terça-feira, 17 de dezembro de 2013

MÁRIO FROTA DESTACA APROVAÇÃO DO PLANO DIRETOR E DIZ QUE VAI EXIGIR PRESENÇA DE FÉLIX VALOIS NA CMM PARA EXPLICAR DENÚNCIA



Mário Frota vai solicitar a presença do advogado Félix Valois Coelho Júnior na Câmara Municipal de Manaus para dar explicações aos vereadores sobre o caso de propina envolvendo supostamente vereadores.
Presidente da Comissão de Sindicância instaurada pelo presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Bosco Saraiva (PSDB) para acompanhar o andamento das investigações junto à Polícia Civil das denúncias de suposta cobrança de propina a um empresário da construção civil para aprovação de emenda ao Plano Diretor, que aumentava o gabarito dos empreendimentos imobiliários de 18 para 25 andares, o vereador Mário Frota (PSDB) anunciou na manhã desta terça-feira (17), em sessão plenária, que vai apresentar nesta quarta-feira (18), o relatório do caso à Mesa Diretora.
Nesse relatório, Mário Frota vai solicitar a presença do advogado e presidente do Conselho Municipal de Gestão Estratégica da Prefeitura de Manaus, Félix Valois Coelho Júnior (autor da denúncia publicada em artigo no Diário do Amazonas, do dia 8 de novembro deste ano) na Câmara Municipal de Manaus para dar explicações aos vereadores no retorno do recesso parlamentar, que ocorrerá em fevereiro de 2014.
A aprovação do Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus em sessões extraordinárias ocorridas na última segunda-feira (16) foi o destaque do pronunciamento do vereador.
De acordo com ele, apesar da CMM ter vivido um momento histórico, tentaram ‘empanar’ a aprovação do Plano, com um artigo infeliz, assinado pelo amigo Félix Valois Coelho, o que não aconteceu. “Aprovamos o plano de cabeça erguida, apesar de ter deixado a Câmara em situação vexatória, com muita lama jogada contra o Poder”, disse ele referindo-se a denúncia feita por Valois.
Mário Frota afirmou que muita gente cobra providências do Poder quanto a denúncia. “Foi um artigo impensado, sem muitos dados em mãos, onde ele argumenta sigilo da fonte para não revelar a identificação do empresário que lhe procurou para fazer a denúncia”, disse ele.
Segundo o vereador, até jornalista mesmo resguardando o sigilo de fonte, estabelecido pela Constituição Federal, tem que ter o mínimo de provas para não passar como irresponsável. “Eu sempre fiz denúncias, mas sempre documentado para não ser leviano perante a sociedade e ao parlamento”, afirmou.
Mário Frota aproveitou e anunciou que recebeu cópia do depoimento de Félix Valois, dado ao delegado que preside as investigações na Polícia Civil, George Gomes de Oliveira. O vereador leu parte do depoimento do advogado dado na delegacia, quando diz que “a partir de informações partidas de amigo, que não vai revelar o nome, quatro homens foram em seu local de trabalho, no canteiro de obras, falar sobre informações do Plano Diretor e da proposta de ampliação de construção de prédio de 25 andares e se não podiam colaboração financeiramente para aprovação”.
Frota diz que fez questão de ler o depoimento, porque o artigo criou um problema sério para o Poder. “Graças que a aprovação do Plano se deu na maior seriedade e respeito, com a presença do procurador Paulo Stélio (da Procuradoria Especializada do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado). O povo de Manaus se saiu vencedor, com a aprovação pela Câmara dessa lei fantástica que vai abalizar o futuro de Manaus para os próximos dez anos”, disse.

Texto: Dircom/CMM
Foto: Tiago Corrêa/CMM

CARTA AO MEU AMIGO MÁRIO ADOLFO, UM COMPANHEIRO DE MUITAS LUTAS NA DEFESA DE UM BRASIL MELHOR PARA OS NOSSOS FILHOS E NETOS



Mário Adolfo, neste domingo li os comentários que fizestes na coluna Contexto, do Jornal Amazonas em Tempo, sobre matéria publicada no meu blog. Confesso que fiquei surpreso, pois, por incrível que pareça, neste País ainda tem gente que, na sua boa fé, acredita que o Lula é inocente das graves acusações que lhe são imputadas, que se trata de um cidadão acima de qualquer suspeita, e não do escroque político, um corrupto de carteirinha, o pai do mensalão que só não está hoje na cadeia porque foi protegido pelos seus comparsas que, por motivos óbvios, resolveram poupá-lo.
Tudo o que fiz, amigão, foi comentar os fatos publicados no livro Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado, de autoria do  ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, filho do ex-senador Romeu Tuma, o homem que à época da ditadura militar foi titular do Dops, a temida polícia política  do regime autoritário que se instalou no poder em 1964, e de onde só saiu em 1985, com a eleição, via  colégio eleitoral, do Dr. Tancredo Neves.
Mário, no que diz respeito às terríveis denúncias feitas por Romeu Tuma, no livro ora publicado, quem tem que se defender é ele, o Lula, apresentando provas e testemunhas de que o seu acusador é um leviano, e que vai processá-lo, etc. Em vez disso, depois do livro já ter sido lançado há quase uma semana, ainda continua ele em silêncio, encolhido, como se nada estivesse acontecendo, apesar do livro de Romeu Tuma Júnior ser devastador, e ter a sua primeira edição esgotado no mesmo dia do seu lançamento, fato único na história deste País.
Por que, em vez de reagir, como eu e você naturalmente faríamos caso a nossa honra fosse arrastada na lama, preferiu ficar quieto, escondendo-se inexplicavelmente da própria imprensa. Pelo fato de ter medo que pode Romeu Tuma ainda ter em mãos mais trunfos sob a manga da camisa, a exemplo de fotos e gravações? É o que presumo.  Por outro lado, faltou ao Lula da Silva a ira do injustiçado, fato que ocorre quando  uma pessoa  inocente  tem a  sua  honra e dignidade atacadas.
Em minha opinião, Mário, o Lula não pode se esconder enterrando a cabeça na areia como o faz o avestruz quando sente medo. Tem ele, sim, de dizer que não foi informante da ditadura militar, um agente infiltrado, pago, sob o codinome de Barba, para dedurar os seus colegas trabalhadores do ABC paulista; que nada teve a ver com o assassinato de Celso Daniel, na época prefeito de São Bernardo do Campo; que não partia dele a ordem para montar dossiês com propósito criminoso de envolver figuras ligadas a governantes do PSDB; que desconhecia totalmente o esquema do mensalão, o maior escândalo da história da República. E vai por aí.
Por um décimo do que Lula é acusado, o ex-presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, foi obrigado a renunciar à presidência do seu país, sentenciado moralmente a nunca mais ocupar qualquer cargo público. Nixon enfrentou o exílio dentro do seu próprio país. Até os seus últimos dias viveu como um zumbi político, abandonado até mesmo pelos seus ex-companheiros do Partido Republicano. Foi um fim político melancólico. Morreu sem que o seu povo o perdoasse.
Por fim, irmão Mário, você é testemunha de que não fiquei parado, calado, quando o Amazonino e os seus cúmplices pagaram um salafrário para imitar a minha voz e, dessa forma me incriminar, com objetivo de me destruir politicamente. Não me escondi como o Lula, pelo contrário, fui à luta, reagi e, ao final, sai inocentado daquela história infame, de cabeça erguida, enquanto os bandidos que montaram a tal gravação foram desmascarados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. O injustiçado não foge, mas luta, com todas as suas forças e armas para provar a sua inocência. Estranhamente, Lula acovarda-se e, em vez de reagir para provar que é vítima de uma vilania, prefere mergulhar no silêncio, fugindo da imprensa como o diabo corre da cruz.  

Abraços.
Mário Frota









sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

LULA - O BARBA - RECEBIA DINHEIRO DA DITADURA MILITAR PARA DENUNCIAR SEUS “COMPANHEIROS”




Por: vereador Mário Frota*
E entende-se ainda melhor a razão, quando Romeu Tuma Júnior declara que Lula, na qualidade de informante do Dops era conhecido pelo codinome de Barba. Mais adiante afirma que, “quem duvidar, é só procurar nos arquivos do Dops que, lá, vai encontrar alguém que recebia dinheiro com esse nome”.

Mais uma publicação bomba chega às livrarias nesta semana. Trata-se do livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, assinado por Romeu Tuma Júnior, mas escrito pelo jornalista Cláudio Julio Tognolli. Tuma é delegado da Polícia Federal e ex-secretário nacional de Justiça, entidade que comandou por três anos. Romeu Tuma Júnior é filho Romeu Tuma, ex-dirigente do Dops, o temido órgão de repressão que, na época da ditadura militar, perseguiu e prendeu opositores ao governo autoritário, que chegou ao poder em 1964 pela força das armas.
O livro de Romeu Tuma Júnior traz revelações que expõem as entranhas do PT de Lula e Dilma, principalmente do primeiro, considerado por muitos como o principal vilão do crime do mensalão, o maior escândalo da história deste País, desde a chegada no nosso litoral das caravelas de Cabral.
Romeu Tuma não só ouviu do seu pai, como também diz ter presenciado fatos estarrecedores envolvendo o ex-presidente Lula, à época em que era um simples dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos, de São Bernardo do Campo (SP). Segundo Tuma, Lula, depois de preso pela ditadura, tornou-se agente colaborador, ou seja, informante dos militares, dedurando os trabalhadores que participavam de movimentos sociais que pugnavam pela libertação do País dos tentáculos do regime militar.
Afirma ele que Lula entregava seus companheiros envolvidos na luta em prol da democracia e, graças às informações repassadas ao Dops, o regime autoritário conseguiu se antecipar e frustrar movimentos envolvendo  grevistas na região do ABC paulista. As revelações que Romeu Tuma Júnior faz à revista Veja, todas expostas no livro que deve chegar ainda esta semana às livrarias, são estarrecedoras. Além de apresentar o Lula como um canalha que entregava os companheiros de luta ao adversário, também revela o lado sombrio dos dirigentes petistas que, sem qualquer escrúpulo, forjam dossiês contra políticos de partidos adversários. 
Então deputado federal, com o peito transbordando de civismo, percebi que havia algo de errado no comportamento de Lula quando, na  condição de   presidente do PT, na eleição via colégio eleitoral para a presidência da  República - naquele momento  a  porta que poderia nos  levar à democracia - de forma estranha, irracional e anti Brasil proibiu os deputados do seu partido de votar no Dr. Tancredo Neves. Dois deputados que desobedeceram a tal orientação, Lula, de imediato, os expulsou sem pena e sem dó.
28 anos depois daquela eleição histórica, que levou o Brasil ao estado de direito, ou seja, à democracia que vivemos hoje, é que se entende agora porque Lula da Silva impediu os deputados do seu partido de votar no Dr. Tancredo. Para ele seria bem melhor se Tancredo tivesse perdido a eleição para Paulo Maluf, então candidato do PDS, o partido que apoiava a ditadura. E entende-se ainda melhor a razão, quando Romeu Tuma Júnior declara que Lula, na qualidade de informante do Dops era conhecido pelo codinome de Barba. Mais adiante afirma que, “quem duvidar, é só procurar nos arquivos do Dops que, lá, vai encontrar alguém que recebia dinheiro com esse nome”.
Li a entrevista de Romeu Tuma Júnior na Revista Veja, mas, confesso que não vejo a hora de ter o livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, nas mãos, bem debaixo  dos meus olhos.  

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.
           
 




 








quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

MÁRIO FROTA É CONTRA A VENDA DA CIGÁS

Matéria veiculada no Jornal do Comércio do dia 4 de dezembro, página 4 - Política