quarta-feira, 9 de maio de 2012

CCJR aprova cinco projetos e dois têm pedidos de vistas



Participaram da reunião desta terça-feira o presidente da Comissão, vereadores Mário Frota (PSDB) e os membros Ademar Bandeira (PT), Luis Mitoso (PSD) e Joaquim Lucena (PSB).
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), concedeu na manhã desta terça-feira (08), parecer favorável ao Projeto de Lei Complementar de autoria do vereador Luis Mitoso (PSD), que disciplina o disposto no Plano Diretor Municipal de Resíduos Sólidos de Manaus, tornando obrigatória a apresentação de Plano de Reciclagem de Entulhos de Construção Civil e Demolição para obras que especifica como requisito para a obtenção do Alvará de Licença.
Nessa sessão, a CCJR analisou um total de dez Projetos de Leis, dos quais cinco receberam parecer favoráveis, dois tiveram pedidos de vistas e três foram encaminhados à Procuradoria Geral da Casa para uma análise mais abalizada e correção redacional. Os projetos com parecer favorável serão levados para votação do plenário na próxima sessão da Ordem do Dia.
Além do projeto do Plano de Reciclagem de Entulhos, recebeu parecer favorável outro projeto do vereador Mitoso que altera a redação do Artigo 15 da Lei Orgânica do Município de Manaus, que trata da soberania popular; também o de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), que dispõe sobre a infração e regulamenta o uso de aparelhos sonoros em transportes coletivo de passageiros; o da vereadora Cida Gurgel (PRP), que trata sobre a ordenação dos números das residências em todas as ruas e becos da cidade de Manaus; e o de autoria do ex-vereador e hoje deputado estadual, José Ricardo (PT), que altera o Artigo 1º da Lei nº 167 de 13/09/2005, a Lei das Filas, incluindo no processo o serviço de cartório extrajudicial.
Os projetos com pedidos de vistas e os encaminhados a Procuradoria deverão voltar a pauta da CCJR na próxima reunião ordinária da comissão, que a partir de agora serão realizadas todas as terças-feiras, as 08h30, na sala de reuniões das comissões. Participaram da reunião desta terça-feira o presidente da Comissão, vereadores Mário Frota (PSDB) e os membros Ademar Bandeira (PT), Luis Mitoso (PSD) e Joaquim Lucena (PSB).

Fonte: Manoel Marques
Fotografia: Plutarco Botelho

terça-feira, 8 de maio de 2012

Frota aponta omissão de Amazonino em ralação a enchente


“Enquanto a população sofre, não se vê a preocupação do prefeito em dar assistência. Parabenizo a ação do governador (Omar), que tem visitado os bairros e anunciado ajuda aos comunitários. Enquanto isso, Amazonino só viaja”,
        
O descaso do prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PDT), quanto às vítimas da enchente que atinge alguns bairros da capital foi o principal assunto discutido pelos vereadores no Pequeno Expediente da Câmara Municipal de segunda-feira (7). O vereador Mário Frota (PSDB), abriu o debate, ao afirmar que o governador do Estado, Omar Aziz (PSD), tem assumido o comando da capital, função que deveria ser exercida pelo atual gestor municipal. “Enquanto a população sofre, não se vê a preocupação do prefeito em dar assistência. Parabenizo a ação do governador (Omar), que tem visitado os bairros e anunciado ajuda aos comunitários. Enquanto isso, Amazonino só viaja”, disse.
Ao dizer que a cidade tem passado por muitos fatos sem a presença de Amazonino, Mário recebeu discursos favoráveis à sua opinião. Para o colega da oposição, Elias Emanuel (PSB), a administração deve ser planejada e as ações emergenciais executadas de imediato. O vereador ainda questionou o atraso no anúncio do pacote de benefícios humanitários. “A prefeitura não pode dizer que foi surpreendida com as cheias na capital porque deve haver planejamento. As águas devem subir ainda mais e somente amanhã o prefeito anunciará o benefício às vítimas”, reclamou. “Não interessa se o Estado é de emergência ou calamidade pública, as providências da prefeitura não podem ser demoradas”, assevera Elias.
Em defesa de Amazonino, o vereador Roberto Sabino (PRTB), retratou o prefeito municipal como um gestor de ações conjuntas. Ele explicou que, ao assumir o governo, Amazonino sempre atuou junto ao Município, o que demonstra a preocupação com o próximo. “Amazonino sempre trabalhou em forma de ação conjunta. A assistência social é uma marca do seu trabalho, que já acontece há mais de 20 anos. Reclamar é fácil, o difícil é fazer alguma coisa em benefício do povo”, concluiu.

