quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A PIADA QUE MAIS SE OUVE EM MANAUS


“Senhor, para que esse relógio?”

O cidadão morre, chega ao céu, e estranha a presença de centenas de relógios no escritório de São Pedro e lhe pergunta: “Senhor, para que tantos relógios?” E Pedro responde: “Eu te explico meu filho, esses relógios aqui servem para medir as mentiras pronunciadas pelas pessoas lá na Terra. Cada vez que alguém mente e engana a outra, o ponteiro dá uma volta completa, ou seja, se está parado no número 12 ele gira até de novo encontrar o mesmo número”. Mais curioso ainda o cidadão faz outra pergunta a Pedro: “Mestre, e qual destes relógios representa o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes? E o Porteiro do céu completa: “Ele não está aqui, filho, levei-o para casa e estou usando no meu quarto, como ventilador”.

Piadas como essa cada vez se ouve mais. É que o ‘homenzinho’ não pára de mentir nunca. Só para lembrar duas, das muitas mentiras cabeludas que ele soltou pela televisão, no programa eleitoral:

1. Que, ganhando a eleição, resolveria o problema do transporte coletivo em 120 dias;

2. Que, em quatro anos, construiria mil creches em Manaus.

Mentiroso contumaz até agora, passado dois anos e sete meses de mandato, ainda não construiu nenhuma creche, assim como não resolveu o problema, como prometeu, do transporte coletivo. Em outras palavras: se mentir pagasse imposto, o Amazonino já estaria pobre, na miséria há muito tempo.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A INATA CORDIALIDADE DO HOMEM BRASILEIRO ESTÁ LEVANDO PESSOAS AOS CEMITÉRIOS

A juíza Patrícia Aciolli, do Rio de Janeiro, foi atingida à porta da sua casa, com 21 tiros.

O assassinato da juíza Patrícia Aciolli, do Rio de Janeiro, atingida à porta da sua casa, com 21 tiros, nos nivela aos piores países do planeta no quesito segurança. Ora, se um magistrado pode ser fuzilado dessa forma pela bandidagem organizada, agora imagine um simples cidadão, alguém que, em outras palavras, é um anônimo na sociedade?

Frente a crimes tão brutais, como fica a tese sobre a “inata cordialidade do homem brasileiro” defendida pelo historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, pai do nosso Chico Buarque, no 5º capítulo do livro Raízes do Brasil, publicado em 1936? Quando ainda jovem cheguei mesmo a acreditar nessa história do brasileiro ser naturalmente um sujeito amável, cordial e solidário, sem igual no mundo inteiro.

Hoje, pelo amor de Deus, tenho até vergonha de pensar que fui tão ingênuo ao ponto de imaginar que um povo, simplesmente por viver em um país lindo como o Brasil, sem terremotos, furacões e vulcões, pudesse ser melhor, por exemplo, do que os seres humanos que vivem em países conturbados por guerras civis, envolvendo questões religiosas ou de natureza étnica, a exemplo das matanças entre tribos na África, que já produziram milhões de mortos nos últimos anos.

Hoje o meu pensamento tem muito a ver com a história que envolve Bernard Shaw, pensador e dramaturgo Inglês que, na década de 30, resolveu dar a volta ao mundo a bordo de um navio. No retorno, no porto de Londres, de onde ele havia partido há mais de um ano, a imprensa, ansiosa, entrevistou o espirituoso escritor. Repórter: “ao longo da sua longa viagem onde foi mesmo que o senhor encontrou os melhores homens”? Bernard Shaw: “nos cemitérios, meu filho”. Hoje, mais maduro, discordo em parte do grande escritor inglês, por entender, por exemplo, que investimentos maciços na educação dos nossos filhos podem melhorar um povo, por se tratar da única porta por onde o ser humano pode evoluir moral e espiritualmente e, assim, se libertar das misérias humanas.

Ora, que o Rio é hoje uma das cidades mais inseguras do mundo isso ninguém tem dúvida, aliás, quem duvidou disso foi o Presidente do Tribunal de Justiça daquele Estado que, embora a destemida Juíza estivesse na mira das armas dos bandidos, retirou-lhe a segurança a que ela tinha direito por estar ameaçada de morte e, dessa forma, entregou- a, numa bandeja de prata, aos que desejavam matá-la. Pobre juíza. Uns queriam matá-la, por ser uma ótima magistrada no combate ao crime organizado, e os que tinham o dever de protegê-la lavaram às mãos com a sua segurança e deixaram que os bandidos a matassem à porta da sua casa. Nesses momentos só me vem à cabeça a frase cunhada por Boris Casoy: ISTO É UMA VERGONHA!

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

Foto: extra.globo.com

domingo, 14 de agosto de 2011

AMAZONINO FOI ACUSADO DE SER O LADRÃO NÚMERO UM DO PAÍS

CUIDADO COM O CÃO!




SOCORRO LÉO! LÁ VEM ELE DE NOVO!


