terça-feira, 5 de abril de 2016

CÂMARA APROVA PROJETO DO VEREADOR MÁRIO FROTA QUE TORNA A CONCESSÃO DOS BOXES DE FEIRAS E MERCADOS EM HERANÇA PARA A FAMÍLIA DO PERMISSIONÁRIO




Mário Frota: Essa é a Lei mais importante para proteger e beneficiar os herdeiros dos trabalhadores em feiras e mercados.
Para Mário Frota a aprovação de mais essa proposta foi uma dupla vitória para a categoria dos feirantes, pois outro projeto de sua autoria, que se transformou na Lei Municipal nº 344, impediu a privatização das feiras e mercados de Manaus. “A Lei é boa quando é boa para todos e emana do pensamento da sociedade”, sentencia.
A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou, por unanimidade, na manhã desta terça-feira (5) o Projeto de Lei de autoria do vereador Mário Frota, que ficou conhecido como Lei da Hereditariedade, que torna a concessão dos boxes de feiras e mercados em herança para a família do permissionário. Em caso de falecimento, invalidez ou doença grave que impeça o titular de continuar trabalhando na sua atividade, o direito à exploração da área será transferido, sem quaisquer despesas, aos seus sucessores legítimos.
De acordo com Mário Frota, essa é a Lei mais importante já aprovada - em todos os tempos - para proteger e beneficiar os herdeiros dos trabalhadores em feiras e mercados de Manaus. “Foi uma vitória expressiva, aprovada por unanimidade no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na presença dos representantes da categoria”.
O parlamentar esclareceu ainda que a Lei da Hereditariedade veio para regulamentar a Lei Municipal nº 123, de 25 de novembro de 2004, que trata sobre a organização e o funcionamento dos Mercados e Feiras no Município. Para Mário Frota, essa Lei é Constitucional porque foi baseada na Lei de Licença Hereditária para Prestação do Serviço de Táxi, sancionada pela presidente Dilma, em 2013, que já tinha sido aprovada pelo Senado, para beneficiar as famílias dos motoristas de táxi.
Antes da aprovação da Lei da Hereditariedade, somente a Secretaria Municipal de Feiras, Mercados, Produção e Abastecimento (Sempab) poderia conceder as permissões de uso e, em caso de falecimento do trabalhador, o box ou banca seria entregue a um novo feirante.
Para Mário Frota a aprovação de mais essa proposta foi uma dupla vitória para a categoria dos feirantes, pois outro projeto de sua autoria, que se transformou na Lei Municipal nº 344, impediu a privatização das feiras e mercados de Manaus. “A Lei é boa quando é boa para todos e emana do pensamento da sociedade, por isso quero agradecer o apoio dos colegas parlamentares e a compreensão dos companheiros da liderança”, comemorou o vereador.

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)


quinta-feira, 31 de março de 2016

CCJR REJEITA VETO TOTAL DO EXECUTIVO A PROJETO QUE DÁ DIREITO A HEREDITARIEDADE NA EXPLORAÇÃO DE BOXES NOS MERCADOS E FEIRAS




Projeto de Lei do vereador Mário Frota (PSDB) que trata da organização e o funcionamento dos mercados e feiras no município de Manaus.


“Esta é uma luta que vem de longos anos que começou quando o ex-prefeito de Manaus encaminhou para esta Casa um projeto que iria privatizar as feiras e mercados, mas com a organização da categoria e vontade política conseguimos retirar da Lei essa privatização”, lembrou Mário Frota.
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara Municipal de Manaus (CCJR/CMM) aprovou o parecer contrário, na tarde de quarta-feira (30), o veto total do Executivo ao Projeto de Lei nº 249/2014, de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), que altera a Lei nº 123, de 25 de novembro de 2004, que trata da organização e o funcionamento dos mercados e feiras no município de Manaus.
A proposta acrescenta na Lei Municipal o artigo 27- A, estabelecendo que, em caso de falecimento do permissionário, o direito à exploração do serviço será transferido, sem qualquer ônus, aos seus sucessores legítimos, já que a lei atual impede esse procedimento. Segundo a relatora do veto na CCJR, vereadora Professora Jacqueline (PHS), a Procuradoria equivocou-se ao vetar a matéria, uma vez que o projeto tem relevância constitucional e legal.
De acordo com o parágrafo 2º do PL, em caso de invalidez ou doença grave que impeça o permissionário de continuar com a exploração do serviço, este poderá transferir a permissão, desde que a pessoa indicada não exerça outra atividade remunerada e seja seu sucessor legítimo ou alguém que comprovadamente já trabalhe com o permissionário. A invalidez ou doença grave deverá ser comprovada mediante laudo pericial, expedido por médico credenciado no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme especifica o  parágrafo 3º do PL. A proposta voltará para votação em plenário.
Outros projetos
A Comissão deu, ainda, parecer favorável aos projetos nº 367/2015 – do vereador Júnior Ribeiro (PTN), que institui a ‘Semana Municipal da Cultura Cearense em Manaus’ – o 364/2015, do vereador Massami Miki (PSL), que institui do ‘Dia Municipal do Radialista'; o 396/2015 – do vereador Professor Samuel, que dispõe sobre a realização de Seminário Antidrogas nas escolas; e n 370/2015, de Plínio Valério (PSDB), que dispõe sobre a obrigatoriedade das casas de show recolherem o lixo em frente às suas sedes.
Texto: Áquila Sicsú - DIRCOM/CMM
Foto: Robervaldo Rocha - DIRCOM/CMM

terça-feira, 29 de março de 2016

PROPOSTA NA CMM PREVÊ PARCELAMENTO DE MULTAS DE TRÂNSITO EM ATÉ 12 VEZES




Mário Frota: “Várias cidades do País já fizeram isso quanto ao parcelamento”.

O autor da proposta, vereador Mário Frota, disse que a proposta é para ajudar a população que não está tendo como pagar suas contas devido à crise
segunda-feira 28 de março de 2016 - 8:55 PM
Da Redação / portal@d24am.com
Manaus - A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou, hoje, em 1ª discussão, o Projeto de Lei nº 45/2015 que permite o parcelamento em até 12 vezes de multas de trânsito emitidas na esfera municipal pelo Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans). O autor da proposta, vereador Mário Frota (PSDB), disse que a proposta é para ajudar a população que não está tendo como pagar suas contas devido à crise. “Tem de parcelar tudo”, disse Frota.
O projeto especifica que o proprietário do veículo que optar pelo parcelamento deverá estar quite com qualquer outro débito que o veículo possua. O parcelamento poderá ser de, no máximo, 12 parcelas iguais e sucessivas, tendo como data limite para a última parcela prevista para o vencimento do próximo licenciamento do veículo.
Sobre o valor das parcelas, se vencerem, incidirá atualização monetária de 1% ao mês de acordo com índice adotado pelo município quanto à correção de seus tributos. O parcelamento poderá ser cancelado em caso de inadimplência de até duas parcelas, consecutivas ou não.
Durante a sessão de ontem, Mario Frota disse que enfrentou um problema parecido no parcelamento de multas quando tentava pagar uma dívida com o Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb).
“Várias cidades do País já fizeram isso quanto ao parcelamento. Eu fui pagar uma dívida no Implurb um dia desses, e a dívida era de R$ 1.500. Quando eu cheguei lá eu me deparei com o fato estranho de que eu poderia parcelar, mas a menor parcela era de R$ 800, portanto, eu não teria como duas vezes e tinha de pagar tudo e eu não tinha dinheiro para pagar. Então, nós temos que parcelar tudo, até o imposto de renda está sendo parcelado em 60 vezes, temos que ver e avaliar até onde o cidadão pode pagar”, justificou Mário Frota.
A assessoria de Comunicação do Manaustrans disse que não podia se manifestar sobre a proposta sem recebê-la oficialmente. O órgão também não confirmou quais são os dados sobre o balanço de multas aplicadas neste ano, pois não haveria tempo para levantar todas as informações necessárias.  


MÁRIO FROTA PEDE AO TRE-AM PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA BIOMETRIA NA ZONA RIBEIRINHA DE MANAUS



 Mário: “Senão milhares de pessoas vão ficar de fora das eleições. É preciso agir com rapidez”.


Mário Frota acredita que, em um dia, essas comunidades são atendidas. “Basta levar um barco com o sistema de internet, ancorar na comunidade Bons Amigos e chamar os comunitários da região para a biometria. Tem que ser uma sexta-feira, pois a maioria dos moradores trabalha na roça”.
De acordo com o vereador, as comunidades próximas a Manaus, no rio Cuieiras, com cerca de nove comunidades, o Tarumã, bairro Nossa Senhora de Fátima e Praia da Lua, por exemplo, ainda não fizeram o exame biométrico. “Essas comunidades não têm acesso à internet, à tecnologia. Até em Manaus há dificuldades de acesso”, justificou.
Mário Frota afirmou que seria interessante que a desembargadora montasse uma estratégia de atendimento às comunidades da zona ribeirinha de Manaus. “Existem moradores da Praia da Lua, que para vir a Manaus, desembarcam na Marina do Davi e pagam R$ 14 de passagem, R$ 7 na ida e R$ 7 na volta”, assegurou.
O vereador sugeriu, inclusive, o aluguel de um barco com internet, pelo Tribunal, para levar o serviço às comunidades próximas. “Senão milhares de pessoas vão ficar de fora das eleições. É preciso agir com rapidez”, garantiu.
Mário Frota acredita que, em um dia, essas comunidades são atendidas. “Basta levar um barco com o sistema de internet, ancorar na comunidade Bons Amigos e chamar os comunitários da região para a biometria. Tem que ser uma sexta-feira, pois a maioria dos moradores trabalha na roça”, disse o vereador, preocupado com o fim do prazo do exame biométrico.

Texto: Nely Pedroso – DIRCOM/CMM
Foto: Tiago Corrêa - DIRCOM/CMM

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