sexta-feira, 14 de agosto de 2015

MÁRIO FROTA APRESENTA PROJETO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAÇA DO RENATO SOUZA PINTO





De simples espaços urbanos a sofisticadas obras de arte, as praças são pontos de lazer da população, como a Praça de São Sebastião (foto), uma das mais bonitas de Manaus

“As praças públicas são fundamentais para a vida urbana e a sua estrutura e manutenção indica o nível de civilidade de seus usuários e o exercício dos direitos e deveres de cidadania nela vivenciados. É pelo uso que as pessoas fazem de uma praça um espaço importante para o seu dia-a-dia e convívio social”
 O vereador Mário Frota, líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus - CMM, apresentou projeto de indicação ao prefeito de Manaus, Arthur Neto, para recuperação da Praça do conjunto residencial Renato Souza Pinto I, localizada na Avenida G, esquina com a Avenida H, no bairro Cidade Nova I.
Na sua justificativa, Mário Frota, acrescenta que as praças são espaços públicos urbanos que desempenham um papel fundamental na aproximação e entretenimento da população de um determinado lugar e servem de contexto para as relações intersociais em desenvolvimento. De simples espaços urbanos a sofisticadas obras de arte, as praças são pontos de lazer da população - que a ela acorre - para momentos de descontração, intercâmbio de ideias, encontros românticos e outras atividades da vida urbana ao ar livre.
Abandonadas pelo poder público, a tendência das praças urbanas é transformarem-se em pontos de venda de drogas e prostituição. Dessa forma, perde seus atrativos e a população deixa de frequentar o local. “As praças públicas são fundamentais para a vida urbana e a sua estrutura e manutenção indica o nível de civilidade de seus usuários e o exercício dos direitos e deveres de cidadania nela vivenciados. É pelo uso que as pessoas fazem de uma praça um espaço importante para o seu dia-a-dia e convívio social”, justifica Mário.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

MARIO FROTA REALIZA AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR A GREVE DOS SERVIDORES DO INSS EM MANAUS


Vereador Mário Frota recebe os servidores do INSS, do Comando
de Greve, nas dependências da Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Mário Frota: “Não é justo o que o governo federal está fazendo com os trabalhadores do setor público e privado, acabando com as conquistas históricas e eliminando os direitos adquiridos das categorias para pagar o rombo de R$ 300 bilhões nas contas públicas e fazer superávit fiscal para o pagamento dos juros da Dívida Interna”.
Para cumprir agenda da Audiência Pública, de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), o plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM) recebeu na manhã desta terça-feira (11), uma comitiva de 76 servidores do Comando de Greve do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para esclarecer os motivos da paralisação das suas atividades no estado do Amazonas. Em todo o país, 90% das agências do INSS estão atendendo parcialmente e nos estado do Pará, Ceará, São Paulo e Rio estão praticamente fechadas.
De acordo com a técnica de Seguro Social do INSS, Luciana de Souza Sahdo, do Comando Nacional de Greve, cerca de 80% das atividades do órgão, em Manaus, está paralisada desde o dia 3 de agosto e vai seguir por tempo indeterminado. O movimento nacional reivindica reposição salarial de 27,5% de imediato, com aumento gradual nos próximos quatro anos; a incorporação das gratificações ao salário; plano de cargos e carreiras; 30 horas de trabalho para todos os servidores; concurso público para repor o quadro funcional; fim do assédio moral; fim das terceirizações; e a isonomia salarial com paridade entre ativos e aposentados.
Com o atendimento em Manaus funcionando precariamente, Sahdo teme pela segurança dos servidores, principalmente depois que o governo federal transferiu para o INSS a responsabilidade de fazer o recadastramento e o pagamento do seguro desemprego e do seguro defeso para 130 mil pescadores do Amazonas porque muitos desses trabalhadores vêm de comunidades distantes e vão exigir um atendimento rápido e eficiente. “Nós não temos equipamentos e mão de obra suficiente para realizar esse tipo de trabalho. Nesse cenário de crise econômica, o governo cortou verbas de segurança, limpeza e falta material de expediente para prestar serviços à população. Até o cafezinho e copos descartáveis estamos comprando com dinheiro do próprio bolso”, reclama,
Os equipamentos de informática do INSS estão sucateados e cerca de 50% dos servidores, lotados em Manaus, estão com tempo de serviço apto a se aposentar. “Esses servidores não se aposentaram ainda porque vão perder a gratificação e o valor da remuneração vai representar apenas 50% do salário que recebem atualmente”, reclama Sahdo.
Para Mário Frota, a reivindicação dos servidores do INSS é justa porque é um órgão de crucial importância para o pronto atendimento dos pensionistas e aposentados da Previdência Social que passaram uma vida inteira trabalhando para, na velhice, ver um país melhor. “Não é justo o que o governo federal está fazendo com os trabalhadores do setor público e privado, acabando com as conquistas históricas e eliminando os direitos adquiridos das categorias para pagar o rombo de R$ 300 bilhões nas contas públicas e fazer superávit fiscal para o pagamento dos juros da Dívida Interna”, denuncia o parlamentar.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CRIAÇÃO DE HOSPITAL DE MEDICINA ALTERNATIVA É TEMA DE DEBATE NA CMM




Euler Ribeiro, Mário Frota e Vereador doutor Ewerton Wanderley,
durante o I Seminário de Fitoterapia do Amazonas


Mário Frota: “Precisamos explorar a nossa biodiversidade. É preciso desenvolver aqui, um centro de estudos que incentive as pesquisas para a manipulação de medicamentos alternativos, à base de plantas medicinais”.
A possibilidade de criação de um hospital de medicina alternativa em Manaus, dotado de horto medicinal e farmácia para preparo da matéria-prima e manipulação de medicamentos fitoterápicos e homeopáticos, a exemplo do Estado de Goiás (GO), foi discutida por pesquisadores e representantes de órgãos ligados à Saúde, no 1º Seminário de Fitoterapia do Amazonas, realizado na manhã desta quinta-feira (6), no plenário Adriano Jorge da Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Na audiência, de autoria do vereador Mário Frota (PSDB), também estiveram presentes o presidente da Comissão de Saúde da CMM, vereador Dr. Ewerton Wanderley (PSDB) e da vereadora Pastora Luciana (PP), da coordenadora de Ensino e Pesquisa do Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia, a farmacêutica, Mara Rúbia Ferreira e do diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade, o médico Euler Ribeiro.
Mário Frota analisa que a ideia de um local próprio para o atendimento alternativo seria um grande passo, não somente para a economia do Amazonas, visto que a Zona Franca de Manaus (ZFM) ainda é a única maior economia do Estado, mas um importante polo de exploração e fabricação de remédios fitoterápicos. “Precisamos explorar a nossa biodiversidade. É preciso desenvolver aqui, um centro de estudos que incentive as pesquisas para a manipulação de medicamentos alternativos, à base de plantas medicinais”, disse o parlamentar.
Mara Rúbia Ferreira, que apresentou a experiência bem-sucedida do hospital alternativo em Goiânia, destacou que a construção do hospital no Amazonas é importante, porém seria um processo longo, pois teria que envolver todos os profissionais da área da Saúde, além do interesse dos governantes em incentivar a medicina alternativa, visto que é uma política desde 2006 do Ministério da Saúde. “A formação profissional seria o primeiro ponto para o atendimento ambulatorial dentro dos hospitais ou postos de saúde, para o acesso da população. A criação do Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia foi uma medida que há mais de 25 anos deu certo em Goiás. A população cada vez mais procura o tratamento natural de forma integral”, ressaltou Mara Rúbia.
Para o especialista em plantas medicinais da Universidade Federal do Amazonas professor (Ufam), professor Moacyr Biondo, a importância de criação do hospital alternativo ou complementar, como prefere chamar, é oferecer a toda a população a possibilidade de cura para todas as doenças, mas é preciso valorizar mais o conhecimento tradicional, principalmente dentro das universidades. “A nossa proposta de introduzir o tema medicina complementar aos alunos de medicina, mas é preciso uma disciplina específica para capacitar, porque hoje a fitoterapia já é reconhecida pelo governo federal. Os médicos já podem prescrever alguns medicamentos à base de plantas medicinais como chás ou fitoterápicos”, observou o professor.
O pesquisador e doutor em Botânica do Instituto Nacional de Pesquisas do Amazonas (Inpa), Juan Revilla, ressaltou que a união de forças do Município e Estado para construir um local específico para o atendimento à saúde alternativo,seria um beneficio considerável, principalmente às pessoas de baixa renda, porque ao mesmo tempo seriam disponibilizados médicos e medicamentos para o devido tratamento. “É preciso ter um ponto de referência para esse tipo de atendimento, assim a população teria a segurança de contar com profissionais habilitados”, completou Juan Revilla.
Longevidade e qualidade de vida
O médico Euler Ribeiro, durante a palestra ‘Dieta Amazônica’, apresentada na discussão, destacou, entre as várias pesquisas feitas, o estudo realizado no município de Maués (a 268 quilômetros de Manaus), no qual comprovou a longevidade daquela população. Na pesquisa, que abordou viés para a longevidade e amplitude da qualidade de vida, foram analisados a genética, a fuga do estresse e a boa alimentação. “Isso é uma demonstração de como a biodiversidade beneficia a saúde do homem. Por isso, acredito que precisamos reforçar a ideia de um local específico no Amazonas para o tratamento alternativo a base de plantas”, disse Euler Ribeiro.

Texto: Valdete Araújo – DIRCOM/CMM
Foto: Tiago Corrêa - DIRCOM/CMM
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