terça-feira, 7 de abril de 2015

MÁRIO FROTA VAI REALIZAR AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR CRIAÇÃO DA CENTRAL DE ABASTECIMENTO MUNICIPAL



Frota: Manaus cresceu muito nos últimos anos e não fizemos quase nada para modernizar o comércio de hortifrutigranjeiro
Por: Roberto Pacheco (MTb 426)
Mário Frota: A capital do estado necessita de uma central de abastecimento com a finalidade de manter e abastecer, de modo dinâmico, os estoques de gêneros alimentícios com qualidade e quantidades adequadas, para atender a demanda, de forma ágil e inequívoca.
O vereador Mário Frota (PSDB) vai realizar Audiência Pública no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na próxima quinta-feira (9/abr), a partir das 9:00h, para discutir com as autoridades do setor, a criação de uma central de abastecimento sob a jurisprudência do município de Manaus, com a finalidade de servir como entreposto de produtos para comerciantes e produtores rurais da capital e do interior do Amazonas.
A adequação de um local propício ao armazenamento e distribuição de alimentos é um problema antigo, enfrentado pela população manauara e produtores das comunidades rurais, principalmente do interior do estado. De acordo com o parlamentar, muito já se discutiu sobre a criação e uma central de abastecimento municipal para atender esse setor da economia, mas até agora, na prática, quase nada foi feito para atender essa demanda. Na administração do então prefeito Serafim Correia foi construído o Terminal Pesqueiro de Manaus, nas dependências da Feira da Panair, que, passados seis anos, funciona de forma insatisfatória.
A Ceasa do Amazonas, que entrou em operação em fevereiro de 1975, há muito tempo perdeu as suas características e hoje serve de entreposto para grandes distribuidores, atendendo, basicamente, os moradores das Zonas Norte e Leste. Mário Frota sugeriu ainda o Terminal Hidroviário do São Raimundo ou o Parque de Exposições Angelino Beviláqua, na Torquato Tapajós, como locais apropriados para esse tipo comércio, que vai, inclusive, desafogar o trânsito do centro da cidade.
Moacir Cintrão, presidente da Comissão Gestora da Feira da Banana, lembra que a criação da central de abastecimento é uma reivindicação antiga dos produtores rurais e permissionários de feiras e mercados. “Atualmente a grande maioria das frutas, verduras e legumes passa pela Feira da Manaus Moderna e Feira da Banana, locais que não reúne condições adequadas para armazenamento desses produtos”, sintetiza.
  “Manaus cresceu muito nos últimos anos e não fizemos quase nada para modernizar o comércio de hortifrutigranjeiro para melhor atender os consumidores, produtores e feirantes. A capital do estado necessita de uma central de abastecimento com a finalidade de manter e abastecer, de modo dinâmico, os estoques de gêneros alimentícios com qualidade e quantidades adequadas, para atender a demanda, de forma ágil e inequívoca”, explica Mário Frota.


terça-feira, 31 de março de 2015

TRÂNSITO: RODÍZIO DE PLACAS DEVE SER DISCUTIDO DEMOCRATICAMENTE PELA SOCIEDADE




Mário Frota: Os últimos prefeitos de Manaus não fizeram o dever de casa no quesito mobilidade urbana.
Repito, aqui, o que falei ontem da tribuna da Câmara: 

‘NÃO SOU O DONO DA VERDADE. O QUE FIZ FOI LANÇAR UMA IDEIA QUE A SOCIEDADE COMO UM TODO DEVE DISCUTIR DEMOCRATICAMENTE E SOBERANAMENTE E, AO FINAL, DECIDIR SE A ACEITA OU NÃO, SE É BOA OU RUIM PARA ELA’. 

Esse é o meu desejo.
Por: Vereador Mário Frota*
A indicação que enviei ao prefeito sugerindo o rodízio de placas em Manaus deu o que falar. Além de merecer uma página inteira do jornal A Crítica, povoou as páginas das redes sociais, com muita gente apoiando e outras refutando.
Acertei no alvo ao colocar em discussão uma ideia que tem como meta melhorar o trânsito infernal que enfrentamos no nosso dia a dia. Disse ontem, da tribuna da Câmara, que não sou o dono da verdade e, por isso mesmo, é meu dever ouvir com humildade todos os manauaras que desejam opinar sobre como melhorar o trânsito de Manaus, hoje entre os mais caóticos do País.
Muitos não entenderam a sugestão por mim apresentada, acreditando que o meu projeto de rodízio é para toda a Manaus. Nada disso. O que sugeri é que fosse implantado, a título de experiência, apenas em cinco avenidas da cidade, a exemplo da Constantino Nery, Djalma Batista, Mário Ypiranga Monteiro (ex Recife) e Umberto Calderaro (ex Paraiba). São Paulo implantou o rodízio de placas inicialmente em toda a área da capital e, só depois, recuou para as áreas mais sujeitas a gargalos.
Os grandes engarrafamentos na nossa Manaus ocorrem exatamente nessas vias por mim apontadas. Primeiro devemos experimentar, com cuidados e cautelas, nada em definitivo, para ver se o rodízio dá certo. Não custa tentar. Ficar como está é o que ninguém deseja. A verdade é que a situação está ficando insuportável, profundamente incômoda, para todo mundo, principalmente para o prefeito, diariamente responsabilizado por muita gente que acredita piamente que basta o Arthur querer e, não mais que de repente, Manaus vira o “paraíso” - para dirigir - que conhecemos há 20 anos.
Disse da tribuna dia desses que o culpado pelo drama que se vive hoje na área da mobilidade urbana não é o Arthur Virgílio, haja vista que recebeu Manaus entupida de carros e as mesmas vias há 30 anos, salvo a avenida das Torres que, ao contrário das ora citadas que ligam o centro aos bairros, o seu percurso é de um bairro a outro. A verdade é uma só: os últimos prefeitos de Manaus, pela ordem de antiguidade, Eduardo Braga, Alfredo Nascimento, Serafim Correia e Amazonino não fizeram o dever de casa no quesito mobilidade urbana. O resultado explodiu como uma bomba de alguns megatons no colo do Arthur, representada por mais de cinco mil novos veículos que são emplacados todos os meses para rodar nas ruas da cidade, sendo essas as mesmas ruas da Manaus de três décadas atrás.
Repito, aqui, o que falei ontem da tribuna da Câmara: NÃO SOU O DONO DA VERDADE. O QUE FIZ FOI LANÇAR UMA IDEIA QUE A SOCIEDADE COMO UM TODO DEVE DISCUTIR DEMOCRATICAMENTE E SOBERANAMENTE E, AO FINAL, DECIDIR SE A ACEITA OU NÃO, SE É BOA OU RUIM PARA ELA. Esse é o meu desejo.

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.



terça-feira, 24 de março de 2015

MÁRIO FROTA DEFENDE CENTRAL DE ABASTECIMENTO MUNICIPAL



Mário Frota: Vamos colocar essa responsabilidade nas mãos do prefeito (Arthur Neto), que é sensível ao clamor dessa classe.

Para discutir a proposta, o vereador vai convidar órgãos e instituições ligados ao setor, como o Sindicato dos Feirantes de Manaus, a Associação dos Feirantes da Manaus Moderna e a da Feira do Produtor, a Secretaria de Produção Rural do Estado, a Secretaria Municipal de Feiras e Mercados e o prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB). “Tenho certeza que com o apoio de todos, encontraremos uma solução”.
O vereador Mário Frota (PSDB) encampou uma antiga reivindicação de feirantes e distribuidores de alimentos de Manaus: a criação de uma Central de Abastecimento Municipal. Na manhã desta segunda-feira (23) anunciou que vai realizar Audiência Pública para ouvir essas categorias, agendada para o dia 9 de abril.
Mário Frota assegurou que os feirantes de Manaus, os distribuidores e importadores de alimentos se ressentem de um local de abastecimento nos moldes da Central de Abastecimento (Ceasa), no início da BR-319, que foi desativada.
De acordo com o vereador, todos os municípios que conhece tem sua Ceasa, citando Belém (PA) e São Paulo (SP). Para Mário Frota, a criação de uma Ceasa do município é uma necessidade de urgência. “Vamos colocar essa responsabilidade nas mãos do prefeito (Arthur Neto), que é sensível ao reclamor dessa classe”, disse ele, lembrando que milhares de pessoas que vivem da venda de alimentos que vem do interior e de outros Estados para abastecimento.
Segundo o vereador, assim como no passado o sonho do setor pesqueiro era o Terminal Pesqueiro, o sonho dos feirantes, tanto da Manaus Moderna (Centro) quanto da Feira do Produtor (Zona Leste) é um Ceasa onde possam adquirir seus produtos para abastecer as feiras. “No Terminal Pesqueiro, o sonho do setor era que a safra fosse comprada e ficasse guardada nos frigoríficos para ser usada na entressafra e regular o preço do pescado”, disse ele.
Devido não funcionar, na Semana Santa, a Igreja Católica até liberou os fiéis de comprarem peixe, porque nesse período o preço é até cinco vezes mais caro. “Hoje o Terminal até rachou e gastaram R$ 22 milhões para construir o terminal”, lembrou.
Para discutir a proposta, o vereador vai convidar órgãos e instituições ligados ao setor, como o Sindicato dos Feirantes de Manaus, a Associação dos Feirantes da Manaus Moderna e a da Feira do Produtor, a Secretaria de Produção Rural do Estado, a Secretaria Municipal de Feiras e Mercados e o prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB). “Tenho certeza que com o apoio de todos, encontraremos uma solução”, assegurou.

Texto: Nely Pedroso - DIRCOM/CMM
Foto: Tiago Corrêa - DIRCOM/CMM