quarta-feira, 4 de agosto de 2010

BLITZ ILEGAL SUGERE PROPINA PARA GARANTIR O JARAQUI


NINGUÉM É CONTRA AS BLITS DE RUA, MAS É IMPORTANTE QUE SEJAM FEITAS DENTRO DA LEI, POIS, COMO DIZIA RUI BARBOSA: “FORA DA LEI NÃO HÁ SALVAÇÃO”. Quem tem carro ou motocicleta, quantas blitz enfrentam por semana no vaivém de casa para o trabalho e vice-versa? Entendemos, todos, que é bom intimidar os bandidos que se escondem por trás de uma viseira do capacete, ou mesmo dentro de um carro. Ninguém gosta de marginal, é óbvio. O problema é que a coisa começa a sair dos eixos, com muita blitz por aí que, com o pretexto de intimidar bandidos, começa, pelo excesso, a incomodar os cidadãos e cidadãs que dirigem em Manaus.
Reivindicamos todos, que as autoridades responsáveis por essas blitz o façam com responsabilidade e absoluta transparência, para que sejam evitados os chamados crimes de abuso de autoridade, como os que ora vêm acontecendo.
O FIM DE SEMANA DO JARAQUI
Passa a ser coisa comum, dois policiais, armados de dois ou três cones, iniciar uma blitz nas ruas dos bairros de Manaus. Esse processo é acelerado principalmente a partir da sexta-feira, o que leva as pessoas a dizer que tal iniciativa tem a ver com pedido de propina para garantir o jaraqui no fim de semana. Para que tais rumores desapareçam é bom que as autoridades responsáveis comecem a fiscalizar e disciplinar essa questão. Ninguém é contra as blitz, mas elas devem espelhar seriedade, mas tudo tem que ser feito dentro da lei, pois, como dizia Rui Barbosa: “fora da lei não há salvação“. Que tal colocar à frente de toda blitz um tenente ou capitão, um fiscal da Receita Estadual, funcionários do DETRAN, além de outras autoridades necessárias para a realização de uma boa fiscalização?
Por três vezes dirigi nos Estados Unidos e, confesso que nunca vi no trânsito um cidadão ser parado gratuitamente pela polícia. Lá, geralmente, carro só é parado pela polícia, nos seguintes casos: alta velocidade, avanço no sinal de trânsito, transitando em ziguezague, dando a entender que o condutor está bêbado, carro sob suspeição de ter sido usado em assalto ou, ainda, parado em lugar impróprio.Polícia é necessário, mas, para o mundo inteiro vale a máxima: polícia perto demais incomoda e longe faz falta. Portanto, a presença da polícia deve ser bem dosada para que os cidadãos não se sintam sufocados, pior, ameaçados.
DENTRO DESSE PROCESSO, AS MAIORES VÍTIMAS SÃO OS MOTOCICLISTAS
Infelizmente todo motociclista, para a polícia, traz na testa o sinal de que é um possível bandido. Ora, consta que em Manaus existem aproximadamente 360 mil motocicletas. Milhares de pais de família usam a motocicleta para chegar ao trabalho, assim como centenas de rapazes colocam suas vidas em perigo no serviço de entrega em domicilio, sem falar que, agora, surge, por força de lei aprovada no Congresso Nacional, a profissão de mototaxista que, constituída por milhares de trabalhadores, ganham o pão de cada dia transportando passageiros para os lugares mais distantes da periferia.
Tenho passando pela rua e observado a forma como os motociclistas, de uma forma geral, são abordados pela polícia. Muitas vezes são eles obrigados a permanecer de mãos levantadas contra uma parede. Caso alguns deles reajam, por se sentir ofendido nos seus direitos, é algemado por desacato à autoridade e, em seguida, vai curtir uma cadeia na delegacia mais próxima. Como fica a dignidade dessas pessoas humilhadas? E a cidadania delas? A quem recorrer? Ao Papa, à rainha da Inglaterra?
TOLERÂNCIA ZERO COM OS BANDIDOS
Em minha opinião, a estratégia para acabar com o banditismo deve ocorrer com a presença ostensiva na rua de policiais armados, a chamada tolerância zero, que teve início em Nova Iorque na administração do prefeito Rudolph Giuliani. O que deve ser mesmo feito, se é que o Governo quer mesmo acabar com a insegurança que existe nas ruas de Manaus, é colocar policiais nas ruas, nos terminais de ônibus, enfim onde existe ajuntamento de pessoas. Deve, também, acelerar a presença de policiais em motocicletas e carros com sirenas percorrendo as ruas. Se isso for feito, com certeza que a marginalidade será reduzida, a exemplo do que aconteceu em Nova Iorque que, de cidade extremamente violenta no passado, hoje já é considerada entre as mais seguras dos Estados Unidos.
Por: Vereador Mário Frota
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM
Líder do PDT na CMM

Mário Frota questiona deficiência em infra-estrutura de transportes


A falta de infra-estrutura de transportes (fluvial, rodoviária e aérea) foi o tema abordado pelo líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus, vereador Mário Frota, ao abrir os trabalhos do pequeno expediente nesta segunda-feira (03) na Câmara Municipal. Frota questionou o fato de Manaus ainda não possuir uma estação hidroviária, além de a estação rodoviária não ter sido reformada e o aeroporto está aquém das necessidades da capital. De acordo com o parlamentar, a estação hidroviária seria o local ideal para atender o transporte regional (embarcações), permitindo o deslocamento mais rápido das pessoas que moram no interior do Amazonas. Além disso, salientou que o aeroporto da capital também não comporta a demanda e a rodoviária está caindo aos pedaços, atestou. O vereador lembrou que estão prometendo projetos de melhoria da cidade em função da Copa do Mundo de 2014, porém disse que ainda não ouviu nada em relação à construção ou reforma da estação rodoviária, nem sobre construção de um terminal portuário.
Fonte: Chris Reis
Fotografia: Heraldo Rocha

terça-feira, 3 de agosto de 2010

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA

Caro Mário Frota:
Agradeço, penhorado, o registro em seu blog e na Câmara Municipal, do movimento que a Associação Comercial do Amazonas - ACA está fazendo para reabertura da Santa Casa, contando com o apoio de órgãos públicos e privados, entidades de classe, diretores da ACA e a sociedade em geral.
Temos certeza que vamos conseguir com a ajuda de Deus.
Cordialmente,
Gaitano Antonaccio
Presidente

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mário Frota quer explicações sobre estatal dos transportes coletivos


No seu pronunciamento no pequeno expediente de hoje (02), no plenário Adriano Jorge da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Mário Frota (PDT) informou que apresentou um requerimento solicitando que o prefeito Amazonino Mendes compareça à CMM para prestar esclarecimentos sobre o projeto de criação de uma estatal para comandar o transporte coletivo urbano.
“Acho que chegou o momento do prefeito descer do trono de onde ele acha que está sentado e comparecer à Câmara onde reside a soberania de Manaus, pois aqui está representada a vontade do povo”, disse o parlamentar.
De acordo com Mário Frota, a questão deve ser debatida na Câmara com a presença do prefeito, pois segundo o líder pedetista, a situação do transporte coletivo está insustentável, uma vez que sistema funciona precariamente, com ônibus sucateados e o valor da passagem entre os maiores do país. “Comparando com outros Estados brasileiros, Manaus é a única cidade em que o governador abriu mão do ICMS sobre combustíveis e nem por isso o valor da passagem é menor. Com tudo isso, o prefeito ainda ajuda os tubarões que vem de fora”, alegou.

Fonte: Chris Reis
Fotografia: Plutarco Botelho

Mário Frota quer prefeito esclarecendo projeto


O vereador Mário Frota (PDT) apresentou requerimento solicitando a presença do prefeito na Câmara Municipal de Manaus para explicar seu projeto de criar uma empresa estatal para cuidar do sistema de transporte coletivo. "Esse sistema está envolto em corrupção e é preciso que o prefeito se digne a vir conversar com os vereadores e ouvir nossas preocupações", afirmou Mário Frota em discurso que abriu hoje a sessão ordinária.

www.blogdafloresta.com

Política

02-Ago-2010

ESTATAL DO TRANSPORTE: MÁRIO FROTA QUER AMAZONINO NA CÂMARA


O líder do PDT no Poder Legislativo Municipal, vereador Mário Frota, apresentou requerimento junto à mesa diretora da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na abertura da sessão ordinária desta segunda-feira, convocando o prefeito Amazonino Mendes, para prestar esclarecimentos sobre o projeto municipal apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para a criação de uma empresa estatal, com o propósito de comandar o destino dos transportes coletivos da cidade.
De acordo com Mário Frota a ideia de criar uma estatal para o transporte coletivo de Manaus é historicamente ultrapassada porque não deu certo em nenhum estado em que foi implantada, mas ele defende que existem outras fórmulas melhores e mais sensatas para evitar o sofrimento dos passageiros que são explorados de forma criminosa pelas empresas de fora e que aqui se estabelecem sem nenhum compromisso com a região.

Com a finalidade de solucionar grande parte dos problemas que afetam o sistema de transporte coletivo de Manaus o vereador pedetista defende o fortalecimento das empresas locais organizadas em cooperativas, que vivem sob forte perseguição por parte do IMTT (Instituto Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos), por pressão das concessionárias, mas que dão conta do recado e, sem elas, o transporte na cidade estaria pior.

Para justificar a sua proposta, Mário Frota lembra que os ônibus das cooperativas são novos, bem cuidados, limpos, motivo de orgulho para todos porque o veículo é dirigido pelo seu proprietário ou por motorista que ele conhece e pode confiar.

Em matéria veiculada no seu blog (www.mariofrota.blogspot.com), Mário Frota aconselha Amazonino: “Tome juízo, prefeito! O senhor está lembrado do que alegou, quando propôs a venda do BEA e da COSAMA? Entre outras, afirmou que 'empresas estatais são deficitárias porque o estado é um péssimo gestor e que somas elevadas terminam descendo pelo ralo da ineficiência e corrupção’. O senhor até pode estar esquecido da argumentação que usou para vender o BEA e a COSAMA, mas o povo, não. Cuidado, há muita gente aí, principalmente os funcionários do ex-BEA, que não o perdoam pela entrega, numa bandeja, do Banco do Estado do Amazonas, ao Bradesco. Assim, também, como muita gente, entre os quais eu, ainda quer saber onde foram parar os 180 milhões de reais da venda da COSAMA”.


Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)