sexta-feira, 13 de agosto de 2010

AMAZONINO É RESPONSÁVEL POR ESTUPRO DE CRIANÇA


QUE COISA TERRÍVEL. UMA CRIAÇA DE SEIS ANOS É ARRANCADA DE UM COLÉGIO DO MUNICÍPIO E SEVICIADA SEXUALMENTE NO MATAGAL DE UM TERRENO AO LADO. É HORA DE APONTAR OS NOMES DOS VERDADEIROS CULPADOS POR ESSA TRAGÉDIA QUE CLAMA AOS CÉUS. Foi com profunda indignação e sentimento de revolta, que li a denúncia feita pelo jornal Amazonas em Tempo de ontem, quando veiculou matéria sob o título ESTUPRO NA PORTA DA ESCOLA, dando conta que, com apenas seis anos, um menino, na hora do recreio, saiu pelo portão que estava aberto e, em seguida, foi atraído por um aliciador que lhe ofereceu sorvete e, em seguida, levou-o até um terreno baldio, ao lado da escola, onde cometeu o crime.

Esse é um crime hediondo que deve ser apurado, com todo vigor, pelas autoridades policiais. Mas, antes de tudo, é bom esclarecer que o principal responsável pela violência contra essa pobre criança tem nome e sobrenome: o prefeito Amazonino Mendes que, apesar da Prefeitura ter uma guarda municipal, hoje um contingente de quase 1.000 homens, as escolas continuam sem policiamento, sem um único guarda para proteger as crianças, funcionários e professores, da maldade e truculência das galeras que infestam a periferia, e da presença de psicopatas como esse que, agora, atacou de forma infame a criança da escola municipal do bairro Santa Etelvina.

São esses os homens que o povo continua a eleger. Na fase da campanha as promessas mais mirabolantes são feitas, mas, quando chegam ao poder esquecem tudo e o povo é que se lixe. Além da falta de um simples guarda municipal para dar seguranças às crianças de uma escola, também não existe, nas proximidades, policiamento de nenhuma natureza, nem por policiais civis ou militar. A polícia só foi ao local porque a população, desesperada, a chamou. É verdade que a polícia chegou ao local, mas muito depois, para levar a criança ensangüentada para o hospital.

Para que, então, a guarda municipal? Ela deveria estar nas praças, nos terminais, onde tem gente sendo assaltada; no centro para proteger o povo, mas lá não aparece. Também não está nas escolas. Por que, então, manter um contingente tão grande de homens se não está servindo para proteger a sociedade que ora encontra-se a mercê dos bandidos? Ainda como vice-prefeito aconselhei ao Serafim da necessidade da guarda municipal ser armada, a exemplo de muitas de outras cidades do país, para proteger o nosso povo, fosse nas praças, nas escolas do município, nas ruas, nos terminais de ônibus, ou em qualquer outro lugar. Infelizmente, minhas palavras entraram por um ouvido do Serafim e saíram pelo outro. Uma pena. Não se intimida bandido com cassetete, mas com arma de fogo.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

INTERIOR ABANDONADO PELO GOVERNO


ENQUANTO MANAUS INCHA E CRESCE DESORDENADAMENTE, IMPULSIONADA PELO PROGRESSO DA ZONA FRANCA, O INTERIOR FICA MAIS POBRE GEMENDO NO ABANDONO. PRECISAMOS CRIAR OUTROS PÓLOS DE DESENVOLVIMENTO. Viajando pelo interior, percebe-se, claramente, que nesses últimos 20 anos pouca coisa mudou. O que mudou foi o crescimento das sedes dos municípios em detrimento da área rural, cada dia mais pobre e abandonada.

Por que os governadores só têm olhos para Manaus? O forte dos investimentos dos últimos governadores foi na capital do estado. E por quê? Porque Manaus concentra quase 60 por cento da população do Amazonas. A questão é, portanto, de interesse eleitoral.

OS GOVERNADORES SÓ TÊM OLHOS PARA MANAUS

O que se vê, portanto, é Manaus com dois prefeitos. O prefeito eleito pelo povo e o governador que, também, faz às vezes de prefeito. Em busca do apoio das massas moradoras de Manaus, aqui somas gigantescas são gastas em obras, a exemplo da ponte que liga as margens do Rio Negro, do Prosamim, dos conjuntos residenciais para populações de baixa renda, tomada d’água para a zona leste e norte, rede de colégios para o ensino integral, entre outras.

Ninguém é contra essas obras. O problema é que Manaus tem um prefeito com um orçamento generoso, sem falar nos convênios milionários celebrados com o governo federal. Por que, então, o governador não faz convênios com a Prefeitura para a execução dessas obras de interesses do município de Manaus? Ora, pelo que consta, a Prefeitura Municipal de Manaus tem a necessária estrutura técnica e administrativa para a execução de tais obras.

Caso isso acontecesse, o governador do Estado poderia dar uma melhor atenção ao interior do Estado, levando o progresso e o desenvolvimento aos demais 61 municípios, todos com graves problemas na área da saúde pública, da educação e da segurança. Em todos esses municípios o desemprego campeia. Os jovens terminam o segundo grau e, no máximo, lhes sobra fazer um curso de licenciatura para professor. Resultado: sem emprego, desestimulados, abandonam os municípios onde nasceram e procuram a capital do Estado, na esperança de conseguir um emprego nas fábricas do Distrito Industrial da Zona Franca, ou na área do comércio.

O próximo governador tem que “esquecer” Manaus, que já tem quem a governe, e se voltar para o interior do Amazonas. Deve ele deixar que o prefeito cuide da capital. O certo é que os municípios do interior sejam beneficiados com obras capazes de alavancar o desenvolvimento do Estado como um todo.

O AMAZONAS SÓ TEM A ZONA FRANCA, ENQUANTO O PARÁ TEM HOJE MAIS DE 10 GRANDES PÓLOS EM DESENVOLVIMENTO.

Chegou o momento de o Amazonas ter um crescimento harmônico, a exemplo do Pará. Enquanto Manaus só possui um pólo de desenvolvimento, que é a Zona Franca, no Pará pode-se contar com mais de 10, todos em franco desenvolvimento, a exemplo do pólo do ferro de Carajás, do alumínio de Trombetas, dos pólos agropecuários do Sul do Pará e da Ilha de Marajó, dentre outros. Daí a razão porque Manaus concentra quase 60 por cento da população do Estado, enquanto em Belém vive apenas 23 por cento da população do Pará. A diferença é gritante. Saindo de Manaus, em qualquer direção, a miséria campeia. O povo pobre dos beiradões, órfãos de qualquer ajuda do governo, só não morre de fome porque do rio ele pode retirar um peixinho para comer. Mas é só.

FALTA EMPREGO E SOBRA MISÉRIA NO INTERIOR

Vejamos, como exemplo, a região do Alto Solimões. Hoje, as populações que vivem nesse local, assim como no resto de todo o interior do Amazonas, estão proibidas de retirar madeira até para construir a própria casa ou mesmo uma canoa, assim como não podem caçar ou pescar. É um absurdo. Com o fechamento das serrarias tradicionais, desapareceu o emprego e aumentou a miséria. Os jovens terminam o segundo grau e não têm o que fazer, pela ausência de empregos na área. Desesperados, muitos deles terminam enveredando pelo perigoso caminho das drogas. No início o garoto é usado como ‘aviãozinho’ pelos traficantes, mas, com o passar do tempo, passa à condição de traficante e, daí para frente, o seu destino está selado: ou termina morrendo pelas balas da polícia, ou assassinado pelos próprios traficantes.

A COCAÍNA INUTILIZA E MATA MAIS JOVENS DO QUE QUALQUER DOENÇA

O pior mesmo é que esses jovens, que se envolvem com o tráfico, terminam usuários das drogas, causando imenso sofrimento para os pais e insegurança a toda a comunidade, o que é uma tragédia. A maconha é a primeira experiência. Logo chega a vez da cocaína e seus derivados, que atinge de cheio os municípios, principalmente do médio e alto Solimões. Milhares de jovens viciados, perambulando pelas ruas. Os pais estão desesperados porque não sabem a quem recorrer. Agora mesmo, em Tefé, ouvi duas mães desesperadas, em lágrimas, me dizendo que não sabem mais o que fazer para salvar seus filhos. O que aumenta o sofrimento dos pais desses garotos, é que não há, em todo o interior do Estado, um órgão do governo para ajudar na desintoxicação das populações atingidas pelo monstro das drogas. Para o governo é como se o problema não existisse e, por isso mesmo, lava as mãos.

AS POPULAÇÕES DO INTERIOR VIVEM NO MAIS CRUEL ABANDONO

As populações do nosso interior vivem no mais cruel abandono. Como se não bastasses o IBAMA, que não deixa o homem do interior caçar, pescar e derrubar uma árvore para construir a sua casa, ou uma simples canoa, agora o governo do Estado completou o quadro com a tal da Polícia Ambiental - um braço da Polícia Militar. O nível de violência e perseguição chegou a tal ponto, que até as casas são invadidas para ver o que tem dentro da panela. Caso seja encontrado carne de caça, quelônio, ou peixe proibido a captura naquela época, o alimento é jogado fora, quando não levado para servir de prova do crime, segundo argumentos dos policiais.

DESCENDO AS ESCADARIAS DO INFERNO

Os deputados estaduais e os integrantes da bancada federal, em Brasília, que deveriam defender o povo do interior, vítimas desses abusos e maldades, ficam calados, metem a viola no saco e, com isso, terminam por dar razões e a proteger os que humilham os coitados que ainda resistem no interior à tentação de vir embora para Manaus e, aqui, apodrecer com os seus familiares em mais uma das muitas favelas da periferia, marcadas pela falta de água, esgotos, iluminação e, o pior, segurança policial. Essas pessoas vivem sob controle das galeras, de bandidos ligados às drogas, de marginais que assaltam e, depois, fogem da polícia se refugiando nessas favelas. As pessoas fogem do abandono do interior e, ao final, terminam, juntamente com os seus familiares, vítimas da grande cidade, desumana, feroz, onde o filho termina se envolvendo em assaltos e a filha resvalando para a prostituição. Esse, infelizmente, tem sido o destino de muitos jovens que chegam à nossa Manaus acreditando que, aqui, vão conseguir trabalho para sair da pobreza, mas, muitas vezes, terminam descendo as escadarias do inferno.

O QUE ENTÃO FAZER PARA RETIRAR O INTERIOR DO AMAZONAS DA POBREZA A QUE ESTÁ CONDENADO?

Defendo que, em primeiro lugar, deve o governo garantir, principalmente, escolas técnicas profissionalizantes e programas econômicos, respeitando a vocação produtiva de cada município, capazes de gerar emprego e renda para os moradores, para segurar as famílias nas sedes dos municípios e nas comunidades, com a forma mais segura de não deixar que migrem para Manaus e outros centros urbanos. O que está faltando para que isso venha a ocorrer? Entendo que o governo deve começar por incentivar os bancos que já existem nos municípios a instalar carteiras de crédito agrícola para financiar a quem precisa de recursos para tocar a criação de animais e a produção de produtos agrícolas, principalmente os produzidos nas áreas de várzea, excelentes para a produção de grãos, a exemplo do feijão, arroz, milho e de outros produtos.

POR QUE AS VÁRZEAS DO RIO NILO PRODUZEM TANTO E AS DO AMAZONAS NADA?

Atualmente, as várzeas do rio Nilo, que corta o Egito, alimenta mais de 200 milhões de árabes. Os nossos rios têm centenas de vezes mais áreas de várzea do que o rio Nilo, mas, até a presente data, por falta de uma política de incentivos dos nossos governantes, ainda não alimenta nem mesmo os que lá vivem, ou seja, os próprios ribeiros. Isso é uma vergonha. Poderíamos estar hoje alimentando o Amazonas e o resto do país, mas os que nos governam estão se lixando para o povo do interior. O último governador que olhou pelo interior foi o José Lindoso, na época em que os militares estavam no poder. Vários grandes programas foram acionados. Basta lembrar o Probor II, em que foram liberados milhares de reais para o plantio de seringueiras interior a fora; o projeto da Emade, em Tefé, financiado pelo Banco Mundial, para plantio de dendê; e o pólo madeireiro de Itacoatiara, criado para ser o maior da América Latina. Além disso, Lindoso fez a Assembleia aprovar uma lei que passou a se chamar “Lei Lindoso”, que tinha por objetivo obrigar as empresas do Distrito Industrial da Suframa a investir parte dos seus lucros nos municípios do interior do Estado, com a criação do Distrito Agropecuário.

Belos projetos, portanto. O problema é que Gilberto Mestrinho, eleito governador, em 1982, o primeiro projeto que enviou à Assembleia Legislativa foi o da revogação da Lei Lindoso, matando, no nascedouro, a oportunidade do interior do Estado ser hoje rico, com uma economia pujante. Em seguida, abandonou e enterrou o projeto do dendê e o pólo madeireiro de Itacoatiara. E o que restou a partir daí? Nada, absolutamente nada. O interior piora dia a dia e não há qualquer previsão de melhorar no curto e no médio prazo. A economia dessas regiões está morta, o seu povo pobre e sem esperanças. Esse é p retrato mais realista do interior do Amazonas.

UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

O que resta agora é lutar para se acabar com essa letargia, é sacudir as autoridades deste estado para que se lembrem que o Amazonas não é só Manaus. Quando isso acontecer, a economia do interior deixará de ser raquítica, minguada, e tomará forças para competir com as riquezas produzidas na capital e, dessa forma, as populações permanecerão nos seus municípios, sem mais necessidade de migrar para Manaus e, aqui, sofrer os horrores oferecidos pela cidade grande aos que procuram habitar nas invasões paupérrimas, onde encontrar moradia é uma aventura e comer é luxo. Outra idéia que surge, é a do senador Arthur Neto no que diz respeito estender os incentivos da Zona Franca, num primeiro momento para os municípios que integram a Região Metropolitana de Manaus e, num segundo, a todos os municípios do Amazonas. Essa proposta é o ideal para que o Amazonas economicamente cresça em harmonia, sem exclusão dessa ou daquela região. No entanto, não será fácil, pois haverá muita resistência por parte das bancadas do Sul e Sudeste. A nossa bancada federal em Brasília vai ter que suar a camisa e gastar muito latim para convencer os seus colegas deputados e senadores. Mas, ao final, acredito que tudo possa dar certo. O mais importante é que já dá para se ver uma pequena luz no fim do túnel. Agora, é lutar.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Moradores do Tarumã-Açu fazem denúncias e pedem apoio dos vereadores



Um grupo de moradores das comunidades rurais Jéferson Peres, Gurgel e Paraíso, localizadas no Tarumã-Açu, esteve na manhã de hoje (10) na Câmara Municipal de Manaus, onde pediram o apoio dos vereadores para não serem retirados do local. Representados por Ismael Oliveira, os moradores ocuparam a galeria da CMM junto com integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Amazonas (MSTA) e do Movimento de Assentados do Amazonas.Segundo o líder comunitário Ismael Oliveira, uma pessoa identificada por Sidney que estaria a serviço do secretário Marcelo Dutra, titular da Semmas, teria mandado derrubar casas e agredido as pessoas. Para Oliveira, os funcionários municipais estão agindo fora da lei, já que a Terceira Vara da Justiça Federal proibiu qualquer ação por parte do Estado e Município naquela área. Ismael Oliveira pediu que os vereadores intercedessem junto ao secretário Marcelo Dutra para demitir o servidor acusado. O vereador Mário Frota (PDT), que pediu espaço para o líder comunitário falar na tribuna, propôs que os vereadores façam uma visita à área do Tarumã-Açu para conhecerem a realidade deles, independente do trabalho que a Comissão do Meio Ambiente da Casa está fazendo. O vice-presidente da CMM, vereador Paulo Nasser (PSC) recebeu um dossiê sobre a questão e disse que vai encaminhá-lo para que sejam tomadas providências, dentro do raio de ação legal da Câmara.

Fonte: João Dantas
Fotografia: Plutarco Botelho

Mário Frota aponta má educação dos policiais de trânsito



Os policiais militares estão ‘saindo dos eixos’ quando abordam motoristas durante as operações de fiscalização do trânsito, segundo denúncia apresentada hoje (09) pelo vereador Mário Frota (PDT) em pronunciamento na Câmara Municipal de Manaus. “Blitz é uma coisa boa, mas os policiais não devem sair dos eixos, pois nem todo mundo é bandido”, alertou o parlamentar. Mário Frota chegou a sugerir a convocação do secretário de Segurança e do comandante da Polícia Militar, para informar à Câmara o que está acontecendo quanto à orientação dos policiais.

Um exemplo da atitude incorreta dos policiais na abordagem dos motoristas foi contado pelo vereador. Mário Frota se queixou que a esposa dele foi tratada com truculência e desrespeito por policiais militares que pararam o carro dela numa rua da cidade e se portaram com agressividade ofensiva e desnecessária.
O vereador aproveitou para esclarecer uma nota publicada no jornal Em Tempo, informando sobre um acidente de trânsito em que ele teria se envolvido. Frota esclareceu que o veículo em que viajava e que colidiu com outro está registrado no nome dele, mas pertence ao seu motorista. De acordo com ele, a dona do outro carro envolvido no acidente usou indevidamente seu nome e com isso, é passível de processo.

Fonte: Chris Reis
Fotografia: Heraldo Rocha

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

SANTA CASA: GAITANO CONFIRMA REABERTURA DO HOSPITAL


O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), visitou, ontem, o Presidente da Associação Comercial do Amazonas (Aca), Gaitano Antonaccio, para felicitá-lo pelo empenho que ele e os seus companheiros da entidade estão fazendo pela reabertura da Santa Casa de Misericórdia de Manaus.

Mário Frota disse estar realmente feliz com a iniciativa da Aca, principalmente por se tratar de uma entidade que, ao longo da sua existência, tem prestado relevantes serviços à sociedade amazonense. A Aca, externou o parlamentar, tem uma história que a credencia a tomar nas mãos a responsabilidade de reunir todas as forças vivas da sociedade nesse esforço pela reabertura desse grande hospital.

O vereador se disse profundamente gratificado ao saber que o sonho agora vira realidade porque passa a ser um fato concreto. Depois de fechada há seis anos, finalmente já dá para se vislumbrar uma luz no fim do túnel, aliás, não se trata mais de uma simples chama, mas agora, tudo indica tratar-se da própria luz do sol iluminando um novo dia.

“O que fiz até agora”, explicou Mário Frota a Antonaccio, “foi criar uma consciência com objetivo de ver a nossa Santa Casa com as suas portas abertas para as pessoas que dela precisa. Gritei bem alto, com todas as forças, pedindo misericórdia para a Santa Casa, abandonada pelos governantes deste Estado que poderiam ter ajudado, mas preferiam se fazer de mortos, deixando-a abandonada por todo esse longo tempo”.

O vereador disse ainda ter ouvido do presidente da Aca como foi montada a estratégia para a reabertura da Santa Casa. Segundo Frota, Antonaccio confidenciou que tudo foi feito no maior silêncio, até a divulgação, há duas semanas, quando a sociedade tomou conhecimento dos fatos. Em verdade, tudo foi feito com muita sabedoria e competência, reconhece Mário Frota.

O líder pedetista salientou que o grande vencedor nessa história de resistência não é ele e nem a Aca, mas principalmente o povo carente que sofre nas filas em busca de atendimento médico. “A Santa Casa é mais do que um simples hospital, mas um sentimento, um velho caso de amor na vida dos amazonenses que agora retorna à vida e isso, no momento, é o mais importante”, conclui Mário.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Paulo Onofre