Fonte: Priscila Caldas
Fotografia: Sérgio Oliveira

OMAR VIROU PREFEITO EM RAZÃO DA AUSÊNCIA DE AMAZONINO



Um vereador chegou a pedir que retirasse as expressões de que usei contra o prefeito. Que eu havia faltado com o decoro e que o meu mandato deveria ser cassado.
Hoje, na Câmara, deixei a maioria dos vereadores da situação em polvorosa ao afirmar que o Omar Aziz virou o prefeito de Manaus quando, em razão da ausência do Amazonino, que geralmente se encontra em lugar incerto e não sabido, o governador botou os pés em áreas alagadas da cidade, levando apoio material e palavras de conforto para as vítimas desta tragédia anunciada.
Quando desci da tribuna foi um alarido geral. Ouviram-se gritos, choro e ranger de dentes. Um determinado vereador chegou até a pedir ao presidente da Mesa que retirasse as expressões de baixo calão que usei contra o prefeito. Que eu havia, em razão das ofensas assacadas contra o prefeito, faltado com o decoro parlamentar, portando que, em razão disso, o meu mandato deveria ser cassado.
No final do meu discurso chamei o prefeito Amazonino Mendes de mandrião, traduzindo para o bom português: indolente, preguiçoso, acomodado. Ora, se eles não desejam ouvir expressões desse jaez, porque não aconselham o chefe deles a parar de fazer turismo e sentar o traseiro gordo na cadeira do seu gabinete para começar a governar Manaus, hoje entregue à própria sorte, com o centro da cidade entupido de camelôs, com ruas esburacadas e calçadas rebentadas e cheias de mato (as piores do Brasil, segundo recente pesquisa divulgada pela imprensa nacional), aliás, em muitas ruas nem mesmo calçadas existem, o que é uma vergonha.
Depois de ouvir um monte de desaforos por parte da turma do Amazonino, fui à tribuna e fiz um desafio: ‘Tudo bem. Em caso de algum de vocês me mostrarem uma única foto do prefeito Amazonino visitando alguma dessas áreas alagadas eu peço perdão a ele e a todos os que o apóiam nesta Casa’. Como até o presente momento ele ainda não fez nenhuma visita às pessoas sofridas que vivem nos bairros aonde a enchente chegou, então não há nenhum perigo de eu vir a pedir perdão a ninguém. O desafio está lançado. Espero que ninguém venha me apresentar fotografia tirada amanhã ou depois. Aí não vale.

Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM
Foto: noticias.uol.com.br

sábado, 5 de maio de 2012

AMAZONINO ESBANJA DINHEIRO COM ARTISTAS DE FORA E ABANDONA VÍTIMAS DA ENCHENTE



A visita do governador Omar Aziz a esses locais foi traduzida como um puxão de orelha no prefeito Negão que, prefere fazer turismo, a levar solidariedade às vítimas da enchente
No encerramento deste ano que passou, a Prefeitura de Manaus gastou, só em contratações com artistas de fora, para a festa do Réveillon, a bagatela de R$ 1.072.000,00, conforme denúncia do Sindiman (Sindicato dos Músicos do Estado do Amazonas), devidamente protocolada no Ministério Público do Estado (MPE). Enquanto cantores e bandas de fora receberam cachês milionários, que variavam de R$ 160.000,00 a R$ 702.000,00, os artistas locais foram humilhados com míseros R$ 2.000,00 e R$ 4.000,00. Todas as contratações foram feitas sem licitação, na marra, na calada da noite.
Agora, alguns jornais noticiam que essa mesma Prefeitura pagou uma bagatela de R$ 300.000,00 por um show do Fábio Júnior, na Ponta Negra, por ocasião dos festejos do Dia do Trabalhador, por conta de um programa intitulado Virada Cultural. Um absurdo!
O repertório – nada contra o cantor – de Fábio Júnior, mais para o romântico, tipo água com açúcar, pouco tem da verdadeira Música Popular Brasileira (MPB), fruto da criação genial de grandes mestres, a exemplo de Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Chico Buarque, Antônio Carlos Jobim, Vinícius de Morais, Caetano Veloso, Djavan, Luís Gonzaga, e tantos outros mestres.
Ora, não seria bem mais racional se a Prefeitura, ao invés de pagar R$ 300.00,00 para o Fábio Júnior cantar na Ponta Negra, contratasse 10 conjuntos locais pelo preço de R$ 100.000,00, ou seja, R$ 10.000,00 para cada grupo, que se revezariam no palco, num espetáculo alegre, variado, com cheiro da nossa terra? A vantagem de contratar artistas daqui é gratificante sob todos os aspectos, principalmente porque esse dinheiro, além de ajudar essa rapaziada da região, que hoje nos brinda com uma boa música, também ajudaria a irrigar a economia local.
O que é revoltante é que, enquanto o Amazonino esbanja o nosso dinheiro com artistas de fora, os nossos irmãos, vítimas da enchente, que já invade áreas de 14 bairros de Manaus, estão à míngua, totalmente órfãos da Prefeitura. A visita do governador Omar Aziz a esses locais foi traduzida por todos como um puxão de orelha no prefeito Negão que, até o presente momento prefere fazer turismo, a levar solidariedade e auxílio material para milhares de pessoas que enfrentam o avanço das águas do rio Negro sobre suas moradias. A manchete do Jornal A Crítica de hoje está perfeita: “Omar Prefeito”. Pessoal, vibrei com a bofetada.

Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

quinta-feira, 3 de maio de 2012

OMAR ASSUME CONDIÇÃO DE PREFEITO FRENTE À INÉRCIA DE AMAZONINO


Dê um puxão de orelha no Amazonino, daqueles que deixam o pé do ouvido vermelho. Não refresque com esse mandrião, governador, mande-o parar de fazer turismo e governar Manaus.
Como o prefeito Amazonino Mendes não dá as caras para verificar “in loco” a situação do povo que vive nas áreas alagadas em 14 bairros de Manaus, o governador Omar Aziz mete o pé na lama e, equilibrando-se por passarelas de madeira, construídas pelos próprios habitantes da área, está indo ouvir a população que pede socorro, socorro esse que, se depender do prefeito Negão, não vai chegar nunca para as pessoas que precisam de apoio, levando-se em conta que a água já invade as casas, conforme presenciei no Igarapé do Educandos, a exemplo da de um pobre homem de 80 anos, acometido de derrame, que tem a sua residência alagada até a janela.
Fiquei em estado de perplexidade quando as pessoas me informaram que por lá ainda não apareceu a Defesa Civil do Município de Manaus.  Os habitantes da área estão por conta deles mesmos. Uma senhora e outras pessoas me informaram que as tábuas que estão sendo usadas nas pequenas pontes improvisadas foram retiradas das suas residências, assim como tiveram que dar o seu jeito para elevar o assoalho das suas moradias invadidas pela água. Para testemunhar que não estou mentindo cito o pessoal da TV A Crítica, que lá estava e filmou tudo. 
E aqui vai uma pergunta que não quer calar. Por onde anda a Defesa Civil do Município que ainda não moveu uma palha para levar ajuda àquelas pessoas desesperadas? No orçamento do Município há recursos - e não são poucos - para fazer frente às situações de emergência, a exemplo do que ora ocorre e atinge o patrimônio de milhares de famílias dessas áreas já tomadas pela água do rio Negro. E o que foi feito desse dinheiro? O gato comeu? Ou são muitos os gatos que estão comendo a grana destinada à Defesa Civil, embutida no Orçamento do Município para fazer frente a situações dramáticas como essa?
Vejam a diferença, portanto. Enquanto o prefeito vira as costas para os que estão sofrendo nessas áreas alagadas da cidade, e quer é que essas pessoas se explodam, quem está fazendo a vez de prefeito é o governador Omar Aziz. Parabéns, governador! Da mesma forma como dia desses o senhor passou um carão de público no Eron Bezerra, e mandou que ele fosse criar tambaqui, dê agora um puxão de orelha no Amazonino, daqueles que deixam o pé do ouvido vermelho. Não refresque com esse mandrião, governador, mande-o parar de fazer turismo e governar Manaus, hoje uma cidade abandonada, entregue à sua própria sorte. 

Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDSB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

terça-feira, 1 de maio de 2012

ESSE AMAZONINO É DEMAIS. É POR ISSO QUE EU SOU FÃ DESSE CARA. MAS, QUEM NÃO É?



O prefeito que elas elegeram as abandona e, como ninguém é de ferro, foi tirar umas feriazinhas nas praias ‘calientes’ de Miami. É isso aí turma.  Quem mandou votar no homem?
O Amazonino não é fácil. Dias atrás abandonou Manaus quando a cidade enfrentava uma greve de ônibus, de caráter ilegal, que causou enormes prejuízos a pessoas e empresas. No retorno, na maior cara de pau, quando entrevistado no aeroporto, saiu-se com essa pérola: “não viajei por motivo de doença, mas para descansar”. Os repórteres nem acreditavam no que estavam ouvindo. O homem é um pândego!
Agora, viaja para Miami, segundo ele para tratar de assunto pessoal, e deixa um decreto, assinado algum tempo atrás, que tem por objetivo socorrer pessoas que estão com as suas casas alagadas, em razão da enchente que já atingiu 12 bairros de Manaus. Ora, o problema é que, até a presente data, o tal decreto só existe no papel, haja vista que, até agora, ninguém que vive nesses bairros recebeu da prefeitura qualquer tipo de ajuda, a mínima que fosse
O que se vê são famílias desesperadas, sem saber o que fazer para salvar os seus pertences, que são poucos, mas é tudo o que elas possuem. As ruas estão alagadas e não há madeira para levantar os assoalhos das casas e para a construção de passarelas. É o caos. Enquanto milhares de pessoas gemem, e pedem socorro - socorro esse que não chega - o prefeito que elas elegeram as abandona e, como ninguém é de ferro, foi tirar umas feriazinhas nas praias ‘calientes’ de Miami. É isso aí turma.  Quem mandou votar no homem?
Perguntar não ofende: o que fez a Defesa Civil do Município, até o presente momento, para ajudar as famílias que vivem nos 12 bairros próximos à orla da cidade que já estão alagados? O gato comeu?
Esse é o Amazonino. É demais. É por isso que eu sou fã desse cara. Mas quem não é?
Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM