segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

AMAZONINO CHAMA EDUARDO DE PICARETA, ENGANADOR E DESONESTO

Sinto nojo desse triste espetáculo que, por razões puramente eleitoreiras, alguns candidatos a prefeito estão aprontando em torno do abastecimento de água nas zonas Leste e Norte da cidade. Confesso que nunca vi maior cachorrada. Com a aproximação da eleição, os demagogos começam a se assanhar, cada um tentando mostrar ao povo que fez o possível para que essas áreas fossem beneficiadas com o precioso líquido.

A coisa beira o ridículo. No desespero pelo voto, um passou a acusar o outro, chegando-se ao extremo do Amazonino tachar o Eduardo Braga com expressões como picareta, enganador e desonesto. Por seu lado, o Serafim, que também é um dos culpados pela falta d’água nessas áreas da cidade, lançou desafio ao Amazonino para um duelo, em forma de debate. Segundo ele, o Negão pode escolher a rádio ou a televisão que desejar. Até parece filme de faroeste. Esses caras são hilários, bufões de opereta.

Por que não parar com essa discussão de comadres e, em respeito aos 600 mil moradores de Manaus, que não têm água em casa nem para beber, não sentam à mesa para encontrar uma solução para o problema? Amazonino, Omar Aziz e a Águas do Amazonas, devem conversar com o propósito de encontrar uma saída para colocar em funcionamento o Programa Águas para Manaus (Proama), um projeto que custou aos cofres do Estado, ou melhor, ao bolso do povo do Amazonas, a bagatela de 365 milhões.

O que a imprensa informa é que o projeto está pronto, mas está faltando a tubulação para levar a água à casa dos consumidores. Como é que se projeta uma tomada água desse valor, sem levar em conta os canos necessários para fazer a água chegar às casas? Até parece com a história do sujeito que só depois que comprou um carro, é que lembrou que a cidade onde mora não tem rua. Isso é o que se pode chamar de teatro do absurdo. Nessa feia história não tem inocente. Aliás, os atores desse palco surreal são todos culpados. O problema é que o leite já foi derramado; a m... está feita. O que o povo das zonas Leste e Norte, vítima desses irresponsáveis, deseja agora – e isso já era para ter sido feito ontem -, é ver a água chegar à sua casa. Será que faltaria água nessas duas zonas se esses caras, que ora se engalfinham, morassem por lá? Duvido muito. Mais do que isso: seria impossível.

Por: Vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

domingo, 19 de fevereiro de 2012

AMAZONINO SÓ FALTA VENDER O TEATRO AMAZONAS E O ENCONTRO DAS ÁGUAS


Em um leilão público realizado no dia 29 de junho de 2000, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, a Suez, empresa francesa que atua na área de saneamento, foi a vencedora do leilão da Manaus Saneamento, subsidiária integral da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama). Em 11 de agosto de 2000 a empresa passou a se chamar Águas do Amazonas S.A.

Amazonino diz pelos jornais que a empresa Águas do Amazonas está fora de Manaus. Alguns anos depois, a mesma pessoa que trouxe esse pessoal para o Amazonas, agora quer mandá-los embora. Até parece uma brincadeira, mas não é. Pelo que conheço do Negão, isso me cheira a jogada, parece-me mais uma manobra engendrada com propósito de render um bom negócio para ele e a sua turma. Quem duvida?

Quando governador, privatizou o BEA, o Porto de Manaus e, por último, ou seja, no final do seu 3º governo, livrou-se da Cosama, vendendo-a para o Grupo Suez (empresa francesa, a segunda maior do mundo no ramo de energia), pelo preço, à época, de R$ 180 milhões. O que se sabe - porque a imprensa noticiou - é que 5% dessa grana foi para os cofres do município, R$ 40 milhões terminaram na conta da empresa que intermediou o negócio e, o resto, uma bolada, ninguém nunca soube ao certo onde foi parar.

Esse Amazonino não é fácil. Privatização, como dá dinheiro, é com ele mesmo. Ao longo desses anos ele só não privatizou ou vendeu a empresas privadas o Teatro Amazonas, o Encontro das Águas o o Arquipélago de Anavilhanas porque não teve como. Agora, como prefeito, aprovou leis em que privatiza estacionamento (projeto Zona Azul), a retirada do lixo da cidade e, mais recentemente, fez a maioria que tem na Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovar uma lei em que privatiza a Ponta Negra, as feiras e mercados, os parques da cidade, as praças de alimentação, os cemitérios, e qualquer outro espaço público que lhe der na telha.

O homenzinho não mete prego sem estopa. Essa história agora de mandar embora a Águas do Amazonas e trazer outra empresa para cuidar exatamente da mesma coisa, me deixa com a pulga atrás da orelha. E deixa tanto, que já está coçando. Tem mutreta pela frente, só não vê quem é leso, como dizemos por aqui. Com a construção do Programa Águas para Manaus (Proama), agora em vias de inauguração, por que não encontrar uma fórmula negociada entre a Prefeitura, Governo do Estado e a Águas do Amazonas?

A vida inteira esperou-se a construção da tomada d’água, na região das Lajes, com objetivo de abastecer com o precioso líquido às populações das Zonas Leste e Norte. E por que, agora, essa cachorrada e lances ridículos de ciúme? Quanta politicagem! Enquanto eles brigam, o povo dessas regiões geme pela falta de água nas suas casas. Não fosse ano eleitoral, estaria essa briguinha de comadre acontecendo? Claro que não.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FROTA RETORNA AÇÃO PARA REABRIR A SANTA CASA DE MISERICÓRDIA


O vereador Mário Frota (PSDB) retornou na manhã desta sexta-feira (17) com mais uma manifestação em frente à Santa Casa de Misericórdia, no Centro, em uma ação coordenada com vistas à reabertura do hospital, fechado há sete anos.
Fonte: http://www.cmm.am.gov.br/