terça-feira, 16 de novembro de 2010

AMAZONINO PREFEITO: ESTAMOS PAGANDO PELO VOTO DE MUITOS IDIOTAS


O NEGÃO DESMENTE O SEU LÍDER, QUE FICOU COM CARA DE BOBÃO. COITADO DO RAPAZ. TE CUIDA HOMERO! OLHA NO QUE DÁ QUANDO ALGUÉM MEXE NOS NEGÓCIOS DELE. Esse Amazonino é de morte. O Negão não é de brincadeira. Primeiro fez aprovar a tal de lei criando o Zona Azul. Essa palavra, zona, antigamente só se tornou popular e pronunciada normalmente, quando o presidente Castelo Branco criou a Zona Franca de Manaus. As pessoas evitavam o uso do termo, possivelmente porque era associado a uma área de má fama como, por exemplo, a Zona da Itamaracá e adjacências. Lembro-me que não podia haver um maior insulto a uma pessoa do que dizer que a mãe dele ‘morava na zona’. Quem afirmasse tal coisa ou tinha que estar armado, ou pronto para sair em desabalada, pois a coisa ia ficar preta.

Passado os tempos a palavra zona virou coisa normal e, agora, por força de lei, graças à maioria subserviente que o Negão mantém na Câmara, que aprova qualquer coisa, a exemplo da aprovação da imoral e ilegal taxa do lixo - que neste ano de 2011 todo mundo vai receber um carnê de intimação para pagar - agora cria mais um tributo, também em forma de taxa, para quem quiser estacionar em áreas da cidade, delimitadas pelo nome de Zona Azul.

Li ontem nos jornais, e tal fato foi confirmado pelo seu líder na Câmara, Homero de Miranda Leão, que ele, o Amazonino, havia decidido modificar a lei que criou o Zona Azul, no concernente a obrigação da empresa permissionária ser obrigada a indenizar os carros que forem danificados ou roubados na área de exploração do negócio. Cheguei até a comentar com alguns amigos usando a expressão ‘antes tarde do que nunca’.

No entanto, lendo os jornais hoje, o homemzinho desautoriza o seu líder e afirma, em bom tom, que a lei que criou o Zona Azul vai continuar como está, e que a empresa privada, que vai assumir o negócio, não vai indenizar ninguém...

Quando diz que não recua, o prefeito Negão vai fazer com que os proprietários dos carros que vão estacionar no tal de Zona Azul paguem duas vezes pelo mesmo serviço: a empresa, que vai ser de algum amigo dele, (ou alguém duvida?) e ao flanelinha que vai tomar conta do carro para não deixar ser roubado. É aquela história: quem mandou votar no homem. O que dá raiva é que eu, e muita gente que não votou nesse cara, agora estamos pagando pelo voto de muitos idiotas inconsequentes. Paciência, o que espero é que esse pessoal tome jeito e vote melhor na próxima eleição.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

sábado, 13 de novembro de 2010

CPMF – DILMA JOGA SUJO E TRATA ELEITOR COM DESPREZO



OS ASSESSORES DE DILMA ROUSEFF, ESQUECERAM DE DIZER A ILUSTRE SENHORA, QUE A QUESTÃO CPMF É NITROGLICERINA PURA. A presidente eleita, Dilma Rousseff, ao longo da campanha não deu uma palavra a respeito da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF). Assunto que se pode dizer tratar-se de nitroglicerina pura para ser discutido em época eleitoral. Ato seguinte à eleição soltou um balão de ensaio, usando alguns dos governadores eleitos ou reeleitos, e prometeu analisar a criação do retorno da CPMF.

A reação logo se fez ouvir. Estourou como uma bomba. As pessoas se sentiram traídas e se indignaram com toda a razão. Ora, se era sua pretensão recriar a CPMF, porque então, ao longo da campanha eleitoral, não se pronunciou a respeito? Em minha opinião o nome disso é jogo sujo; é tratar os seus eleitores com o mais soberano desprezo. Vejamos: teria conseguido os votos que teve caso tivesse usado de sinceridade e afirmado, no programa eleitoral, que era seu propósito ressuscitar a CPMF?

O problema é que terminou mexendo em casa de maribondo, caba, como dizemos por aqui, e a confusão está posta e virou briga feia. Com a recriação da CPMF, o Brasil passa de 83 para 84 tributos, entre cobrança de impostos, taxas e contribuições. Somos os campeões do mundo em tributos. O problema é que há imposto de mais e retribuição em serviços à sociedade de menos. Por exemplo: quem está satisfeito com a segurança pública, com a saúde, com a educação, com o saneamento básico? Ora, na Inglaterra, país onde também os impostos são elevadíssimos, o povo não reclama desses serviços, considerados entre os melhores do planeta.

Espero, eu e todo mundo, principalmente os que votaram na presidenta eleita, que ela use de prudência e bom senso e não permita que tal fato ocorra, pois vai parecer traição, e traição da grossa a muita gente que nela acreditou.

A desculpa para a recriação desse imposto (é possível que venha com um outro nome), é que a saúde vai mal. Ora, quando foi que a saúde foi bem neste país, na época em que povo pagava a CPMF, criada no governo Fernando Henrique Cardoso? Conversa fiada. A saúde continuou igual, nem melhor e nem pior do que hoje. A desculpa esfarrapada só tem um objetivo: meter a mão no bolso do povo e retirar-lhe o último centavo para fazer frente, por exemplo, com a contratação de 24 mil cargos, ditos de confiança, na sua grande maioria para empregar cabos eleitorais do PT, o partido da boquinha, como o batizou o ex-governador do Rio de Janeiro, Antônio Garotinho.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

JAPIIM PODE GANHAR PASSAGEM DE NÍVEL



O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), apresentou propositura para construção de uma Passagem de Nível na avenida Rodrigo Otávio, em frente à loja de informática Amazon Print, com entrada à esquerda para a avenida Perimetral, na confluência com a avenida Tefé, aproveitando o declive natural do local.

De acordo com as justificativas apresentadas pelo vereador, a construção dessa obra vai facilitar o trânsito para os motoristas que se deslocam no sentido Bola da Suframa e Tefé/Coroado, trafegando pelo Japiim, com destino ao Pólo Industrial de Manaus, e Coroado/Japiim, passando pela Rodrigo Otávio, com destino à Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e adjacências. Para o parlamentar, essa obra, vai acabar com as enormes filas de carros que atrapalham o trânsito, em frente ao Supermercado Makro. Para isso o semáforo de trânsito localizado entre a loja São Joaquim Materiais de Construção e a Feirinha do Japiim será retirado para que o trânsito corra livremente, sem congestionamento.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

Mário Frota reclama dos pedidos de vistas aos requerimentos da oposição


O líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus, vereador Mário Frota, discordou dos vereadores governistas que fazem pedidos de vistas dos projetos de lei e requerimentos apresentados pela bancada oposicionista. Segundo o pedetista, os pedidos de vistas visam procrastinar a tramitação de matérias como o requerimento de convocação do prefeito Amazonino Mendes, que ele apresentou esta semana ao plenário.
Falando no pequeno expediente desta terça-feira (10) no plenário Adriano Jorge, Frota questionou a bancada de situação por impedir que o prefeito compareça à CMM para explicar a contratação da empresa Emparsanco e os pagamentos supostamente feitos de forma irregular. Para o parlamentar, é inadmissível que a Câmara abra mão do seu poder fiscalizador sobre a aplicação dos recursos públicos.
Mário Frota lembrou que quando era deputado federal, na época da ditadura, os presidentes de autarquias compareciam ao parlamento para dar explicações. “Vi isso até na época da ditadura, mas aqui isso não acontece”, argumentou.
Ele pediu que o prefeito ‘desça do Olimpo’ e vá a Câmara conversar com os pobres mortais. “Na Câmara estão representadas a maioria e a minoria, então não há motivo para os líderes do prefeito impedir seu comparecimento”, finalizou.

Fonte: Chris Reis
Fotografia: Heraldo Rocha

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PDT DO AMAZONAS – EXPULSÃO SUMARÍSSIMA AOS TRAIDORES


O PDT, CRIADO E COMANDADO POR LEONEL BRIZOLA, É O MESMO DO CARLOS LUPI? O PDT, no Amazonas e no Brasil, saiu encolhido desta eleição. É verdade que repetiu os 27 deputados federais de quatro anos atrás. No entanto, não elegeu um único governador. Pelo o que se sabe, somente um senador foi eleito: o companheiro Cristovam Buarque. Aqui, no Amazonas, não fez sequer um deputado estadual. O PTD de Brizola, tão forte e poderoso em passado recente, está virando um partido nanico. O velho guerreiro deve estar se virando no túmulo. E não é para menos.

Pelo andar da carruagem, caso nada seja feito para salvar o PDT, o partido vai terminar, no futuro, virando uma agremiação partidária minúscula, sem condições de concorrer senão atrelada a outros partidos maiores, a exemplo do que hoje acontece aqui no Estado. Quem poderia imaginar que o PDT, tão forte quando comandado por Brizola, fosse virar partido satélite, ou seja, igual a muitos que existem por aí em órbita de partidos poderosos.

Nesta última eleição, raríssimos dirigentes do partido no interior do Estado apoiaram os candidatos da sigla. A insubordinação foi quase no total. Agiram no maior despudor no apoiamento ostensivo a candidatos de outras agremiações partidárias.

O que aconteceu em muitos municípios, e isso ouvi de muita gente, é que esse pessoal foi motivado por dinheiro e favores políticos, o que piora ainda mais as coisas. O que entendo é que, se permanecer calada, a direção no estado termina por acatar e até aplaudir o que aconteceu. Alguns integrantes da direção do PTD no estado, entre os quais me incluo, não aceitam essa falta de vergonha aberta e explícita e apóiam uma imediata ação punitiva contra os traidores do PDT.

Pessoalmente, só vejo uma saída capaz de moralizar e redimir o PDT, ora encolhido e enxovalhado, é o imediato afastamento (expulsão), de forma sumaríssima, dos que não honram e jamais vão honrar a história de um partido que foi criado neste país com o propósito de aperfeiçoar as instituições democráticas e defender a liberdade. O PDT que aí está, com certeza não é o do Jefferson Péres e, muito menos, o do Brizola.

Em plena ditadura militar, quando comecei minha carreira política pela oposição, o pequeno MDB, que depois virou PMDB, não se curvava à pressão de nenhum poderoso. Os nossos companheiros e companheiras no interior agiam como guerreiros na defesa dos postulados do nosso partido. Lembro-me que eram perseguidos, muitas vezes até presos, mas nunca recuavam. Foram verdadeiros heróis naqueles tempos nebulosos, de muita opressão. Posso citar aqui muitos nomes, mas isso vou deixar para depois, pois pretendo escrever um livro com propósito de resgatar os nomes de todos os companheiros que, naqueles tempos difíceis da vida nacional, sem medo e com muita bravura, empunharam a bandeira da liberdade em nosso estado.

Que diferença daqueles tempos para hoje.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

ELEIÇÕES 2010 – QUANTO A VANESSA GASTOU PARA SE ELEGER?



HOUVE MAIS CORRUPÇÃO ELEITORAL NA ÉPOCA DA DITADURA, OU AGORA, NA DEMOCRACIA? (Leia e tire as suas conclusões). Por que as campanhas políticas estão cada vez mais caras? O limite parece ser o infinito. Afinal de contas, pode um candidato hoje, sem dinheiro, conseguir se eleger a alguma função pública? Pessoalmente, acredito que não. Basta olhar na internet, no portal do TRE, para saber que não.

Nem mesmo na época da ditadura vi coisa igual. Lembro-me que, em 1982, quando Mestrinho foi eleito governador do Estado (na época eu era deputado federal e candidato à reeleição), fui abordado pelo então deputado federal Vilvaldo Frota, que à época integrava o PDS, o partido que apoiava o regime militar, que foi logo me dizendo: “Mário, um candidato a deputado federal do partido de vocês, o Carlos Alberto De Carli, está inflacionando a campanha”. E me deu um exemplo, naturalmente que hipotético: “Quem antes pedia 5, agora pede 500, e vai por aí”.

É bom que se diga que as campanhas dos candidatos do partido ligado ao regime autoritário, então no poder, eram acanhadas, pobretonas, comparadas às campanhas milionárias, a peso de ouro, de hoje. Exemplo: o Fábio Lucena venceu a eleição para o Senado em l978, que lhe foi roubada na abertura das últimas urnas, no município de Atalaia do Norte, região do Alto Solimões, sem um centavo no bolso. Fábio viajava comigo, ou com outro candidato, mas ia logo dizendo: “Companheiros eu não tenho dinheiro para custear nem passagens e nem hospedagem”. Eu, o José Dutra, ou outro candidato do nosso partido, com prazer assumíamos as despesas do Fábio, pois, o importante é que ele, pela sua capacidade de liderança e oratória invulgar, estivesse ao nosso lado.

Vejamos hoje quanto está custando um mandato de senador da República. A Vanessa Grazziotin declarou ao TRE que gastou 4,5 milhões de reais para se eleger. Ora, esse é o gasto declarado. E o peso da máquina administrativa do Estado na campanha, não conta? E o peso da estrutura administrativa dos municípios, também não conta? Somando tudo, ou seja, dinheiro declarado e os recursos das máquinas do estado e dos municípios, quando gastou mesmo a Vanessa para se eleger senadora?

Em 1986, eu para o senado e o Arthur Virgílio para o governo, fizemos uma campanha franciscana, posso dizer que miserável. Não tivemos dinheiro para colocar placas (outdoor) nas ruas. Não podíamos pagar sequer um estúdio para gravar o programa político. O equipamento que conseguimos para fazer as gravações para o programa político era do tipo amador. A gravação, pela ausência de uma sala com proteção acústica, era tão ruim que as pessoas ouviam as mensagens dos candidatos misturadas com o ruído dos ônibus que passavam na rua e a buzina de carros. Foi a campanha do centavo contra o milhão. Resultado: o Arthur venceu em quase a metade dos municípios do interior, inclusive em Eirunepé, a terra do Amazonino, enquanto, no meu caso, todo mundo sabe que venci nas urnas, mas a fraude falou mais alto e, na fase da apuração, no maior cinismo explícito, roubaram o meu mandato.

Por que hoje, quando respiramos o ar da democracia, as eleições, sabidamente, estão mais caras e corruptas? Essa pergunta quem tem que responder é o TSE, o TRE, a Polícia Federal, o Ministério Público, enfim, todos os órgãos legalmente responsáveis por uma eleição limpa e democrática no país. Amigos meus do interior me afirmaram, depois desse pleito, que nunca presenciaram eleição mais corrupta. O preço do voto no interior oscilava de R$ 50,00 a R$ 100,00, ou até o tamanho do bolso do candidato.

Foram 21 anos de luta para que o povo voltasse a ter o direito de eleger os seus governantes, de vereador a presidente da República. O único avanço que ocorreu, pelo menos aqui no Amazonas, foi a rapidez da apuração. Antes, os políticos corruptos compravam votos geralmente nos dias da apuração, enchendo o bolso dos mesários e até de juízes com muito dinheiro. Agora, com a urna eletrônica, a tática mudou e a compra é feita antes. E é o que criminosamente está acontecendo, principalmente nos grotões do interior, onde a fiscalização do TRE e dos partidos é deficiente, basicamente não existe.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM