segunda-feira, 26 de maio de 2014

CPI DA PETROBRAS: É A RAPOSA "INVESTIGANDO" QUEM ESTÁ COMENDO OS FRANGOS QUE ELA PROTEGE (Parte II)




 Por: vereador Mário Frota*
Até quando a nação brasileira vai suportar esse tipo de despudor que enxovalha o esforço de milhões de brasileiros que continuam lutando por um País mais justo e digno para todos? Essa resposta, espero que seja dada por esse mesmo povo insatisfeito com o que aí está nas eleições que se aproximam. É o que eu e milhões de brasileiros esperamos.
Voltando a falar na CPI, ora em atividade no Senado, com objetivo de investigar os escândalos que pipocaram envolvendo a Petrobras num mar de lama, não é muito estranho que ela tenha sido instalada sem a presença da oposição, responsável pelas assinaturas que a tornaram legal, mas  tão somente constituída por  senadores da base de  apoio da presidente Dilma?  Com a oposição de fora das investigações, o governo, acusado pela roubalheira que atinge de cheio a empresa número um do País, de forma cínica e debochada decidiu, sem nenhum pudor, investigar a si próprio, ou seja, é a própria raposa investigando quem está comendo os frangos do galinheiro que ela foi contratada para vigiar e proteger.
Esse tipo de espetáculo é impossível em democracias como a norte-americana ou nos países europeus, a exemplo da França, Inglaterra, Bélgica e Alemanha. Tal fato seria visto como um escândalo sem precedentes, portanto, inadmissível acontecer nos chamados países que integram o primeiro mundo. A renúncia de Richard Nixon da presidência dos Estados Unidos da América, não aconteceu em razão de roubalheira de dinheiro público, a exemplo do que ocorre aqui, mas por delito de natureza ética e moral, envolvendo a espionagem do partido republicano na sede do democrata, no episódio que ficou conhecido por escândalo de Watergate.
Fosse nos Estados Unidos  as acusações que ora pesam sobre a administração petista, centenas de vezes  mais graves do que o ocorrido no episódio Watergate,  não só esse partido seria execrado  do poder, como, também, com absoluta certeza, a maioria dos envolvidos inexoravelmente já  estaria   vendo o sol nascer quadrado. Lula e Dilma, defenestrados da vida pública e, olha lá, se também não terminassem encarcerados na mesma penitenciária. O que neste País é normal, ou melhor, governantes são apontados como chefes de quadrilhas e tudo continua como está, no País de Abraão Lincoln soa como escândalo e os envolvidos vão presos. Nos países desenvolvidos, ao contrário daqui, não há  espaço para a palavra impunidade.
O que o nosso povo, pessimamente representado nas duas Casas que integram o Congresso Nacional, pode esperar dos seus representantes na sua grande maioria manipulada pelo poder de Lula e Dilma? Com um Congresso desse quilate para que inimigo? Um parlamento que permite que tal pantomima, vergonhoso acinte à democracia, não é merecedor do respeito do seu povo. Até quando a nação brasileira vai suportar esse tipo de despudor que enxovalha o esforço de milhões de brasileiros que continuam lutando por um País mais justo e digno para todos? Essa resposta, espero que seja dada por esse mesmo povo insatisfeito com o que aí está nas eleições que se aproximam. É o que eu e milhões de brasileiros esperamos.  

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

sexta-feira, 23 de maio de 2014

CPI DA PETROBRAS SOB O CONTROLE DO PT FADADA À PIZZA GIGANTE (Parte I)



 Dilma de olho na CPI da Petrobras: fontes da estatal informaram que o Conselho de Administração, do qual Dilma era presidente, poderia solicitar uma auditoria no contrato antes da compra, a qualquer tempo, caso houvesse dúvidas sobre o processo. (Foto: Leonardo Soares/UOL)

Por: vereador Mário Frota*
A que ponto chegou o Senado da República, parlamento onde sentou um Rui Barbosa, hoje acintosamente manipulado pelo partido mais corrupto da história deste País? Tudo isso É UMA VERGONHA, para usar aqui o jargão usado pelo jornalista Joelmir Beting ao comentar fatos despudorados, a exemplo do que envolve essa malfadada CPI.
Pior do que não ter uma CPI, é instalar uma para inglês ver, a exemplo dessa que teve os seus integrantes escolhidos a dedo pela maioria sob o controle do PT no Senado, para investigar uma montanha de graves  denúncias contra a Petrobras, responsáveis pela  quebradeira porque passa a empresa número um do País,  a  gema mais preciosa  da coroa da rainha, como dizem por aí.
Na reunião de ontem da tal CPI, dos seus integrantes, todos da base da Dilma, somente três senadores apareceram para ouvir Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, um dos principais responsáveis pela compra, em termos absolutamente imorais, da refinaria de Pasadena, no Texas, 30 vezes acima do preço de mercado, ao custo total de U$ 1,2 bilhão.
Assisti pelo canal de televisão do Senado a pantomima montada pelo Renan Calheiros e confesso que senti náuseas, vontade de vomitar. Três senadores paspalhos, assumindo ar de gravidade, lá estavam fazendo perguntas que, anteriormente, foram combinadas com o depoente. Nada mais ridículo e desprezível. A imprensa sem nada por fazer, passiva assistia a comédia, possivelmente revoltada, com sensação de náusea não muito diferente da que senti quando, após ligar a televisão, dei de cara com o triste espetáculo, sob todos os aspectos ofensivos à democracia.
Como então qualificar essa CPI que todos sabemos manipuladas para não dar em nada? Como acreditar numa palhaçada, fadada à pizza gigante, com direito a macarronada, com bastante catchup, orégano e azeite português? A que ponto chegou o Senado da República, parlamento onde sentou um Rui Barbosa, hoje acintosamente manipulado pelo partido mais corrupto da história deste País? Tudo isso É UMA VERGONHA, para usar aqui o jargão usado pelo jornalista Joelmir Beting ao comentar fatos despudorados, a exemplo do que envolve essa malfadada CPI.

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.

terça-feira, 20 de maio de 2014

PT FAZ LEILÃO PARA APOIAR CANDIDATO




Por: Vereador Mário Frota*
Como dizia o ex-governador do Rio de Janeiro, Antônio Garotinho, “o PT é apenas o partido da boquinha”. Boquinha coisa nenhuma, isso é coisa do passado, porque agora é o partido do bocão que engole tudo, venha o dinheiro de onde vier, não importa se do mensalão, da Petrobras, ou dos cofres de qualquer governo que esteja no poder. Que fim mais trágico e melancólico.
Quem dá mais? Alguém deseja fazer mais um lance? Essas frases me lembram cenas de um leilão, ou tem a ver com o balcão de ofertas protagonizado pelo PT local,  negociando o seu apoio aos grupos liderados por Eduardo Braga  e o de   José Melo?  
Que coisa mais patética, cenas prenhe de cinismo explícito e oportunismo deslavado é esse de um partido outrora idealista, que cresceu junto ao povo brasileiro falando em ética e honradez, palavras chaves que, em 12 anos de poder, perderam o sentido, ficaram vazias, projetadas num precipício onde o fundo é lama e lodo e o seu nome é vergonha.
Quando olho o passado, vejo um tanto distante o ardor que moveu professores da Ufam, a exemplo de Marcos Barros, Marilene Correia, Osvaldo Coelho, Renan Freitas Pinto, Aloísio Nogueira, entre outros companheiros idealistas, participando da instalação do PT, na sua primeira reunião, realizada num casarão antigo na Joaquim Nabuco. Atravessando a rua, lá estava uma faixa com os seguintes dizeres: “AQUI NÃO ENTRA PATRÃO”.
A título de prestigiar a festa eu, Fábio Lucena, Beth Azize e Vitório Cestaro, todos na época integrantes do glorioso PMDB de Ulisses Guimarães, adentramos a sede e fomos abraçar os ilustres companheiros eleitos para assumir o controle do jovem partido no Amazonas. Não posso dizer que fomos bem recebidos porque estaria mentindo. Percebemos um certo desagrado deles com a nossa presença. Frios, com olhar e ar de superioridade, mal nos estenderam as mãos.
Fábio e Vitório eram vereadores, a Beth deputada estadual e eu deputado Federal. Naquele momento representávamos o que havia de mais positivo no combate à ditadura militar no Estado. Mesmo assim fomos tratados com desdém, como se não fossemos nada, apenas uns pobres coitados em visita ao partido que, um dia iria livrar Brasil da ditadura militar e torná-lo um país imune à corrupção e a toda sorte de mazelas morais.
Passado esses anos todos, vejo agora que nenhum daqueles professores idealistas permanece nas fileiras do PT. Estão aí todos vivos, mas nenhum filiado ao partido de Lula da Silva, o herói que eles acreditavam que iria salvar o Brasil, transformando-o no País do futuro, onde a palavra corrupção seria coisa do passado.
O que se vê hoje são novos atores, tresloucados por continuar a qualquer preço no poder, usufruindo de cargos e muita grana que rola no dia a dia do partido mais corrupto da história deste País, desde que no nosso litoral atracaram as caravelas de Cabral.  Como dizia o ex-governador do Rio de Janeiro, Antônio Garotinho, “o PT é apenas o partido da boquinha”. Boquinha coisa nenhuma, isso é coisa do passado, porque agora é o partido do bocão que engole tudo, venha o dinheiro de onde vier, não importa se do mensalão, da Petrobras, ou dos cofres de qualquer governo que esteja no poder. Que fim mais trágico e melancólico. 
*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

NISSIM PAZUELLO É CONDECORADO COM MEDALHA DE OURO ‘GUILHERME MOREIRA’ NA CMM






15/05/2014 13:15h

Um dos pioneiros no ramo da navegação marítima no Amazonas, o empresário Nissim Pazuello, foi condecorado com a Medalha de Ouro ‘Guilherme Moreira’ na Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta quinta-feira (15), durante Sessão Especial, presidida pelo vereador Hiram Nicolau (PSD), que reuniu amigos, família Pazuello e autoridades militares do Estado. A outorga, de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), foi aprovada na Casa por meio do Decreto Legislativo nº 053/13.
Mário Frota, que entregou a medalha ao empresário pelos relevantes serviços e contribuições prestados ao comércio e ao desenvolvimento do Amazonas, exaltou o empreendedorismo de Nissim Pazuello não somente por ser o fundador da primeira empresa de navegação, a J. A Leite Navegações, mas também pela grande contribuição ao desenvolvimento econômico no Estado.
“Esta é uma homenagem não somente a um empresário, mas a um amigo, companheiro e conselheiro nas horas difíceis. Não é fácil fazer um discurso com uma pessoa que tem uma biografia impecável. É um grande empreendedor arrojado que deu passos gigantes nesta cidade”, parabenizou Frota, que também ressaltou o projeto Zona Franca de Manaus (ZFM), idealizado pelo general Humberto Castello Branco, o qual continua sendo a maior economia do Estado, e criticou a má utilização dos recursos naturais.
Ainda na tribuna, o parlamentar destacou a persistência do empresário, no momento em que ninguém acreditava nas terras amazônicas depois da áurea da borracha. “Foi nesse momento que a Amazônia conseguiu respirar com a exportação extrativista da castanha. Nissim foi o primeiro homem nessa região a fabricar balsas de aço. Isso foi uma coisa extraordinária. A atuação deste grande empresário que veio para Manaus em época difícil e vacas magras não pode ser esquecida”, reconheceu Mário Frota.
Bastante emocionado, Nissim Pazuello, que há pouco tempo se recuperou de uma infecção pulmonar, não encontrou palavras para agradecer a homenagem. “Não tenho muita coisa para dizer depois de ter escutado Mário Frota. Agradeço a Deus por ter me trazido aqui a esta Casa receber esta outorga. Muito obrigado por tudo”, disse Pazuello.
Participaram da homenagem o representante do prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), Lourenço Braga; Comandante Militar do Amazonas, general Guilherme Teófilo; o representante do 7º Comando Aéreo Regional Cleber Augusto Serrão; o assessor parlamentar do Comando Militar do Amazonas, general Taumaturgo Vales e o  subchefe do Comando Maior do Amazonas, coronel Douglas Camargo Junior.
Perfil
Nissim Pazuello é filho de Abrahm Joaquim Pazuello e Estrela Bohadana Pazuello, nasceu no dia 11 de outubro de 1928, na cidade de Belém (PA). Chegou a Manaus ainda criança, porque seu pai foi transferido para trabalhar na capital amazonense como gerente da Usina de Beneficiamento de Castanha Alegria.
Nissim Pazuello começou seus estudos na escola particular Professor Pedro Silvestre, onde concluiu o primário. Concluiu o antigo ginasial no Colégio Amazonense D. Pedro II.
Carreira empresarial
A carreira empresarial no setor de navegação marítima, veio após experiência na empresa J. Dias Paes, que funcionava como agencia de navegação marítima. Em 1948, o empresário construiu sua primeira empresa, a N. Pazuello, firma individual existe até hoje, especializada em navegação marítima de cargas.
Contribuição
Com isso, Pazuello deu sua parcela de colaboração para o desenvolvimento do Estado do Amazonas. Em 1952, participou da construção e fundação da Companhia de Petróleo da Amazônia (Copam). Em 1955, foi sócio e fundador da Companhia de Navegação da Amazônia (Conave), empresa dotada de balsas e navios para transporte de petróleo, tendo sido presidente por vários anos, até vender suas ações para a empresa Linhas Brasileiras de navegação (Libra).
Nos anos 60, o empresário foi protagonista do empreendedorismo industrial no Estado, ao fundar a Madeiras Compensadas da Amazônia. Dez anos depois, Pazuello fundou a Enasa, pioneira na construção de balsas metálicas.
Atualmente, o empresário adquiriu a firma J.A Leite Navegação, onde ainda trabalha, com seus mais de 100 anos de fundação e que está em atividade até hoje.
Em suas horas de folga e nos finais de semana, Nissim Pazuello dedica seu tempo em prol do Grêmio Recreativo Haras Pazuello, uma instituição sem fins lucrativos que forma cavaleiros, além de prestar serviços de fisioterapia e ecoterapia para crianças com necessidades especiais.

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Texto: Valdete Araújo – Dircom/CMM
Foto: Tiago Corrêa - DIRCOM/CMM


domingo, 11 de maio de 2014

QUANDO FINALMENTE ESSE TIPO DE LADROEIRA COM O DINHEIRO DO POVO VAI TER UM FIM?



A construção do King Abdullah aconteceu em 390 dias.
Por: Vereador Mário Frota*
Essa resposta quem tem que dar é o próprio povo que, a cada eleição pode, caso queira, mudar os políticos corruptos, a exemplo dos petralhas que hoje desavergonhadamente saqueiam este País, construído por homens e mulheres comprometidos com o futuro dos seus filhos e netos.  A solução é simples. Tudo depende do nosso povo querer mudar.
Por que, no Brasil, as grandes obras públicas são superfaturadas, a exemplo do que aconteceu com o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, construído no Distrito Federal, para os jogos desta Copa? É uma vergonha em comparação com os gastos da construção do estádio King Abdullah, recentemente inaugurado na Arábia Saudita, que saiu do zero e em um ano foi concluído. É um verdadeiro caso de polícia.
Enquanto o Mané Garrincha custou aos cofres do País R$ 1,9 bilhão, o King Abdullah foi construída por R$ 1,18 bilhão, ou seja, 61% mais barato do que a nossa arena. Agora, o pior mesmo, é comparar o que foi feito em uma e na outra. Daí fica bem claro a roubalheira, marca maior da administração petista nesses 12 anos de desgoverno de Lula e Dilma.
Vamos, então, aos comparativos. Ora, enquanto no Mané Garrincha gastou-se R$ 200 milhões só na cobertura, atualmente cheia de goteiras e, até a presente data, ainda não foram construídas as prometidas quadras esportivas, o parque aquático e o cinema drive-in, sem falar que a   pavimentação no seu entorno ainda é precária, a King Abdullah, extraordinária em arrojo e beleza,  recentemente inaugurada, acomoda 60 mil pessoas,  tem um ginásio de atletismo com capacidade para  2 mil pessoas,  oferece estacionamento para 45 mil carros, inúmeras quadras de esporte, campos de futebol para recreação, uma mesquita (templo islâmico) e ainda dispõe de  uma  suíte para hospedar o rei.
É de espantar a diferença nos gastos com essas duas obras. De espantar ainda mais é se tal comparação for feita entre a arena construída na Arábia Saudita, ao custo de R$ 1,18 bilhão com a daqui, construída em cima do Vivaldão, em torno de R$ 800 milhões. E é de se perguntar: o que foi feito aqui que justifique gastos tão elevados comparados a King Abdullah, da Arábia Saudita? A nossa nem estacionamento tem, aliás, não tem nada, a não ser as edificações da própria arena, projetada para receber 45 mil pessoas, proporcionalmente bem menor do que a da Arábia Saudita.
Por que aqui, volto a questionar, as obras públicas são disparadamente mais caras do que as construídas em outros países? Comparativamente ao que foi gasto sobre a ponte que atravessa o Rio Negro e uma gigantesca construída recentemente na China, medindo 42 km, a nossa tem o preço 10 vezes mais elevado. É estarrecedor, mais do que isso, uma vergonha.
Quando finalmente esse tipo de ladroeira com o dinheiro do povo vai ter um fim?  Essa resposta quem tem que dar é o próprio povo que, a cada eleição pode, caso queira, mudar os políticos corruptos, a exemplo dos petralhas que hoje desavergonhadamente saqueiam este País, construído por homens e mulheres comprometidos com o futuro dos seus filhos e netos.  A solução é simples. Tudo depende do nosso povo querer mudar.

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.