segunda-feira, 5 de outubro de 2015

REFORMA: DILMA ACREDITA QUE O POVO É BABACA




Dilma e os novos ministros
Por: Vereador Mário Frota*
Dos 39 ministérios só conseguiu cortar 8 e, de 23 mil cargos comissionados, na sua maioria ocupados por petistas, reduziu apenas 3 mil... Ano passado, o jornal Folha de São Paulo denunciou que, no decorrer de 2.014, a presidente gastou 8,8 milhões com cartões corporativos, sendo que desse montante mais de 90% em caráter sigiloso.
Será que alguém de bom senso vai acreditar na reforma ora anunciada pela presidente Dilma? Alguém, como muita razão, já afirmou ser essa senhora a rainha da trapalhada. Equivocada ao extremo continua apostando que os brasileiros acreditam em história de Mula sem cabeça, Saci-Pererê e Papai Noel. Ela não para nunca de acreditar que o povo é babaca, cretino, e que, mais uma vez, vai levá-lo no papo.
Somente depois de 275 dias após ter sido eleita é que promove a primeira reforma, convenhamos um simples arremedo de reforma, um remendo ínfimo, incapaz de evitar que o barco afunde como vem acontecendo. Dos 39 ministérios só conseguiu cortar 8 e, de 23 mil cargos comissionados, na sua maioria ocupados por petistas, reduziu apenas 3 mil. O pior é que não fala quando isso vai acontecer e os critérios que serão adotados para afastar a companheirada da mamata.
Fala também a presidente em diminuir o seu próprio salário e dos trinta e um ministros em 10%.  Será que também vai abrir mão do cartão corporativo que ela e os ministros usam e abusam?  Ano passado, o jornal Folha de São Paulo denunciou que, no decorrer de 2.014, a presidente gastou 8,8 milhões com cartões corporativos, sendo que desse montante mais de 90% em caráter sigiloso. Cartões corporativos também são utilizados por ministros, secretários e outras autoridades de médio e alto escalão ligadas aos ministérios.
E agora?  A título de contenção de despesa a presidente Dilma, os seus ministros e demais funcionários importantes do Poder Executivo vão abrir mão do uso indiscriminado dos cartões corporativos? Não faz muito tempo um ministro petista pagou tapioca com cartão corporativo e uma ministra, usando do mesmo expediente, comprou passagens para parentes e pagou despesas de hotel no exterior. Foi um escândalo.
Ou a presidente e ministros abrem mãos desse tipo de privilégio milionário e imoral, ou, não o fazendo, a alta cúpula ptralha vai continuar mergulhando ainda mais na desmoralização, aumentando o quadro já deteriorado de uma administração marcada por erros e desacertos que terminou desaguando num mar de corrupção sem paralelo na história deste País. (Foto: blog.planalto.gov.br).

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.






sexta-feira, 11 de setembro de 2015

SEMINÁRIO NA CÂMARA DISCUTE MEDIDAS PARA COMBATER DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS EM MANAUS



Vereador Mário Frota, autor do Seminário para discutir o Desperdício de Alimentos em Manaus
Mário Frota: Nós temos que começar a discutir essa questão de forma madura. O Brasil é campeão em desperdício, e aqui em Manaus não é diferente. Grande parte do desperdício está no fato da maioria dos alimentos virem de fora do Estado, e quando chegam não estão mais com a aparência boa para comercializar.

Banco de alimentos e Central de Abastecimento foram algumas das soluções apontadas durante o 1º Seminário de Combate ao Desperdício de Alimentos, realizado na Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta quinta-feira (10). O encontro, de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), contou com a participação de representantes de órgãos ligados ao tema.
Segundo o propositor da discussão, Manaus está entre as cidades do Brasil que mais se perde alimento. “Nós temos que começar a discutir essa questão de forma madura. O Brasil é campeão em desperdício, e aqui em Manaus não é diferente. Grande parte do desperdício está no fato da maioria dos alimentos virem de fora do Estado, e quando chegam não estão mais com a aparência boa para comercializar”, afirmou Mário Frota.
Para o representante do Programa Mesa Brasil SESC em Manaus, Ellivaldo Azevedo, o programa tem trabalhado no combate ao desperdício desde 2003 em Manaus, e apontou que uma das medidas que pode ser aplicada no Estado é a criação do Banco de Alimentos, o que foi feito no Estado do Acre. “Hoje, 90% das doações que o programa recebe são provenientes de doações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que compra os alimentos da agricultura familiar da nossa cidade”, explicou ao se referir ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Conab.
O Programa Banco de Alimentos é uma política que faz parte do Programa de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo Federal. Foi implantado no município de Rio Branco, no mês de maio de 2012. O Banco de Alimentos está localizado na mesma área da Ceasa, estrategicamente escolhido para evitar o desperdício dos produtos comercializados na maior unidade de abastecimento da capital.
Já o representante da Conab, Tomás Meireles, destacou que é preciso que os governos municipal e estadual se unam para o combate ao desperdício dos produtos produzidos pelos os agricultores locais. “Só na nossa capital cem mil pessoas vivem em extrema pobreza. O que nos deixa perplexos pela quantidade de alimentos que são perdidos todos os dias. Precisamos que mais pessoas entrem nessa luta conosco, apesar do trabalho que nós desenvolvemos, não atingimos 10% do que nossos agricultores produzem”, ressaltou.
Na mesma esfera, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Feiras de Manaus (SindFeiras), David Lima, defende a implantação da Central de Abastecimento. “Falta política pública sim, e pessoas para administrar esse setor, porque o feirante tem consciência do desperdício. E uma medida mais viável é a Central de Abastecimento”, pontuou.
Participou também da reunião a diretora da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo, Abastecimento, Feiras e Mercados (Semtef), Jesiane Azevedo.
Texto: Áquila Sicsú – Dircom/CMM
Foto: Tiago Corrêa - DIRCOM/CMM

Fonte: http://www.cmm.am.gov.br/seminario-na-camara-discute-medidas-para-combater-desperdicio-de-alimentos-em-manaus/ 

sábado, 5 de setembro de 2015

CMM REALIZA TRIBUNA POPULAR PARA DISCUTIR DESTINO DOS FLANELINHAS DA ÁREA CENTRAL DE MANAUS



Mário Frota reconheceu que o estacionamento rotativo vem em boa hora para organizar o trânsito no Centro da cidade, porém ressaltou que é preciso discutir uma solução para os trabalhadores que ficaram de fora do projeto. “Defendo a segurança dos flanelinhas.
A Câmara Municipal de Manaus (CMM) realiza, na próxima terça-feira (8), às 9h, Tribuna Popular com representantes da Associação dos Guardadores e Lavadores Autônomos de Veículos Automotores do Estado do Amazonas (Aglavam), para discutir soluções ao destino dos flanelinhas a partir da implantação do sistema de estacionamento do Centro, denominado Zona Azul.
O evento, já marcado na agenda da CMM, é uma iniciativa do vereador Mário Frota (PSDB), e terá como convidado o presidente da entidade, Henrique dos Santos, que, na oportunidade, vem buscar apoio parlamentar para a inserção dos guardadores de carro, visto que apenas 200 deles estão inseridos no Projeto Zona Azul da prefeitura de Manaus.
Mário Frota reconheceu que o estacionamento rotativo vem em boa hora para organizar o trânsito no Centro da cidade, porém ressaltou que é preciso discutir uma solução para os trabalhadores que ficaram de fora do projeto. “Defendo a segurança dos flanelinhas. O Zona Azul deve ser implantado para melhorar o trânsito da cidade, mas qual o destino para os que ficaram de fora do projeto, principalmente os que estão nesse segmento há mais de 20 anos. São muitos pais de família que vão ficar desempregados. Precisamos buscar uma solução”, disse o parlamentar.
De acordo com o contrato de implantação da primeira etapa do Zona Azul,  assinado em agosto pelo prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), um dos principais objetivos da prefeitura é tirar os trabalhadores da informalidade, com expectativa de que 15 mil vagas rotativas sejam inseridas por meio do projeto até o fim de 2015.
Sessão especial
A agenda da semana segue com a sessão especial em alusão ao ‘Dia do Coordenador de Idoso’, marcado para sexta-feira (11), às 10h uma propositura da vereadora Socorro Sampaio (PP).

Texto: Valdete Araújo – DIRCOM/CMM
Foto: Robervaldo Rocha - DIRCOM/CMM

terça-feira, 1 de setembro de 2015

MÁRIO FROTA VAI REALIZAR SEMINÁRIO PARA DISCUTIR DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS EM MANAUS



 “O exemplo dos mineiros já está sendo copiado por vários estados brasileiros como Pernambuco, Ceará, Distrito Federal, Paraná e algumas cidades paulistas. Assim, penso que o Amazonas, também, poderia seguir esse caminho para aproveitar a sobra dos alimentos”.
O vereador Mário Frota (PSDB) vai realizar o I - Seminário Contra o Desperdício de Alimentos em Manaus, no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), no próximo dia 10 de setembro, no horário das 9 às 13h para discutir as perdas de alimentos que acontecem no comércio, nos supermercados, feiras e mercados da cidade.  
De acordo com o parlamentar, este seminário foi criado baseado em uma pesquisa realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ao constatar que cerca de 30% das frutas, verduras e legumes que chegam a Manaus, todos os dias, são jogados no lixo porque se estragam devido às falhas no manuseio e transporte.
A Feira Jorge Teixeira, mais conhecida como Manaus Moderna, revende tomates e mangas que chegam da Bahia, abacates e cebolas de Minas Gerais e melão do Rio Grande do Norte. Todos os produtos são transportados de caminhão até Belém (PA), de onde seguem de balsa para Manaus. No caminho, muitos produtos se perdem, outros são amassados ou mal acondicionados e se estragam.
Quando há algum problema na embarcação, a demora na viagem causa perda de até a metade da carga. Os comerciantes dividem o prejuízo com os consumidores. A perda no transporte afeta diretamente o preço final, porque quando as perdas são maiores do que o esperado, a oferta do produto também é menor.
Em 1992 a Ceasa, de Minas Gerais, comprou máquinas e montou uma fábrica para com capacidade para processar 2 toneladas de sopa por dia com as sobras de verduras. Todo o processo, excluindo o custo com imóvel, custou R$ 80 mil.
“O exemplo dos mineiros já está sendo copiado por vários estados brasileiros como Pernambuco, Ceará, Distrito Federal, Paraná e algumas cidades paulistas. Assim, penso que o Amazonas, também, poderia seguir esse caminho para aproveitar a sobra dos alimentos”, exemplifica Mário Frota. (Por: Roberto Pacheco – MTb 426).