domingo, 23 de outubro de 2011

AMAZONINO ENGANOU O DESEMBARGADOR CHALUB


“Amazonino, quem te elegeu foi o povo e não os

teus comparsas, donos de ônibus. Cria vergonha, rapaz!”

Todo mundo sabe da minha admiração e respeito pelo desembargador Domingos Chalub, magistrado por mim elogiado neste blog e da tribuna da CMM, por ter mantido a decisão do Juiz Rosselberto Himenese, que reduziu o abusivo preço da passagem cobrada pelos donos de ônibus no valor de R$ 2,75 centavos, para os R$ 2,25 que vinham sendo anteriormente pagos.

O que entendo, é que o prefeito Amazonino Mendes e os seus amigos donos de ônibus distorceram a verdade ao ilustre desembargador, confundindo-o e, dessa forma, induzindo-o a erro, quando, na argumentação que serviu de respaldo para aumentar a passagem para os R$ 2,75, o faz sob o argumento de que “o contrato pede frota renovada e não veículos novos”.

De forma cínica, extremamente desavergonhada, o prefeito e os donos de ônibus mentiram para o desembargador Domingos Chalub, jogando-o contra o povo desta Manaus que o viu nascer e que ele ama muito. Usaram de sofisma com o desembargador e o fizeram errar. O contrato de renovação da frota compreende veículos novos, zerados, como foi amplamente divulgado pela SMTU, e não com ônibus usados, desamassados e pintados com as novas cores.

Da tribuna da Câmara Municipal afirmei que, na condição de vice do Serafim, vi e denunciei o que eles fizeram no passado quando naquela história dos 500 ônibus que eles colocaram nas ruas de Manaus, como novos, com aquela frase na traseira de cada veículo que dizia: “SOMOS 500 ÔNIBUS NOVOS. EU SOU UM DELES”. Os ônibus que eles garantiam que eram novos, logo começaram a quebrar, quando não pegar fogo por aí.

Por tudo o que sei e vi no passado e agora, é que afirmei da tribuna que renuncio ao meu mandato se esse pessoal provar que esses ônibus são novos, zerados, como eles, os donos de ônibus e o Prefeito, na maior cara-de-pau, tentaram aplicar na população. Zero coisa nenhuma. A vida inteira essa turma da pesada maquiou ônibus fazendo-os passar por novos. É por isso que eles me processaram quando, no início dessa legislatura, pelo jornal A Crítica, disse que havia alertado ao Serafim para que não tratasse esse pessoal como cavalheiros, mas como mafiosos, pessoas sem escrúpulos, que a vida inteira enganaram e espoliaram o nosso povo.

Ao induzir o desembargador a usar tal expressão, ou seja, que o contrato pede frota renovada e não ônibus novos, finalmente eles deixaram cair a máscara e assumiram que a frota, ao contrário do que eles e o prefeito afirmavam ser nova, tem muito ônibus maquiado, não resistindo a mais superficial investigação. AMAZONINO, QUEM TE ELEGEU FOI O POVO E NÃO OS TEUS COMPARSAS, DONOS DE ÔNIBUS. CRIA VERGONHA, RAPAZ.

Por: vereador Mário Frota (PSDB)

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Moradores do Rio Piorini pedem da CMM aprovação da posse definitiva da área

Mário Frota lembrou que a comunidade é um bairro construído há mais de 15 anos com um déficit habitacional de 17 mil pessoas, onde possui creche, supermercados, escolas.

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) realizou, na manhã desta quarta-feira (19), uma Tribuna Popular para discutir a permanência de moradores na comunidade Rio Piorini. O tema voltou ao plenário após recebimento do veto total do Executivo ao projeto de lei de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), que reapresentou este ano a propositura com ajustes. A lei propõe que a área seja reconhecida como um bairro e não como área de proteção ambiental. Frota e o representante dos moradores foram, inclusive, pedir auxilio jurídico do Ministério Público Estadual (MPE). Frota explica que o projeto foi bem pensado e discutido, e que agora a questão esta nas mãos desta Casa Legislativa. O parlamentar garante que esse ano o projeto foi subscrito com orientação da Procuradoria Jurídica da CMM, e que não há erro de legalidade. O vereador lembrou que a comunidade é um bairro construído há mais de 15 anos com um déficit habitacional de 17 mil pessoas, onde possui creche, supermercados, escolas.

O diretor da comunidade, José Carlos de Almeida, agradeceu a oportunidade de mais uma vez a Câmara discutir sobre o assunto, e acredita que a comunidade agora depende somente dos parlamentares aprovarem para que o processo entre em vigor. Para ele, os vereadores são os defensores da comunidade. “Estamos entre a cruz e a espada. Queremos garantir nossa moradia”. Segundo o diretor, a comunidade sofre diariamente com as ameaças de despejo recebidas da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMMA). Almeida pede que a Câmara se sensibilize com o descaso em relação aos moradores e vote favorável ao projeto para que eles tenham seus direitos garantidos, salientou José Carlos.

Elias Emanuel (PSB) sugeriu que os representantes da comunidade sejam orientados pela Vara do Meio Ambiente sobre o andamento do processo. “O assunto não pode ser empurrado com a barriga”, disse o socialista. Para ele, todos os parlamentares devem ter interesse em resolver a questão. Elias lembrou, ainda, que o projeto foi aprovado pela maioria em dois turnos e pede para que haja uma reunião com todos os responsáveis da Comissão de Meio Ambiente da CMM, diretores e presidentes da comunidade.

Fonte: Andréa Nogueira

Fotografia: Plutarco Botelho

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

AMAZONINO CRITICA REDE CALDERARO E ESQUECE MANAUS



Silvana Lorenzi e Ângelo Derenze, gerente de franquias e presidente da Casa Cor, respectivamente; Cristina Calderaro Correa e Mário Jorge Correa, representantes da Casa Cor no Amazonas, evento realizado no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (foto acima); e Robério Braga, Secretário Estadual de Cultura.

A impressão que tenho é que o Amazonino pirou de vez. Primeiro, ele assina uma nota em que vê conspiração para todo lado. Todo mundo está unido para destruir a sua administração: Ministério Público, Judiciário, a oposição na Câmara e, por último, diz que ‘forças ocultas’ querem destruir a sua administração. É uma maluquice sem fim. Agora, num segundo momento, passou a disparar a sua metralhadora giratória para todos os lados, não escapando nem mesmo a Casa Cor, um excelente evento promovido pela Rede Calderaro de Comunicação, que movimenta a economia da cidade e revela talentos ao divulgar as novas tendências na área do design de interiores. Segundo ele, é um sacrilégio usar o Centro Cultural dos Povos da Amazônia para abrigar esse tipo de atividade artístico e empresarial. O que vejo - e posso testemunhar - é que, por ocasião desse evento promovido pela Rede Calderaro, o local é visitado por milhares de pessoas, ávidas para conhecer as novidades apresentadas pela Casa Cor, inclusive frequentar bons restaurantes que, em termos de culinária, nada perdem para os melhores do País, a exemplo do Le Lieu.

Ele, o Amazonino, se diz orgulhoso de ter construído o Centro Cultural dos Povos da Amazônia. Pessoalmente, acho que se trata de uma obra importante. Não sou contra, pelo contrário. O que não concordo é ele ter escolhido exatamente uma praça, a chamada Bola da Suframa, para construir essa obra em cima. Um absurdo. Manaus é pobre em praças e, a da Suframa, era a única existente naquela área geográfica da cidade, constituída por vários bairros. Por que então ocupar o território de uma praça? Será que em Manaus não havia nem um terreno para a construção do Museu? Tudo indica que o Amazonino nunca leu os versos imortais de Castro Alves: “A PRAÇA É DO POVO, COMO O CÉU É DO CONDOR”.

Há dois anos seguidos, em companhia da minha mulher visito a Casa Cor. Pelo menos, nessa época aquele espaço fica movimentado e deixa de parecer um lugar habitado por fantasmas. Parabéns, pessoal de A Crítica, pela bela festa que vocês anualmente organizam. Esqueçam as críticas do Amazonino. O evento é bonito e dignifica os espaços do Centro Cultural dos Povos da Amazônia. Mandem o Amazonino plantar batatas, ou melhor, cuidar de melhorar Manaus, principalmente na área do transporte coletivo que, por incompetência dele, é hoje o mais caro e ruim do País. Feio e vergonhoso é isso.

Por: Vereador Mário Frota (PSDB)

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

AMAZONINO CULPA OPOSIÇÃO PELA INCOMPETÊNCIA DA SUA ADMINISTRAÇÃO

Como não consegue cumprir as promessas feitas na campanha, surge com esse papo tolo de perseguição, de complô, e outras idiotices.


Quem não leu a nota publicada ontem pelo Amazonino em todos os jornais de Manaus não perdeu nada. O prefeito dá uma de bebê chorão, colocando-se na condição de perseguido por todos: oposição na Câmara, Ministério Público e Poder Judiciário.

Num deplorável espetáculo de autocomiseração tenta parecer uma pessoa perseguida por todos, alguém incompreendido, que carrega um fardo pesado em excesso para os seus ombros. De defensor do povo, que jurou defender e por ele trabalhar nas últimas eleições, agora passou a intransigente defensor dos interesses dos proprietários de ônibus, transformando-se em mero pau mandado, um lacaio desse pessoal de fora, que a vida inteira tratou com o mais soberano desprezo os manauenses, obrigando-os, na marra, a usar ônibus caindo aos pedaços.

Quem pagou pela nota? O bolso dele é que não foi. E os dos empresários muito menos. Quem pagou por essa nota ridícula foi o povo de Manaus, o mesmo que usa esse sistema caótico de transporte coletivo, o pior e mais caro do País. Diz ele na nota que o seu governo é alvo de uma oposição ferrenha, uma verdadeira conspiração, como jamais se viu em nossa história. Acusa ainda ‘forças ocultas’ que tem por meta destruir a sua administração.

Como não consegue cumprir as promessas feitas na campanha, a exemplo de que em 120 dias resolveria os problemas do transporte coletivo, e ainda que em quatro anos construiria mil creches, agora, vendo se aproximar as eleições, no maior desespero, surge com esse papo tolo de perseguição, de complô, e outras idiotices... Por que a dramatização barata? Para justificar o injustificável, ou seja, esse aumento absurdo da tarifa do ônibus que, de R$ 2,00 reais ele fez subir para R$ 2,25 e, agora, para R$ 2,75. No caso do transporte executivo a passagem saltou, sem nenhuma explicação, de R$ 3,00 para R$ 5,50, tudo com o infame propósito de destruir os humildes proprietários dos veículos que, de forma heróica, salvaram o povo de Manaus no pior momento da crise do transporte coletivo da nossa história.

Nessa nota por muito pouco não acusou a rainha da Inglaterra, o Papa e o Dalai Lama pelo seu insucesso à frente da Prefeitura de Manaus. Esses três escaparam agora, mas, com certeza, na próxima podem aparecer como os principais culpados. Na marcha que vai a carruagem, quem duvida?

Por: vereador Mário Frota (PSDB)

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM