segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

HEMOAM PRECISA DE DOADORES DE TODOS OS TIPOS SANGUÍNEOS

Apocalipse 3:15 e 16

PEDIDO DE SOCORRO DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DO HEMOAM

A Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia, HEMOAM, está com o estoque plaquetas em situação crítica. Todos os tipos sanguíneos são necessários para reposição.

Os dois hemocomponentes mais utilizados na rede de saúde são o concentrado de hemácias, que pode ser armazenado por até 35 dias, e o concentrado de plaquetas, com possibilidade de armazenamento de até 5 dias, por isso, a constante necessidade de doações.

MOTIVOS PARA ESTOQUE CRÍTICO DE PLAQUETAS.


Nos últimos 10 dias, a Fundação teve redução no número de doações e aumento nas demandas de atendimento médico em urgências, emergências e rotina (pacientes que precisam de hemocomponentes, como portadores de leucemias e outros tipos de câncer). 250 é o número ideal de doadores por dia para manter o estoque regular e atender às unidades de saúde de Manaus. Atualmente, a média de atendimento é de 100 pessoas.

DOAÇÃO NO SÁBADO

É possível doar sangue na sede do HEMOAM, na avenida Constantino Nery, 4397, das 7 às 18 horas. O candidato deve ter boa saúde, pesar 50 quilos ou mais, além de ter entre 18 e 65 anos. É necessário portar documento de identificação oficial com foto e estar bem alimentado.
Uma opção para quem quer doar mas tem pouco tempo é agendar a doação de sangue no site www.hemoam.org.br. Dúvidas podem ser esclarecidas através do formspring.me/HEMOAM.


FUNCIONAMENTO DO HEMOAM

  • Sede do HEMOAM: Avenida Constantino Nery – 4397 – Chapada
  • Dias e Horário: de segunda a sábado, das 7 às 18 horas.
  • Posto de Coleta da Maternidade Ana Braga: Alameda Cosme Ferreira, São José I (em frente ao Shopping São José)
  • Dias e Horário: de segunda à sexta, das 8 às 17 horas

O Malfazejo » Imprensa, Sociedade

Publicado Sexta-feira, 4 Fevereiro, 2011 . 3:55 PM hs Comente!
Por Ismael Benigno

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MARCUS TÚLIUS FEZ PREVISÕES SOBRE O "MILAGRE BRASILEIRO"


LEIA, ANALISE E COMPARE SE HÁ DIFERENÇA, PARA OS DIAS QUE CORREM, NO PENSAMENTO DE MARCUS TÚLIUS CÍCERO, ADVOGADO E TRIBUNO ROMANO, MORTO NO ANO 55 a.C.

“O orçamento nacional deve ser equilibrado”.

“As dívidas públicas devem ser reduzidas. A arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada”.

“Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência”.

“As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta do dinheiro público”.

Só um pequeno exemplo de que o ensinamento de Cícero ainda cai como uma luva nos dias de hoje.

Em plena ditadura militar o Brasil se atolou em dívidas para tocar o que ficou conhecido por “milagre brasileiro”, dinheiro emprestado do exterior para financiar a Transamazônica, o Projeto Nuclear Brasileiro, a Ponte Rio-Niterói, e vai por aí.

Um jornalista perguntou ao então todo poderoso ministro das finanças Delfim Neto se o fato de o Brasil dever tanto não o preocupava. Rindo, na maior naturalidade, respondeu: “ora, quem deve estar preocupado é o credor. Ele, o emprestador do dinheiro, é que deve perder o sono, e não eu”.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

TIRIRICA E SARNEY: DEBOCHES DA DEMOCRACIA


TIRIRICA, UM PALHAÇO ANALFABETO, FOI ELEITO DEPUTADO FEDERAL, POR SÃO PAULO, COM UM MILHÃO E TREZENTOS MIL VOTOS. JOSÉ SARNEY, RETRATADO NO LIVRO HONORÁRIOS BANDIDOS, DO JORNALISTA PALMÉRIO DÓRIA, É REELEITO PRESIDENTE DO SENADO PELA QUARTA VEZ. VIVA O BRASIL! VIVA A REPÚBLICA! AGORA VAI. Muita gente diz por aí que o bom da democracia é que ela renova valores. Em tese está correto. O problema é que há democracia por inteiro e há democracia que não é bem democracia, mas simulacro de democracia.

O Brasil, infelizmente, ainda se encaixa nesse segundo estágio. Quando verdadeiramente seremos uma democracia? Talvez daqui a 20, 30 ou, quem sabe, 50 anos. Em plena ditadura militar, ainda muito jovem, eleito deputado federal pela oposição, acreditava que, derrubada a ditadura e realizada eleições, o Brasil passaria a viver uma democracia real, igual às mais avançadas do mundo. Na minha concepção todos os problemas, por mais difíceis que fossem, estariam resolvidos com a simples presença de uma urna.

Passados 26 anos da queda do regime dos generais, percebo o quanto fui juvenil e idealista em imaginar que, para se ter uma democracia verdadeira, basta votar. Os anos passam e, a cada eleição, percebo o quanto estava equivocado. Claro que é importante votar, mas, para que tal exercício tenha sucesso, é preciso que o povo esteja preparado para o voto, o que não me parece ocorrer.

Aqui, para ganhar eleição, duas coisas são necessárias: ou ser apresentador de programa de rádio ou televisão, ou ter muito dinheiro para gastar na compra de voto. Biografia, história política, passado decente, nada disso tem importância hoje. Com raras exceções, basta ver o nome dos eleitos. Um deboche.

Em nível nacional não é diferente. Tiririca, um palhaço analfabeto, foi eleito deputado federal, pelo povo de São Paulo, com um milhão e trezentos mil votos. O senador José Sarney, que mereceu uma biografia escrita pelo jornalista Palmério Dória, intitulada Honoráveis Bandidos, é reeleito presidente do Senado da República. Uma verdadeira cusparada dos ilustres senadores que o reelegeram na cara do povo brasileiro.

E ainda há gente que discorde do historiador Capistrano de Abreu que, antes de morrer, assegurou que o Brasil jamais chegaria a lugar nenhum, e que se deveria rasgar a Constituição e substituí-la por outra com apenas um artigo: “todo brasileiro deveria ter vergonha na cara”. Revoguem-se as disposições em contrário.

É possível que você, caro leitor, esteja a imaginar que Capistrano, um dos mais importantes historiadores do Brasil, com o avançar da idade tenha se transformado num velho ranzinza e negativista. Olhe, espero que em relação ao futuro do Brasil ele esteja errado. No entanto, pesquisa feita pelo DataFolha, dois meses depois dessa última eleição, apontou que 30 por cento dos eleitores já não lembram em quem votaram para deputado estadual e deputado federal. Será que esse tipo de eleitor que dois meses depois da eleição não lembra mais em quem votou, pode levar este País a um lugar seguro no futuro? Não sei, o que sei é que, se a coisa continuar como está, pobre dos nossos filhos.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SERAFIM FAZ CAMPANHA EM DEFESA DE AMAZONINO



QUEM DIRIA, O SERAFIM DÁ A MÃO À PALMATÓRIA E, AGORA, TUDO LEVA A CRER QUE O SEU DESEJO É VIRAR CABO ELEITORAL DO AMAZONINO. Li matéria no jornal Diário do Amazonas em que o Serafim Correia tacha os irmãos Josildo e Givancir de Oliveira Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus e Secretário Geral da CUT, respectivamente, de chantagistas e pelegos. Pelego é, na linguagem sindical, o dirigente de sindicato que usa os seus liderados como massa de manobra para obter vantagens em causa própria.

Pessoalmente não entendi aonde o Serafim quer chegar defendendo o que ele chama de “instituição Prefeito”. Sei lá, a impressão que tive é que o Serafim partiu em defesa da administração do Amazonino no que diz respeito a realização da nova licitação para ônibus, anunciada em prosa e verso pela atual gestão.

Em sendo assim – se é essa mesma a questão – o Serafim está dando a mão à palmatória e passa a assumir a licitação ora em curso. Em outras palavras: finalmente, só agora, ele reconhece o erro que foi o processo que resultou no consórcio Transmanaus, que terminou por virar de vez a mesa e transformar o transporte coletivo de Manaus no caos que aí está.
É como dizem os antigos: antes tarde do que nunca. Em verdade, humildade não faz mal a ninguém. Pelo menos aparece alguém que tem a coragem de bater no peito o “mea culpa, mea máxima culpa”.

Quanto aos irmãos que o Serafim os classifica como chantagistas e pelegos, na condição de seu vice na época na Prefeitura, não encontro razão que os desabone. Sempre mantive com eles o melhor entendimento, apesar de, em certas situações, ter sido até mais duro e radical na defesa do povo transportado do que o próprio Serafim, a exemplo da exigência que fiz no concernente à substituição do Miamoto na direção da então IMTU.

O que presenciei e passo a relatar, ocorreu numa reunião logo no início da administração. Frente a uma ameaça de greve dos dirigentes dos sindicatos dos trabalhadores do transporte rodoviário, o Serafim convidou os donos das empresas de ônibus e os dirigentes do Sindicato para uma reunião na Prefeitura.

A reunião foi realizada na própria sala do prefeito. De um lado ficaram os proprietários de ônibus e, do outro, os dirigentes do sindicato dos motoristas. Eu e o Serafim, da cabeceira da mesa, passamos a ouvir os dois lados. Os sindicalistas acusavam os donos de ônibus que se recusavam a repassar os aumentos negociados em convenção. Por seu lado os donos de ônibus rebatiam as acusações. E a coisa ia por aí.

No entanto, lá pelas tantas, os donos de ônibus, entre eles o Acyr e o Baltazar, de forma inesperada, encararam os dirigentes do sindicato e, em tom demonstrando certa mágoa, desabafaram: “vocês não têm o que reclamar, pois sempre que nos procuram no Sinetram, nós ajudamos o sindicato”. Daí o Gogó, um dos líderes dos motoristas, confirmou: “é verdade, vocês têm nos ajudado: ainda este mês estivemos no Sinetram e recebemos ajuda de R$ 10.000,00”.

Nesse momento dei uma cutucada no Serafim que, entendeu o relacionamento promíscuo entre os dois grupos presentes, e riu. Ou seja, o que passamos a entender é que a greve era uma armação entre o pessoal do sindicato em cumplicidade com os proprietários de ônibus. Em outras palavras: façam a greve pelo aumento e nós damos, desde, é claro, que o prefeito conceda aumento de tarifa. Percebemos claramente o jogo. No fundo quem penava nessa história, de pouco ou nenhum escrúpulo, eram os motoristas, transformados pelos dois lados em massa de manobra de interesses inconfessos.

Quero aqui, desse espaço, dizer que os irmãos citados pelo Serafim não estavam presentes à reunião. Os diriges nessa fase eram outros, entre os quais o tal Gogó, uma espécie de porta voz do grupo.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM

MÁRIO FROTA QUER FICHA LIMPA PARA EXECUTIVO E LEGISLATIVO



O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vai apresentar o Projeto de Lei da Ficha Limpa que regulamenta a contratação e nomeação de secretários, subsecretários, superintendentes de fundações, diretores de autarquias e outros servidores de confiança do primeiro e segundo escalão dos poderes Executivo e Legislativo da administração direta e indireta do município.
O projeto será protocolizado e apresentado da tribuna, pelo parlamentar, à mesa diretora da CMM por ocasião da abertura dos trabalhos que acontecerá no próximo dia 7 (segunda-feira) e se estenderá também para os dirigentes de Organizações não Governamentais (ONGs) que recebem recursos de convênio firmado com o município.
Para Mário Frota a idoneidade das pessoas que, de qualquer forma, manipulam ou ordenam serviços e obras caucionadas com o erário público, tem que ser acima de quaisquer suspeita. “Muitos políticos já se locupletaram com a ajuda incubada de dirigentes nomeados para cargos de confiança porque não existe punição para os crimes de corrupção que, no Brasil, é cultural”, desabafa o vereador.
O Projeto de Lei da Ficha Limpa foi concebido por Mário Frota por ocasião da nomeação de algumas pessoas para cargos de confiança do prefeito Amazonino Mendes que foram ou estavam sendo processados, na época, por crimes contra o patrimônio público. Veja a seguir, a matéria na íntegra, assinada por Mário Frota e veiculada neste blog, no dia 5 de junho do exercício passado.
Assessoria de Comunicação
Por: Roberto Pacheco (MTb 426)



sábado, 5 de junho de 2010
FICHA SUJA NÃO PODE EXERCER FUNÇÃO DE INTERESSE DA SOCIEDADE
http://mariofrota.blogspot.com/search?updated-max=2010-06-16T09%3A29%3A00-07%3A00&max-results=36
A LEI FICHA LIMPA TEM QUE SER PARA TODOS, OU PODERÁ SE TRANSFORMAR EM LEI MEIA SOLA, INCOMPLETA. Sou favorável à lei ficha limpa para todos os cargos eletivos, ou seja, presidente, governador, prefeito, senador, deputado federal, estadual e vereador. A aprovação dessa lei tem por objetivo afastar da vida pública criminosos, do batedor de carteira ao que roubou milhões dos cofres públicos. É uma lei salutar sob todos os ângulos aspectos.
Tudo bem. Agora porque essa mesma lei não enquadra, com o mesmo rigor, pessoas que depois são escolhidas pelos governantes para ocupar cargos de ministro, secretário, presidentes e diretores de empresas públicas, superintendentes de autarquias, gerentes e assessores de uma forma geral?
Parece-me que ocorreu uma falha por parte do legislador que ficou pouco atento para a corrupção que se pretende combater com a aprovação da lei ficha limpa. Vamos ao exemplo. Um governador se elege sob as exigências da nova lei, mas, na hora de escolher o seu secretariado, não estará impedido de escolher um ficha suja, ou meio suja, para exercer uma das muitas secretarias do seu governo.
A regra tem que ser para todos que, de uma forma ou de outra, exercem função pública, ou de natureza eletiva, ou por nomeação. A bem da verdade, para que a coisa seja perfeita e a exigência seja para todos os poderes da república, que nada fique de fora e o efeito desta lei chegue aos tribunais de contas, aos integrantes e diretores do judiciário e do Ministério Público. Portanto, ninguém que exerça função pública fique de fora, seja lá qual for a função.
Muitos delegados neste país e demais integrantes de policiais (militar e civil) respondem a processos, às vezes dos mais cabeludos, e continuam no exercício de funções, como se fosse a coisa mais natural do mundo. A lei para ser boa tem que ser para todos e não apenas para alguns. Portanto que a lei ficha limpa não seja apenas para alguns poucos, mas a todos. Quem tem ficha suja não pode exercer nenhuma função de interesse da sociedade, da mais humilde, a exemplo de um simples policial, ao cargo de presidente da república. Ou é assim, ou vamos ter mais uma lei meia sola no país.
Por: Vereador Mário Frota

MÁRIO FROTA PEDE DIREITO DE RESPOSTA E DESMENTE AMAZONINO

VEJO-ME NA OBRIGAÇÃO DE PUBLICAR, NAS PÁGINAS DESTE BLOG, A CORRESPONDÊNCIA POR MIM ENVIADA AO JORNAL A CRÍTICA, E JÁ DEVIDAMENTE PUBLICADA NO SÁBADO PASSADO, EM QUE ME DEFENDO DE ATAQUES IRRESPONSÁVEIS E COVARDES ASSACADOS CONTRA MINHA PESSOA PELO PREFEITO AMAZONINO MENDES.


Senhora Redatora de Política do Jornal A Crítica, ilustre jornalista Ivânia Vieira.


Infelizmente, só hoje, em razão de uma tragédia que atingiu a minha família (a morte de um primo-irmão), é que envio à consideração da ilustre amiga o pedido de resposta à agressão sofrida na entrevista concedida a esse grande jornal pelo prefeito Amazonino Mendes, publicada no dia 23 deste mês.


De forma despropositada e irresponsável o Sr. Amazonino agride-me demonstrando profundo rancor e ódio por questões ocorridas no passado quando, por exemplo, lembra do episódio em que, na condição de deputado estadual pela oposição, denunciei o palácio que ele, com um simples salário de governador, na época em torno de R$ 15.000,00, construiu às margens do Igarapé do Tarumã.


Em verdade eu apenas denunciei o escândalo. Quem apurou, inclusive com fotos e filmagens, foi a mídia nacional. A grande imprensa foi para cima e apontou números, entre elas a revista Veja, que falou que alguns milhões foram gastos na mansão. A TV Globo veio a Manaus e, de helicóptero, filmou a luxuosa mansão. A matéria foi exposta no programa Fantástico e estarreceu mais de 80 milhões de espectadores. Naquele seu vozeirão, Cid Moreira convocou o povo para assistir o programa: “vocês vão conhecer hoje a mansão do governador Amazonino Mendes, um palácio construído no meio da floresta amazônica”.

Leviano, nessa entrevista de domingo passado, afirma que a minha biografia política não contribui em nada para o Amazonas. Ao contrário dele, um político envolvido em mil escândalos e maracutaias, a exemplo desse agora, o da Emparsanco, que salpicou lama no seu governo, e que não resisti a uma CPI, a minha vida foi de renúncia, de sacrifícios, na defesa desse pobre país infelicitado por homens que, no poder, pensam mais em roubar do que em fazer pelo povo. Lutei contra a ditadura militar e, agora, continuo igualmente lutando contra certos salafrários que chegam pobres ao poder e, logo depois, já estão ricos, ostentando riquezas como iates de luxo, mansões de cinema e carros milionários importados.

Pois é, Sra. Redatora, prefiro que me chamem de detrator, que não tenho biografia, de que sou um político indigente, como ele falou na sua entrevista, do que alguém levantar o dedo e me chamar de ladrão do dinheiro público. Prefiro morrer a ouvir tal acusação. Trinta anos de mandato, orgulho-me em dizer que tenho as mãos limpas, que nunca fui acusado de meter a mão no dinheiro público. Morrer, todos morremos um dia. O importante é morrer na dignidade.


Por fim, na maior cara de pau, tenta o prefeito Amazonino desmentir que não me telefonou no dia da votação da eleição da Mesa da Câmara. Quando o telefone tocou estava ao lado de outros companheiros da oposição, que podem testemunhar. Ouvi, de forma educada, civilizada, o que ele tinha a me dizer. Resumindo o que ele me disse: “prefiro perder para o adversário sincero do que para o amigo desleal. Substitua o Homero e, daqui a mais alguns minutos, você é o presidente da Câmara e Vice-Prefeito de Manaus” E completou: “quem está por trás do Tayah é o Eduardo Braga e eu não quero perder para ele”.

Ato seguinte, os vereadores da base governista na Casa vieram ao meu encontro e pediram que eu renunciasse a minha candidatura e substituísse o vereador Homero de Mirada Leão. Foi um Deus nos acuda. De imediato assumi á tribuna e, para acabar com a confusão criada pelo Amazonino, afirmei que retirava a minha candidatura e apoiava a do Isaac Tayah, compromisso que havia assumido uma hora antes. No discurso que fiz usei a seguinte frase: ‘um homem quando perde a honra, perdeu tudo, não lhe resta mais nada, somente a vergonha’.


Saudações democráticas

Vereador MÁRIO FROTA

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

INTERIOR DO ESTADO ESTÁ ENTREGUE ÀS MOSCAS.

Enquanto em Manaus o desenvolvimento empurra
os empregos para cima, no interior a oferta é zero.

OS EMPREGOS NA CAPITAL, BAFEJADA PELA ZONA FRANCA, DISPARAM. ENQUANTO ISSO, EM TODO O INTERIOR DO ESTADO NENHUM EMPREGO É GERADO. PERGUNTAR NÃO OFENDE: DE QUEM É A CULPA? O jornal Diário do Amazonas, em sua coluna ‘Claro & Escuro’, noticia que, enquanto a capital amazonense vive o pleno emprego, no interior do Estado não surge nenhum. As pessoas só conseguem algum emprego por intermédio das prefeituras.

No Amazonas, em termos econômicos há dois mundos bem distintos, ou seja, Manaus bafejada pela sorte de ter uma Zona Franca, que oferece milhares de empregos ao povo que nela vive, e o interior, pobre interior, só lembrado pelos governantes em época de eleição, onde vão buscar votos, em situação nada diferente da época dos coronéis de barranco. A diferença é só de métodos.

A verdade é que o interior não está pior ou melhor do que há dez ou vinte anos atrás. A mesma coisa de sempre. Além da falta crônica de emprego, também inexistem serviços necessários como saúde, educação, saneamento básico (água tratada e esgotos). E por que existir? O importante para os governantes é que o povo continue ignorante e com fome. É fácil controlar um povo faminto, mas é difícil retirar votos de pessoas que estudam, conscientizam-se da realidade, e que os filhos não passam fome.

É por isso que os populistas de direita e de esquerda preferem as massas ausentes da educação. Preferem porque é fácil tratá-las com se fosse gado. Em época de eleição procuram a manada e, na base do cabresto, colocam-nas nos currais. O voto é do tamanho do bolso do candidato, custando de R$ 50,00 a R$ 100,00.

É por isso que o governador, de um orçamento de 12 bilhões de reais, só destinou míseros 1 por cento para o chamado setor primário, ou melhor, para fazer frente a todos os investimentos com a produção de alimentos no interior. Isso não é pouco, é nada, é brisa. Por causa disso é que o interior do Estado está morto. Por causa disso, é que um litro de farinha de mandioca, em Belém, custa R$ 2,00, enquanto, aqui, o preço oscila entre R$ 6,00 e R$ 9,00. É por isso que o interior está desgraçado, entregue às moscas.

Enquanto em Manaus o desenvolvimento empurra os empregos para cima, no interior - com exceção de Iranduba, que oferece alguns empregos nas olarias, e Itacoatiara, onde a Mil Madeireira beneficia o povo com algumas dezenas de empregos – a oferta é zero. Eu desafio alguém a me provar o contrário.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Foto: blogdavoltts.blogspot.com