenciamento clínico dos Prontos Atendimentos (PA) Rodrigo Argolo, Hélio Machado, PA Psiquiátrico e SAMU, todos na Bahia.
       De acordo com Giovawni Lemos, o IGH se responsabiliza pela recuperação e ampliação do prédio da Santa Casa, modernização dos equipamentos e a ampliação de profissionais qualificados. "O acordo prevê uma parceria com o município por intermédio de um contrato nos dando amplos poderes para administrar essa unidade de saúde durante 25 anos. Depois disso, a Santa Casa passa a ser gerida pela prefeitura", explica.
       Mário Frota lembrou que vem trabalhado há quase 8 anos para não deixar a Santa Casa morrer, literalmente. "Já fiz abaixo-assinado com mais de 90 mil assinaturas, realizei vários seminários com representantes das Santa Casa de Santos, Porto Alegre, Fortaleza e Belém que trouxeram suas experiências até nós. Além disso, estive com os governadores Eduardo Braga, Omar Aziz e José Melo que se comprometeram em reabrir esse hospital, mas tudo foi em vão. Hoje o prédio do hospital virou um monte de escombros e está prestes a ruir. Essa parceria com o IGH chegou em boa hora e a revitalização da Santa Casa deve resgatar parte da história do Amazonas que estava sendo desconstruída pela incapacidade dos governadores que passaram ao longo desses últimos dez anos", sentencia Mário Frota.

sábado, 30 de julho de 2016

“O TURISMO NO ESTADO ESTÁ À BEIRA DO COLAPSO”



José Roberto Tadros, presidente da Federação do Comércio do Estado do Amazonas
...situação que se configurou logo após os jogos da Copa do Mundo em 2014... Dependesse da produção local de alimentos o povo de Manaus morreria de fome, uma vergonha.  O que comemos vem do Pará, de São Paulo, do Ceará e, principalmente, dos vizinhos estados de Rondônia e Roraima. Do nosso interior nem banana vem mais. Quem frequenta a Feira da Banana sabe o que estou falando. Lanço daqui um desafio para quem, naquela feira, comprar uma simples penca de banana aqui cultivada.
 Por: Vereador Mário Frota*
Em matéria publicada no Jornal Amazonas em Tempo, o presidente da Federação do Comércio do Amazonas (FECOMÉRCIO), José Roberto Tadros, empresário do setor hoteleiro em Manaus, sem meias palavras, afirmou que “o turismo no Estado está à beira do colapso”, situação que se configurou logo após os jogos da Copa do Mundo em 2014. Mais adiante, ele alerta que "a situação é grave e exige dos governantes mais compromissos com o turismo no Estado, para que o segmento em geral, incluindo aí o setor hoteleiro, saia dessa situação calamitosa em que está mergulhado”.
Bem a propósito, em recente discurso da tribuna afirmei que, ao longo dos quase 50 anos da nossa Zona Franca, os governadores que se sucederam, tanto da fase da ditadura militar, quanto da democracia que temos hoje, pouco fizeram pelo turismo. Todos eles, sem exceção, ficaram presos ao modelo econômico da Zona Franca e não incentivaram outras alternativas econômicas, a exemplo do turismo, uma mina de ouro por ser explorada se levarmos em conta a exuberância e beleza da Floresta Amazônica, região sem similar no mundo, dona da  maior biodiversidade do Planeta.
O que aconteceu aqui não é diferente do que ocorre com a Venezuela. A diferença é que enquanto ficamos por meio século preso ao modelo Zona Franca, a Venezuela virou refém do petróleo e não diversificou a sua economia. Resultado: com a queda do preço do ouro negro, o País desabou e, hoje, nas mãos de um irresponsável, não menos louco do que o seu criador, o tal Chaves, as pessoas para não morrer de fome, são obrigadas a percorrer 12 horas de ônibus com objetivo comprar comida nos países vizinhos.
Mas além do turismo, que hoje poderia ser a nossa salvação, os ex-governadores esqueceram de incentivar no Estado outros projetos  igualmente importantes.  Nesse meio tempo só balela, demagogia barata, promessas para enganar tolos em véspera de eleição. Só dois exemplos: o Terceiro Ciclo do Amazonino, que, na galhofa, os nossos irmãos do interior passaram a chamá-lo de Terceiro Circo, e o Zona Franca Verde do Eduardo Braga, também digno de piada.  Alguém pode me dizer em que resultou esses dois projetos econômicos, cantados e decantados pelos seus idealizadores?
É certo que não há como negar a importância da Zona Franca de Manaus, projeto econômico que nos foi presenteado pelo general Castelo Branco, o primeiro presidente do governo militar, instalado no País em 1964. Sem os benefícios desse extraordinário modelo econômico Manaus continuaria na triste condição de porto de lenha, ou seja, mergulhada no marasmo, na pobreza, triste herança do fim do ciclo da borracha. A Zona Franca, a partir da sua criação, passou a ser o pulmão econômico por onde respiramos ao longo dessas cinco décadas.
Presos à Zona Franca, os governadores do Estado, sem exceção, esqueceram o resto, razão porque hoje em termos alimentação não produzimos nada, zero. Dependesse da produção local de alimentos o povo de Manaus morreria de fome, uma vergonha.  O que comemos vem do Pará, de São Paulo, do Ceará e, principalmente, dos vizinhos estados de Rondônia e Roraima. Do nosso interior nem banana vem mais. Quem frequenta a Feira da Banana sabe o que estou falando. Lanço daqui um desafio para quem, naquela feira, comprar uma simples penca de banana aqui cultivada. 

Por: Vereador Mário Frota*
*Advogado;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara Municipal de Manaus (CMM).


sábado, 16 de julho de 2016

FAROL LIGADO DURANTE O DIA: DE QUEM FOI ESSA IDEIA MALUCA SÓ DEUS SABE. OU O PROPÓSITO É EDUCATIVO, OU FATURAR COM MULTAS?

Com a palavra, Leonel Feitosa, diretor-presidente do Detran
De qualquer forma, como não sou tão maluco assim, faço daqui um apelo ao meu amigo dirigente maior do Detran-Am, Leonel Feitosa, a considerar o quilômetro zero a partir da rodovia Torquato Tapajós e não mais na Praça Nossa Senhora de Nazaré, na Vila Municipal, como no passado, mas na área da Barreira, em frente ao bairro Santa Etelvina. Não seria mais racional, lógico?  
Por: Vereador Mário Frota*
A frase "o Brasil não é um país sério", atribuída ao general francês Charles de Gaulle, vez ou outra volta à cena nacional quando nos deparamos com situações esdrúxulas, como essa que beira o ridículo, a exemplo da obrigatoriedade dos motoristas que dirigem país afora usar luz baixa nas rodovias e  em áreas urbanas, em ruas que   os “doutores” em segurança no trânsito entendem pertencer  à malha rodoviária nacional. 
Ao contrário dos países europeus, do Canadá, Estados Unidos e outras nações de climas temperados, sujeitas a cerrações brabas, muitas vezes até mesmo forçando o motorista, por uma questão de segurança, a deixar a pista e esperar o tempo melhorar numa área de acostamento, aqui, no nosso Brasil Tropical, em especial em regiões como o Nordeste e a Amazônia, onde o motorista, além da proteção da película protetora nos vidros do carro, ainda precisa usar óculos escuros para se proteger contra o excesso de luminosidade, tal medida nos soa como um absurdo, digna da frase que teria sido pronunciada pelo ex-presidente da França. 
No Sul e Sudeste em certas épocas do ano, em razão de baixas temperaturas, em especial nas zonas das serras, motoristas são obrigados a ligar os faróis por uma questão de segurança. Porém, aqui no nosso Amazonas, estado batizado pela linha do equador (tropical), tem que ser igual? A uniformidade de uma lei dessa natureza em um país imenso, com regiões tão diferentes, a exemplo da Amazônia, que não tem similar no mundo, é acertada? Ao sair hoje à rua, por volta de meio dia, apesar da luminosidade solar, própria da nossa região nessa época escaldante do ano, fui surpreendido com centenas de carros com as luzes acesas. Um amigo que estava comigo no carro fez lá suas observações e, em tom de brincadeira, repreendeu-me: “acende as luzes do carro, Mário, não estás vendo que já anoiteceu"?  Ri e respondi: 'desculpa, estou tão desatento que ainda não percebi que já é noite'. Para não parecer diferente liguei a luz baixa. 
Monteiro Lobato dizia que nós, brasileiros, temos o mau costume de macaquear os costumes de outros povos. Será que essa decisão do governo federal, que nos obriga a usar a luz dos carros acesa durante o dia, numa cidade onde é impossível ultrapassar 40 quilômetros, tem a ver com a mania de macaquear do qual nos falava o autor do Sítio do Pica Pau Amarelo? Quando jovem, lembro-me que, inspirado nos filmes americanos, encontrava gente desfilando na Avenida Eduardo Ribeiro mascando chiclete e usando blusão de couro.  O suor escorria pelo rosto, mas o bacana, apesar do sol quente que só o diabo, não abria mão de usar o blusão igual ao que Marlon Brando botou na moda no clássico O Selvagem, ou no modelo usado pelo Elvis Presley no seu último filme.
De quem foi essa ideia maluca só Deus sabe. O propósito é educativo, ou faturar com multas? De qualquer forma, como não sou tão maluco assim, faço daqui um apelo ao meu amigo dirigente maior do Detran-Am, Leonel Feitosa, a considerar o quilômetro zero a partir da rodovia Torquato Tapajós e não mais na Praça Nossa Senhora de Nazaré, na Vila Municipal, como no passado, mas na área da Barreira, em frente ao bairro Santa Etelvina. Não seria mais racional, lógico? A nossa tradição, em obediência ao Código de Trânsito, é de ligar a luz do carro na hora da chuva, fato que entendo como coerente, normal, até, mas fazer isso em plena luz do dia, sob de um sol abrasador é ridículo, que me perdoem os que pensam o contrário. 

*Advogado;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.

terça-feira, 12 de julho de 2016

MÁRIO FROTA APRESENTA PROJETO QUE CRIA O ‘PASSE LIVRE’ PARA BENEFICIAR O TRABALHADOR DESEMPREGADO





Mário Frota: O Amazonas possui 221 mil trabalhadores desempregados
Mário Frota: “Hoje existe em todo o Brasil mais de 11,5 milhões de trabalhadores desempregados, resultado do fechamento de quase 100 mil empresas que gerou a maior crise dos últimos 15 anos, conforme constatação da Confederação Nacional do Comércio”.
Por: Roberto Pacheco (MTb 426)
 O vereador Mário Frota (PHS), apresentou propositura em forma de indicação ao prefeito de Manaus, Arthur Neto, que cria o ‘Passe Livre Especial para o Trabalhador Desempregado’. O projeto tem o objetivo de beneficiar qualquer cidadão que esteja fora do mercado de trabalho, com passagem gratuita nos coletivos de Manaus, durante três meses para que ele possa procurar outro emprego.
O limite de validade e a quantidade de passes livres serão determinados pelo Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) para contemplar o trabalhador que tenha terminado de receber a assistência financeira do Programa do Seguro Desemprego.
De acordo com Mário Frota, esse benefício, que já existe na cidade de São Paulo, tem por objetivo ajudar boa parte dos trabalhadores amazonenses - que se encontram fora do mercado de trabalho – para que possam procurar emprego, sem a necessidade de pagar ônibus.
Dados divulgados no último mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego no Amazonas passou de 153 mil para 221 mil, atingindo uma variação de 44,3% ou 68 mil pessoas. Baseado nessas estatísticas, a taxa de desemprego amazonense foi a sexta maior do país no primeiro trimestre do ano.
“Hoje existe em todo o Brasil mais de 11,5 milhões de trabalhadores desempregados, resultado do fechamento de quase 100 mil empresas que gerou a maior crise dos últimos 15 anos, conforme constatação da Confederação Nacional do Comércio”, explica Mário. (Por: Roberto Pacheco – MTb 426).