segunda-feira, 10 de março de 2014

A ESTRATÉGIA DE TRANSFORMAR O BRASIL NUMA CUBA NÃO DEU CERTO EM RAZÃO DO ESCÂNDALO DO MENSALÃO




Lula e Mahmoud Ahmadinejad: em nome do povo brasileiro?


Por: Vereador Mário Frota*
Por que o Brasil governado pelo PT procurou, desde que Lula da Silva chegou ao poder, há coisa de 10 anos atrás, aliar-se a países sob controle de governantes autoritários, a exemplo de Cuba, da Venezuela Chavista, do Equador, da Bolívia e, até do Irã, então governado por Mahmoud Ahmadinejad, um exemplar maluco da extrema direita do país dos aiatolás?
O governo brasileiro fecha os olhos e não condena a violência que atinge a oposição na Venezuela, massacrada pelas forças armadas daquele país que, auxiliadas por milícias, muitas delas constituídas por cubanos, espancam e atiram em pessoas indefesas. Vários países da América do Sul reagiram indignados, enquanto o governo petista covardemente apoia o tal Maduro, em especial o líder maior dos petralhas, o ex-presidente Lula, que se adiantou e gravou mensagem condenando os manifestantes, apresentando solidariedade aos que massacram o povo pelo crime de protestar contra a falta de liberdade política e o desabastecimento em que mergulhou a Venezuela, hoje desprovida de tudo, principalmente de alimentos.
Por que o Brasil governado pelo PT procurou, desde que Lula da Silva chegou ao poder, há coisa de 10 anos atrás, aliar-se a países sob controle de governantes autoritários, a exemplo de Cuba, da Venezuela Chavista, do Equador, da Bolívia e, até do Irã, então governado por Mahmoud Ahmadinejad, um exemplar maluco da extrema direita do país dos aiatolás? Resposta: tal alinhamento com esses países de regime autoritário teve início com a esperança dos lulapetistas de, com dinheiro roubado do esquema mensalão, corromper parlamentares federais com o torpe objetivo de conseguir um terceiro mandato para o Lula.
A estratégia de transformar o Brasil num primeiro momento numa Venezuela e, num segundo, numa Cuba, obviamente que não deu certo em razão do escândalo do mensalão ter vindo à tona e, dessa forma, o sonho dos comunistas do PT de Lula e Dilma, aliados aos partidos da extrema esquerda, a exemplo do PCdoB, despencou barranco abaixo, em razão do julgamento e prisão, via Supremo Tribunal Federal, da cúpula petista nas dependências do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Eis aí a razão da paixão desenfreada do governo petista pelos governos autoritários de esquerda que tentam se firmar na América Latina. No Fórum de São Paulo, constituído pelos governantes desses países, é onde tais articulações são criminosamente estudadas e executadas.  A meta dos integrantes desse fórum é desmontar as democracias do continente, preparando-as para o golpe da implantação de ditaduras de extrema esquerda. Por tudo isso, Lula e outros líderes desse fórum no Brasil deveriam ser julgados e presos por crime contra a liberdade e a ordem democrática.

*Advogado;
*Líder do PDT na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.

domingo, 2 de março de 2014

SEIS MINISTROS NOMEADOS POR LULA E DILMA, DOCILMENTE, CONTRA TUDO E TODOS, INOCENTOU A CÚPULA PETISTA







Richard Nixon entregou as fitas do Watergate e, dias depois, por medo de enfrentar um processo de cassação por impeachment, renunciou ao mandato.


Por: Vereador Mário frota*
Comparado ao que aconteceu aqui, Watergate é fichinha, café pequeno. Enquanto o escândalo que mais abalou a história americana envolvia espionagem, aqui a direção do PT foi pega roubando milhões do dinheiro público. Desse Brasil sinto vergonha. Depois desse exemplo debochado, vergonhoso e infame, que esperança ainda podemos ter no futuro desta infelicitada nação?
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), absolvendo os corruptos da cúpula petista de crime de formação de quadrilha estarreceu a nação, e provocou pelas redes de comunicação, via internet, uma verdadeira enxurrada de protestos jamais ocorridos desde o surgimento desse instrumento de comunicação social. Pessoalmente, confesso que fiquei perplexo, triste e decepcionado como brasileiro que lutou contra a ditadura militar pela redemocratização do País, por acreditar que, num sistema democrático, onde o povo vota livremente nos seus candidatos, as instituições nacionais seriam fortalecidas e o povo respeitado.
Dentre os três poderes da República, dois são políticos, o Executivo e o Legislativo, pois que os seus integrantes são eleitos pelo povo com mandato por tempo determinado. Já o Poder Judiciário, com os seus membros vitalícios, além de outras prerrogativas constitucionais, restringe-se ao exame e julgamento das leis emanadas pelo Poder Legislativo, em caráter concreto. Segundo o Barão de Montesquieu, o idealizador desse sistema tripartite dos poderes do estado, o mais importante é o Legislativo por ser o detentor da soberania nacional.
Obviamente que os três poderes são igualmente importantes na sua esfera de Poder.  No entanto, é no Judiciário que a sociedade mais deve confiar, pois que se trata da porta aberta, a última esperança dos indivíduos na busca da Justiça. Os demais poderes podem até falhar com a sociedade, mas nunca o Judiciário. Quando isso acontece, em quem o povo ainda pode creditar?  O Executivo e o Legislativo, poderes que têm os seus integrantes eleitos pelo povo, em suas fileiras existem pessoas honradas, bem intencionadas, mas também, por culpa dos eleitores, estão eivadas por pilantras, vigaristas que buscam mandatos como o objetivo de fazer negócios, de se darem bem.
Volto a inicial para dizer que o Poder Judiciário, no meu modo de entender, é a última esperança dos cidadãos e cidadãs na obtenção de Justiça. Rui Barbosa costumava dizer que o povo norte americano olhava com desconfiança os poderes Executivo e Legislativo do seu País, mas nunca em relação ao Judiciário, reverenciado pelos estadunidenses com o mais profundo respeito. E Rui tinha razão, senão vejamos.
Quando do episódio Watergate, considerado o maior escândalo da história dos Estados Unidos da América, a Suprema Corte, instada pelos advogados do partido democrata, determinou que o presidente Richard Nixon entregasse as fitas de gravações feitas na Casa Branca. Foi a gota d´água que faltava. Nixon as entregou e, dias depois, por medo de enfrentar um processo de cassação por impeachment, renunciou ao mandato.  O fato mais importante nessa história é que os quatro ministros nomeados Nixon, dos nove que integravam àquele tribunal, votaram pela entrega das gravações.  
Ora, aqui se deu o contrário, seis ministros nomeados por Lula e Dilma, docilmente, contra tudo e todos, inocentou a cúpula petista, comprovadamente envolvida no maior escândalo de roubo de dinheiro público da história deste País. Comparado ao que aconteceu aqui, Watergate é fichinha, café pequeno. Enquanto o escândalo que mais abalou a história americana envolvia espionagem, feita por picaretas do partido Republicano na sede do partido Democrata, fato que provocou a queda de um presidente da República, aqui a direção maior do partido de Lula, na época presidente da República, foi pega com a mão na massa, roubando milhões do dinheiro público, com objetivo podre de corromper parlamentares federais a votar nos projetos de interesse do governo.
O único petista importante que ficou de fora foi Lula que, sem tremer a cara, afirmou que não viu e não sabia de nada. Esse não é Brasil que meus pais sonharam para mim e não é o que desejo para os meus filhos. Desse Brasil sinto vergonha, vergonha quando leio nos jornais que pesquisas internacionais apontam o nosso Brasil entre os mais corruptos do Planeta. Depois desse exemplo debochado, vergonhoso e infame, perpetrado contra a nação brasileira indefesa, que esperança ainda podemos ter no futuro desta infelicitada nação?

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e redação da CMM.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

MÁRIO FROTA QUESTIONA PT SOBRE IDONEIDADE DO GOVERNO LULA CITANDO CASTELLO BRANCO






Lulinha, filho de Lula, acusado de receber 15 milhões da Telamar.
“Mas não posso me esquivar de reconhecer que Castello Branco nos deu a Zona Franca de Manaus, numa bandeja de prata. Duvido que o governo implantado pelo PT, apesar de maioria no Congresso, tivesse condições de criar esse modelo econômico aqui, na nossa região nos dias atuais”


 Do plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Mário Frota (PSDB) colocou em dúvida a idoneidade do governo Lula, lembrando um episódio que aconteceu na época da ditadura militar quando o então presidente da República, Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, afastou do cargo o seu irmão, servidor da Receita Federal, porque havia recebido um carro de presente de amigos.
De acordo com o parlamentar, ele citou esse fato porque o vereador Waldemir José, do PT, prometeu entrar com projeto de lei para mudar os nomes das avenidas Castello Branco e Costa e Silva, ambas no bairro de Cachoeirinha, sob o argumento de que esses dois ex presidentes assumiram o comando do país na época da ditadura militar.
Mário Frota lembrou ainda que, quando deputado federal, foi o parlamentar que mais combateu a ditadura implantada no Brasil, em meados dos anos 60 pelos militares. “Mas não posso me esquivar de reconhecer que Castello Branco nos deu a Zona Franca de Manaus, numa bandeja de prata. Duvido que o governo implantado pelo PT, apesar de maioria no Congresso, tivesse condições de criar esse modelo econômico aqui, na nossa região nos dias atuais”, destacou Mário, lembrando que na ditadura militar não havia a corrupção que acontece hoje no país.
Para sustentar seu argumento, Mário leu o seguinte texto, de Élio Gáspari: (Por: Roberto Pacheco - MTb 426).


”Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história tirada do fundo do baú:
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Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro.
O irmão argumentou que se devolvesse ficaria desmoralizado em seu cargo. O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo: "Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não".
E o Lula ainda alega que não existe ninguém 'neste país' com mais moral e ética do que ele”.