quarta-feira, 13 de abril de 2011

BULLYING NÃO É MOTIVO PARA LIBERAR O MONSTRO E SAIR MATANDO POR PRAZER

O problema do bullying é ruim e deve ser evitado a qualquer preço dentro dos colégios.

Agressões sofridas numa escola por coleguinhas, o que hoje ficou conhecido pelo nome de bullying, pode ser fator determinante, capaz de levar uma criança, em idade adulta, a agir de forma cruel, selvagem, como um verdadeiro monstro, a exemplo do que invadiu um colégio em Realengo (RJ), e matou a tiros várias crianças?

Em minha opinião tal fato só pode existir, no caso dessa criança, por questão genética, ser herdeira de um genes portador de alguma psicopatia. E digo isso porque também fui criança e, na minha época de estudante, muito mais do que hoje, havia mais violência, com práticas, a exemplo do sabacu, em que muitas mãos, de uma só vez, despencavam sobre a cabeça do menino marcado. Era um ritual que poucos escapavam.

Por outro lado, os menores ficavam sempre longe dos maiores, que acreditavam ter autoridade para não querê-los por perto, principalmente por ocasião das peladas. Como qualquer menino daquela época, peguei cascudos e empurrões, senão alguns chutes, mas, danado como eu era, ou revidava ou partia para cima de um outro do meu tope. Fazia parte da cultura da molecada, bater ou apanhar.

Depois que tive filhos, observando-os no colégio, comecei a perceber que os costumes nos colégios havia mudado. Ao contrário das eternas rusgas do meu tempo, os estudantes de hoje, talvez em razão de uma melhor aproximação pelos meios de comunicação, adquiriram hábitos mais sociáveis, enturmam com mais facilidade, são mais fraternos nos cumprimentos. Refiro-me, evidentemente, a meninada que tem algum berço e formação. É óbvio que não estou me referindo a meninos metidos em gangues de rua, os chamados galerosos, marginais juvenis que cobram pedágio nas ruas dos bairros pobres da periferia e matam para roubar cinco reais ou para ficar com o tênis da vítima.

Nem por isso, eu ou qualquer outro colega, saímos do colégio com vontade de sair matando todo mundo por aí. O problema do bullying é ruim e deve ser evitado a qualquer preço dentro dos colégios. No entanto, repito, se a criança não tiver dentro dela a semente do mal, ou seja, se não for portadora de uma herança genética relacionada a psicopatias, com certeza que nunca vai sair por aí matando todo mundo, a exemplo de fato terrível ocorrido em Realengo (RJ), em que um psicopata assassinou a tiros várias criança, ou o terrível episódio ocorrido aqui, há duas semanas, quando um rapaz, armado de um pé de cabra e faca, matou o irmão de 14 anos, a mãe, e o pai só escapou porque, depois de esfaqueado, se fez de morto.

Acredito que não basta, portanto, alguns cascudos dos mais velhos nos colégios ou apelidos maldosos, para que uma criança lá na frente, ou seja, em idade adulta um dia surta, e sai invadindo colégio para matar crianças. Para que isso ocorra, entendo, é preciso que lá dentro preexista a semente do mal, ou seja, uma herança maldita capaz de fazer detonar ódios e rancores extremos, ao ponto de fazer o monstro se libertar e começar a matar pelo simples prazer de matar. E é aí que entra em cena a figura do psicopata.

Quem pensar o contrário que procure ler um clássico sobre o assunto intitulado Mentes Perigosas, escrito pela psiquiatra paulista Ana Beatriz Barbosa Silva.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

Ilustração: programatahligado.wordpress.com


sábado, 9 de abril de 2011

Frota: "Petrobrás virou "monstro" e comanda preço da gasolina para cima"

Mário Frota: "Con­struímos um mon­stro e este mon­stro é a Petro­brás",

08 Abril 2011
Posted in Política

Ex-pres­i­dente da mais famosa CPI do Ama­zonas, a que vig­orou há oito anos contra o cartel de ga­solina em Manaus, o vereador Mário Frota ficou as­sus­tado com o preço da ga­solina em R$ 2,90 nos postos da cap­ital. "E é sim­ples­mente im­pres­sionante que o Paraguai, aqui ao lado do Brasil onde não é pro­duzida uma gota de petróleo, a ga­solina "Made in Brazil" custe lá apenas meros R$1,30", diz. Mário Frota con­seguiu colocar donos de postos na cadeia naquela época, mas agora pensa que os donos de postos também podem ser ví­tima destas in­con­gruên­cias da política per­versa man­tida pela Petro­brás. "Eu e tantos brasileiros que ainda estão vivos lu­taram para preservar a Petro­brás e hoje está ai, pag­amos a ga­solina mais cara do mundo, ar­cando com 50% de im­postos le­vados pelo Es­tado Brasileiro". Para o vereador de Manaus, se os gov­er­nantes real­mente gostassem do seu povo como dizem, o primeiro a fazer era baratear o preço dos com­bustíveis, como faz a Venezuela, por ex­emplo, onde o litro da ga­solina não é mais do que R$ 30 cen­tavos o litro. "Con­struímos um mon­stro e este mon­stro é a Petro­brás", destacou Mário Frota.

Fonte: http://www.blogdafloresta.com/

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

TRANSPORTE COLETIVO: PREFEITURA NÃO RESPEITA A LEI E COMETE CRIME CONTRA O POVO

Manaus tem quase um terço dos ônibus acima dos
10 anos de uso, ou seja, muito além do permitido pela lei.

DESCALABRO, ÔNIBUS QUEBRADO, PEGANDO FOGO, GENTE FERIDA E MORRENDO, SÓ TEM UM CULPADO, O PRFEFEITO DA CIDADE, QUE PERMITIU QUE A LEI QUE ESTABELECE O PRAZO DE VIDA ÚTIL DESSES VEÍCULOS FOSSE ESTUPRADA. Dos 1.500 ônibus que circulam em Manaus transportando a população, 328 têm mais de 10 anos. Mais grave do que isso: muitos desses ônibus circulam nas ruas da cidade há mais de 20 anos.

Não sou eu quem está dizendo tal coisa. Fosse eu, um velho adversário do Prefeito Amazonino Mendes, muita gente iria, por certo, dizer que não estou falando a verdade, que se trata de invenção, pura birra. O problema é que o denunciador dessa ilegalidade não é outro senão próprio Superintendente da SMTU, Marcos Cavalcante, homem da inteira confiança do Prefeito Amazonino Mendes.

O que afirmo é que, tanto os donos de ônibus como o prefeito Amazonino, cometem crime contra o povo em permitir que a lei seja desrespeitada, pior do que isso, estuprada, levando-se em conta que a lei maior do município, a Lei Orgânica do Município de Manaus, estabelece o prazo de vida dos ônibus em seis anos. Pelo menos é o que diz o art. 258, VIII, da LOMAN.

Dia desses um jornal local ventilou que o prazo hoje permitido é de oito anos. Debrucei-me sobre a Lei Orgânica para ver se o Jornal estava mesmo certo. Bem, o que li é que são seis anos. Não satisfeito procurei pessoalmente a Dra. Eveline, diretora do setor de projetos da Câmara. Ela de imediato iniciou a pesquisa, verificou arquivos, entrou na internet para, ao final, dizer o que eu já sabia, ou melhor, o que está na LOMAN.

Tudo o que sei é que, tratando-se de matéria disciplinada pela Lei Orgânica do Município, nenhuma alteração pode ser feita por lei ordinária ou por decreto. Daí a minha preocupação em saber a razão porque Manaus tem quase um terço dos ônibus acima dos 10 anos de uso, ou seja, muito além do permitido pela lei.

Pessoalmente acho pouco os números apresentados pelo Marcos Cavalcante. É muito mais, tenho certeza. Os 500 ônibus que entraram em Manaus na administração do Serafim, todo mundo sabe que mais de 80% eram ônibus encarroçados, ou simplesmente desamassados e pintados. Esses ônibus velhos estão rodando pelas ruas da cidade, com muitos quebrando diariamente, quando não pegando fogo.

Frente a tal descalabro que, agora, culminou com a morte de três pessoas e outras seriamente feridas, é chegada a hora de o Ministério Público entrar para valer nessa luta em defesa da sociedade. Na segundo feira, estarei entrando com uma representação junto ao Ministério Público para que ele, na condição de fiscal da lei, ingresse com ação competente na Justiça, objetivando a imediata retirada desses cacarecos que, que de forma ilegal, transportam o povo de Manaus.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

Foto: www.d24am.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

CCJR da CMM analisa e dá seguimento a 13 Projetos de Lei

O presidente da CCJR, vereador Mário Frota (PDT)
se disse satisfeito com o trabalho da comissão.

A comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Câmara Municipal de Manaus, analisou na manhã desta quinta-feira (07), um total de 13 Projetos de Lei que tramitam na Casa desde 2009. Desse total, um foi remetido para análise mais detalhada da Procuradoria da CMM. Trata-se do projeto de autoria do ex-vereador eleito deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), que cria o Banco de Planilha de Custos das Escolas Particulares de Manaus.

Dos 12 projetos votados pela comissão, dois receberam parecer favorável e os demais tiveram parecer contrário. Entre os aprovados com parecer favorável está o projeto do ex-vereador e hoje deputado federal Henrique Oliveira (PR), que dispõe sobre a obrigatoriedade de sinalização dos terminais telefônicos de uso público com o objetivo de evitar acidentes envolvendo portadores de deficiência visual.

Outro projeto aprovado pela comissão é o de autoria do ex-vereador e hoje deputado estadual José Ricardo (PT), que veda a destinação de recursos públicos para associações e fundações que sejam administradas e/ou controladas por políticos. Os projetos serão levados agora para votação em plenário.

O presidente da CCJR, vereador Mário Frota (PDT) se disse satisfeito com o trabalho da comissão. “Graças a Deus que as coisas entraram nos eixos. A comissão está trabalhando. Ninguém está faltando, e quem falta justifica, como é o caso do vereador Ademar Bandeira (PT) que está em missão oficial em Brasília”, destacou.

Frota disse que a sua meta é não dar parecer gratuitamente. “Não quero acusar ninguém, mas a praxe era essa. Isso não me parece honesto. Os projetos têm de ser discutidos e analisados com seriedade sempre respeitando a lei maior do país que é a Constituição Federal. Os parlamentares têm de ter responsabilidade com o processo da criação da lei para que depois ela não chegue lá no prefeito e os procuradores do município digam que é inconstitucional e ai o prefeito veta, como ocorreu recentemente na CMM”.

O presidente da CCJR disse ainda que depois que o vereador Isaac Tayah (PTB) assumiu a presidência da CMM o processo de análise dos projetos está sendo feito com muita responsabilidade. “O que é inconstitucional a comissão vai dizer”, garantiu. Participaram da reunião os vereadores Mário Frota, Leonel Feitoza (PSDB), Elias Emanuel (PSB) e Socorro Sampaio (PP).

Fonte: Manoel Marques
Fotografia: Sérgio Oliveira