segunda-feira, 3 de setembro de 2012

VANESSA ESTÁ AGINDO COMO SE FOSSE UMA MARIONETE DO OMAR



Por: Vereador Mário Frota*
Ora, se ela, a Vanessa, não conseguiu ser uma boa senadora, como vai ser uma boa prefeita de Manaus? No seu programa político, não diz duas palavras sem afirmar que o Omar vai ajudá-la.
Quem muito fala, muito erra, e termina dizendo bobagens e asnices.  O programa político da candidata Vanessa, super longo, termina chateando os telespectadores. Cortando os seus quase 14 minutos pela metade, ainda é muito tempo. Dizem os especialistas em comunicação que, na televisão, um minuto é como uma eternidade.
O que se vê é uma sucessão de repetições. E a cantilena dela é sempre a mesma: “vou fazer isso porque o Omar vai me ajudar, ou, o Omar já me garantiu que nessa questão o estado vai me apoiar”. Em síntese, a candidata não diz nada que ela mesma possa fazer sem a ajuda do governador.
Já ouvi de muita gente que a Vanessa está agindo como se fosse uma marionete do Omar e do Eduardo. É um absurdo! Algumas pessoas, para andar, geralmente precisam de uma bengala. A Vanessa precisa de duas. É uma exagerada. Quem me pode provar que a Vanessa já administrou alguma coisa na vida? Pessoas que a conhecem na intimidade, dizem que, preocupada com os mandatos que exerceu e em incentivar greves, nas mais variadas categorias do serviço público, nunca teve tempo nem para administrar à própria casa.
Foi para o Senado para defender o Amazonas e, até agora, ainda não se sabe de nenhum trabalho que tenha feito em prol do Estado. Nas duas PECs, enviadas pela Presidente Dilma ao Congresso Nacional, retirando daqui a exclusividade da produção de molden e tablets, para não desagradar o Palácio do Planalto, fugiu do plenário qual uma coelhinha assustada. Uma vergonha!
Ora, se ela, a Vanessa, não conseguiu ser uma boa senadora, como vai ser uma boa prefeita de Manaus? Essa pergunta não quer calar na boca de muita gente. Acredito que é por isso que ela, no seu programa político, não diz duas palavras sem afirmar que o Omar vai ajudá-la. Afinal, em caso de ela ganhar a eleição, o Omar, além de governar o Amazonas, também vai ter que governar o município de Manaus? É o que todo mundo pensa.   

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM 


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

CCJR rigorosa na análise das propostas na Casa


Participaram da reunião os vereadores Mário Frota (PSDB) - presidente, Elias Emanuel (PSB), Socorro Sampaio (PP) e Ademar Bandeira (PT), membros.
 De uma pauta de dez projetos examinados na manhã desta terça-feira (28) pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), apenas três receberam pareceres favoráveis, inclusive um que teve o parecer contrário do relator rejeitado pela comissão. Outros três foram retirados de pauta para adequações e quatro tiveram parecer contrário, entre os quais, um que estava com parecer favorável do relator.
Entre os projetos com parecer favorável da CCJR está o de Emenda à Lomam (Lei Orgânica do Município de Manaus), de autoria do vereador Waldemir José (PT), que inclui a Seção IV, contendo o Artigo 370-A nessa Lei, que trata da questão indígena. Outro que teve parecer favorável é o de autoria da vereadora Marise Mendes (PDT), com emenda do vereador Jaildo dos Rodoviários (PRP), que dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de curso de Relações Humanas para motoristas de transporte coletivo na cidade de Manaus.
O projeto que teve o parecer contrário do relator rejeitado pela CCJR é o de autoria do vereador Jaildo, que obriga os órgãos municipais responsáveis pelos concursos públicos a convocarem os nomeados por correspondência oficial registrada.
Dos três projetos retirados de pauta, dois foram a pedido de seus autores, Elias Emanuel (PSB) e Ademar Bandeira (PT). O terceiro, de autoria do vereador Waldemir José (PT), que disciplina as nomeações para cargos em comissão no âmbito dos órgãos do poder Executivo Municipal, foi retirado porque a proposta já está contemplada na Lei da Ficha Limpa.
Os projetos com parecer contrário são dois de autoria do vereador Massami Miki (PSL) e um do vereador Eloi Abreu (PTN), além da aposição de Veto Total ao Projeto de Lei de autoria do vereador Dr. Francisco Gomes (PSD), que considera de Utilidade Pública a Associação de Desenvolvimento Ambiental para inclusão no Mercado Profissional (ASDAIMP). A vereadora Socorro Sampaio (PP) deu parecer contrário ao Veto e teve o apoio da comissão.
Todos os projetos serão encaminhados para votação do plenário. Participaram da reunião os vereadores Mário Frota (PSDB) - presidente, Elias Emanuel (PSB), Socorro Sampaio (PP) e Ademar Bandeira (PT), membros.

Fonte: Manoel Marques
Fotografia: Plutarco Botelho

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PEÇO A DEUS QUE O AMAZONINO RECUPERE A SAÚDE E RETORNE PARA O SEIO DA SUA FAMÍLIA


Por: Vereador Mário Frota*
"Como cristão, não quero que o Amazonino morra. Quero é que ele viva para eu continuar no calcanhar dele, fazendo-lhe a dura oposição que sempre fiz"
Sou adversário do Amazonino, mas, como cristão que sou, não quero que ele morra. Tive brigas com ele, muitas vezes usando linguagem áspera, a exemplo do episódio em que eu era deputado estadual e denunciei a casa milionária que construiu às margens do Igarapé do Tarumã, que terminou estampada em todos os jornais e revistas do País e ganhou entre cinco a sete minutos no programa Fantástico, da Globo.
Em represália, o Negão e a sua turma, na época o Pauderney ainda fazia parte do grupo, engendraram uma patifaria que culminou numa gravação feita por um pilantra contratado para imitar a minha voz. A revista Isto É, de forma irresponsável, possivelmente em troca de dinheiro, publicou a tal gravação. A confusão tomou corpo e teve repercussão nacional, porque Jader Barbalho, o então Presidente do Senado, aparecia na tal gravação como beneficiário de uma propina. Foi um Deus nos acuda.
Quase um mês depois a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, descobriram que se tratava de uma fraude grosseira, infame, e pegou toda a turma, incluindo aí o João Braga (o Braguinha), hoje chefe da Casa Civil da Prefeitura, o Pauderney, e outros vilões, todos pertencentes ao grupo do então governador Amazonino Mendes. Foi um escândalo. O processo subiu para Brasília, em razão do Pauderney ter fórum privilegiado como deputado federal, e lá, desapareceu nas gavetas dos tribunais de Justiça. Moral da história: nenhum deles foi punido. O nome disso é Brasil, o país da impunidade, a mãe de todos os males.
É claro que não esqueci nada disso. No entanto, não desejo a morte para o meu pior inimigo. Da tribuna da Câmara, em aparte ontem, ao vereador Homero Miranda Leão, que noticiava a internação de Amazonino, no Sírio Libanês de São Paulo, para se submeter a uma cirurgia do coração, disse-lhe que pedia a Deus que ele, o Amazonino, superasse o perigo inerente a esse tipo de intervenção cirúrgica, e retornasse com vida para o seio da sua família. Logo depois, um colega brincando me disse: “Mário, logo você, o mais ferrenho adversário do Amazonino, agora pede a Deus pela sua saúde?” Também em tom de brincadeira, respondi: é verdade, estou rezando muito para que ele saia com vida dessa cirurgia. Ora, se ele morrer vou fazer oposição a quem?   

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

MÁRIO FROTA DESEJA PRONTO RESTABELECIMENTO À AMAZONINO



Cirurgia do prefeito: Vereadores solidários
MÁRIO FROTA DESEJA PRONTO RESTABELECIMENTO À AMAZONINO
Mário Frota (PSDB) conhecido como um dos mais fervorosos representantes da oposição ao prefeito foi um dos parlamentares que se pronunciou sobre a operação de Amazonino. “Eu poderia fazer aqui um agrado, dizer que ele é um grande homem, algo que eu não acho que seja, mas quero deixar claro que nós não somos inimigos, somos apenas adversários políticos e não quero que ele morra. Eu quero que a cirurgia dele seja bem sucedida e que ele volte à administração de Manaus até o dia 31 de dezembro”, disse Frota.
Fonte: Matéria veiculada no jornal A Crítica, de 20.08.12 – pág. A5

domingo, 26 de agosto de 2012

COMISSÃO MANTÉM VETOS DO EXECUTIVO A PROPOSTAS DA CASA



Mário Frota, presidente da CCJR:
 “A CCJ deve iluminar os caminhos dos parlamentares já que a decisão aqui não é terminativa como no Congresso Nacional”.
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Manaus (CMM) manteve três vetos totais da prefeitura a projetos apresentados pelos vereadores. Segundo o presidente da Comissão, Mário Frota (PSDB), a análise dos vetos seguiu os preceitos da legalidade e constitucionalidade, deixando de lado as adversidades políticas. O tucano diz que a CCJR deve ser a ‘luz’ do plenário e colaborar para que os próprios vereadores não sejam surpreendidos com decisões contrárias vindas do Executivo Municipal. “A CCJ deve iluminar os caminhos dos parlamentares já que a decisão aqui não é terminativa como no Congresso Nacional. Para que isso aconteça é necessário uma mudança no Regimento Interno da Casa”, explicou.
O primeiro veto total foi o de número 030 ao projeto de lei nº425/2009, do vereador Jaildo dos Rodoviários (PRP), que “dispõe sobre o pagamento da cesta básica e do vale-alimentação, em dinheiro, para os empregados do Sistema de Transporte Coletivo Urbano”. O veto foi mantido pela totalidade dos vereadores presentes à 16ª Reunião Ordinária da CCJ, realizada na manhã desta terça-feira (21). O argumento da vereadora Socorro Sampaio (PP), parecerista da matéria, de que a Câmara não pode Legislar sobre matéria trabalhista, prerrogativa que cabe apenas ao Congresso Nacional, foi mantido pelos vereadores presentes. Membro da CCJ e sindicalista de carreira, o vereador Joaquim Lucena (PSB) disse que a comissão não poderia votar contra a própria Constituição Brasileira. “Essa é uma matéria que abrange a Consolidação das Leis do Trabalho, portanto, foge à alçada dessa Comissão”, sustentou.
O segundo veto total de nº 041/2012 ao projeto de lei do vereador Elias Emanuel (PSB) que “obriga as empresas de transporte coletivo da cidade de Manaus a divulgarem ao lado da porta de entrada e saída dos ônibus, as datas de fabricação e do início de operação do veículo”. O parecer favorável ao veto foi emitido pelo vereador Ademar Bandeira (PT) que justificou a decisão. “Os veículos já estão circulando, no Município, com essas informações nas laterais e partes traseiras”, argumentou.
O terceiro veto total aconteceu sobre a proposta do ex-vereador, agora deputado estadual, Marcelo Ramos (PSB) que “institui o Sistema Municipal de Bibliotecas escolares do Município de Manaus”, foi mantido pela totalidade dos membros da CCJ presentes à reunião. “A CCJR não pode derrubar este veto total porque os vereadores não podem legislar em matérias orçamentárias onde não há sequer uma previsão de recursos para este fim” concluiu o presidente da Comissão de Constituição Justiça e Redação da Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Fonte: DIRCOM
Fotografia: Sérgio Oliveira