Pelos jornais de hoje, o Amazonino afirma que não me enxerga, que sou um bebê chorão, e que o PDT é pequeno para os dois, ou seja, para ele e eu. No fundo é linguagem de bufão. No início do meu primeiro mandato de deputado estadual fiz-lhe uma crítica e ele saiu-se com essa patuscada: “esse Mário Frota está morto; não chuto cachorro morto.”
O cachorro morto esperou e lhe deu o troco na hora certa. Quando soube da mansão faraônica que ele havia acabado de construir às margens do Igarapé do Tarumã, avaliada na época por alguns órgãos da imprensa em 3 milhões de dólares, aluguei um pequeno avião e tirei várias fotos do espetacular imóvel. De posse das fotos denunciei o fato da tribuna da Assembléia e, no dia seguinte fui à Brasília, Rio e São Paulo, cidades onde mantive contato com as grandes revistas e os maiores jornais do País. Não se fez esperar e a mansão estava estampada em todos os jornais e revistas do País, merecendo em alguns a capa e em outros a principal manchete. Para completar, consegui uma equipe do Fantástico, da Rede Globo, que veio aqui e produziu uma matéria que mereceu seis minutos nesse programa, atingindo um público de mais de 80 milhões de pessoas.
Ontem, por ocasião da entrega da medalha Cidade de Manaus ao jornalista Ronaldo Tiradentes, o Amazonino, com cara e pinta de bebê chorão, começou a dizer que viveu, no seu último mandato de governador, um momento triste e doloroso quando, em nível nacional, foi acusado de corrupção, de ser o ladrão número um do País. Segundo ele todas as portas lhe foram fechadas, só existiam barreiras impedindo de provar a sua inocência. E aí, em tom dramático, revelou que naquele momento terrível amparou-se no ombro do amigo Ronaldo. Sentado no plenário, na primeira fileira, bem em frente a ele, fiquei olhando o patusco falar, segurando as lágrimas, colocando-se na condição de vítima e eu na de algoz, o sujeito que o havia exposto nacionalmente. Não ri do cara de pau para não estragar a festa do meu amigo Ronaldo, mas confesso que vontade não me faltou. Pudesse aparteá-lo iria lhe dizer: ‘olha, Amazonino, o cachorro que dizias que estava morto ressuscitou e arrastou a tua cara no asfalto da vergonha’.
Agora, mais uma vez fiz por onde aumentar a raiva dele por mim quando, na condição de presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM, consegui evitar que prejudicasse mais de 20 mil feirantes, pessoas que ele ia jogar na rua da amargura para beneficiar, segundo dizem, a empresa UAI Shops, de propriedade de um dos seus amigos.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

sábado, 13 de agosto de 2011

AMAZONINO FOI ACUSADO DE SER O LADRÃO NÚMERO UM DO PAÍS

CUIDADO COM O CÃO!

SOCORRO LÉO!
LÁ VEM ELE DE NOVO!

Pelos jornais de hoje, o Amazonino afirma que não me enxerga, que sou um bebê chorão, e que o PDT é pequeno para os dois, ou seja, para ele e eu. No fundo é linguagem de bufão. No início do meu primeiro mandato de deputado estadual fiz-lhe uma crítica e ele saiu-se com essa patuscada: “esse Mário Frota está morto; não chuto cachorro morto.”

O cachorro morto esperou e lhe deu o troco na hora certa. Quando soube da mansão faraônica que ele havia acabado de construir às margens do Igarapé do Tarumã, avaliada na época por alguns órgãos da imprensa em 3 milhões de dólares, aluguei um pequeno avião e tirei várias fotos do espetacular imóvel. De posse das fotos denunciei o fato da tribuna da Assembléia e, no dia seguinte fui à Brasília, Rio e São Paulo, cidades onde mantive contato com as grandes revistas e os maiores jornais do País. Não se fez esperar e a mansão estava estampada em todos os jornais e revistas do País, merecendo em alguns a capa e em outros a principal manchete. Para completar, consegui uma equipe do Fantástico, da Rede Globo, que veio aqui e produziu uma matéria que mereceu seis minutos nesse programa, atingindo um público de mais de 80 milhões de pessoas.

Ontem, por ocasião da entrega da medalha Cidade de Manaus ao jornalista Ronaldo Tiradentes, o Amazonino, com cara e pinta de bebê chorão, começou a dizer que viveu, no seu último mandato de governador, um momento triste e doloroso quando, em nível nacional, foi acusado de corrupção, de ser o ladrão número um do País. Segundo ele todas as portas lhe foram fechadas, só existiam barreiras impedindo de provar a sua inocência. E aí, em tom dramático, revelou que naquele momento terrível amparou-se no ombro do amigo Ronaldo. Sentado no plenário, na primeira fileira, bem em frente a ele, fiquei olhando o patusco falar, segurando as lágrimas, colocando-se na condição de vítima e eu na de algoz, o sujeito que o havia exposto nacionalmente. Não ri do cara de pau para não estragar a festa do meu amigo Ronaldo, mas confesso que vontade não me faltou. Pudesse aparteá-lo iria lhe dizer: ‘olha, Amazonino, o cachorro que dizias que estava morto ressuscitou e arrastou a tua cara no asfalto da vergonha’.

Agora, mais uma vez fiz por onde aumentar a raiva dele por mim quando, na condição de presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM, consegui evitar que prejudicasse mais de 20 mil feirantes, pessoas que ele ia jogar na rua da amargura para beneficiar, segundo dizem, a empresa UAI Shops, de propriedade de um dos seus amigos.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM