sexta-feira, 14 de junho de 2013

MÁRIO FROTA REALIZA MUTIRÃO DE LIMPEZA NA SANTA CASA



Vereador Mário Frota comanda mais um mutirão de limpeza na Santa Casa.
“Vamos fazer mais este mutirão para entregar o prédio limpinho para que o Arthur possa reabrir esse hospital, conforme ele me prometeu publicamente na campanha que o elegeu prefeito de Manaus. Valeu o nosso esforço”,
O vereador Mário Frota, líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vai comandar a realização de mais um mutirão de limpeza nas dependências do prédio da Santa Casa de Misericórdia de Manaus, hoje e amanhã (15/06), com o apoio da Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp). O parlamentar está preocupado com o destino do prédio histórico da Santa Casa que está cheio de goteiras e prestes a desabar por falta de manutenção.
De acordo com o parlamentar, a Santa Casa está com suas atividades paralisadas há mais de sete anos em função de uma dívida de R$ 25 milhões com fornecedores, serviços e encargos trabalhistas. Seus equipamentos já estão obsoletos e suas instalações necessitam urgentemente de reforma.
Ao longo desses três últimos anos Mário Frota realizou várias atividades com o propósito de reabrir a Santa Casa por ser o único hospital conveniado com o Governo Federal, localizado no centro de Manaus, com capacidade para atender pacientes dos bairros adjacentes e do interior do Amazonas. Durante esse período foram colhidas 90 mil assinaturas, por meio de abaixo assinado, junto à população, pedindo a reabertura do hospital.
Com o apoio da Prefeitura Municipal de Manaus (PMM), por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), foram realizados cerca quatro mutirões de limpeza nas dependências da Santa Casa. O último mutirão, que aconteceu no início do ano, contou com a participação de mais de 80 voluntários, quando foram recolhidos oito caminhões carregados de lixo e entulho.
O vereador realizou ainda dois seminários, no Taj Mahal Hotel e no auditório da Câmara Municipal de Manaus (CMM), quando vieram quatro diretores das Santas Casas de Belém, Fortaleza, Santos e Porto Alegre para falar de suas experiências bem sucedidas nessas cidades.
Segundo Mário Frota, nas últimas eleições, o então candidato a prefeito de Manaus, Arthur Neto, em campanha, se comprometeu em reabrir a Santa Casa. “Vamos fazer mais este mutirão para entregar o prédio limpinho para que o Arthur possa reabrir esse hospital, conforme ele me prometeu publicamente na campanha que o elegeu prefeito de Manaus. Valeu o nosso esforço”, explica Mário.

Gabinete do vereador Mário Frota
Assessoria de Comunicação
Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

quarta-feira, 12 de junho de 2013

ERON PEDE A CABEÇA DE CIDADE INSPIRADO EM STALIN

Texto: Vereador Mário Frota*
Convivendo com o Eron, o ouvi afirmar que o seu partido inspirava-se na figura de Stalin, o cruel e brutal ex-dirigente da ex-União Soviética, responsável direto pelo assassinato de milhões de dissidentes, entre eles Leon Trotsky, assassinado na cidade do México.
O secretário Eron Bezerra, quando na oposição, metia a língua em todo mundo e não queria saber das consequências. No entanto, agora, no governo, o velho comunista (?) reage como uma fera a quem o critica e, num lance que surpreendeu a todos, enviou documento à Assembleia Legislativa do Estado, solicitando aos seus ex-colegas de parlamento que cassem o mandato do deputado Orlando Cidade, por falta de decoro parlamentar, pelo crime de tê-lo chamado de incompetente e inoperante à frente da Secretaria de Estado da Produção Rural.
Essa turma do PCdoB não é fácil. Quando na oposição eles falam em democracia, mas, no poder, o viés stalinista aflora, ao ponto de tratarem como inimigos todos os que ousam criticá-los. E por que nessa história vem à tona a figura do ditador Josef Stalin? Resposta: pela razão de que, convivendo com o Eron, por várias vezes o ouvi afirmar que o seu partido inspirava-se na figura de Stalin, o cruel e brutal ex-dirigente da ex-União Soviética que, segundo alguns historiadores, foi o responsável direto pelo assassinato de milhões de dissidentes, entre eles Leon Trotsky, assassinado na cidade do México, a seu mando.  Stalin não perdoava seus adversários. Depois da morte de Lênin assumiu o poder e, ato contínuo, expurgou e assassinou dezenas de líderes, todos eles ligados historicamente ao comandante-chefe da Revolução de 1917.
Esse Stalin era o líder inconteste do comandante Eron e dos seus camaradas do PCdoB. Inspirado no seu líder, alguém já imaginou o que o Eron poderia fazer com o seu crítico deputado Orlando Cidade, caso tivesse nas mãos o poder que Stalin desfrutou na ex-União Soviética? Bem, é bom nem pensar. Basta ver o que os comunistas, inspirados no stalinismo, fizeram com as populações civis dos países onde eles tomaram o poder, a exemplo do Laos e do Camboja.
A minha geração, no meio do embate da guerra fria, sentiu grande simpatia pelo comunismo soviético, inspirado na doutrina de Karl Marx. Em plena ditadura militar, afrontávamos o autoritarismo de direita usando camisas com o rosto de Che Guevara. Tempos heroicos aqueles. No entanto, com a queda do império soviético, a reintegração da Alemanha Oriental à Alemanha Ocidental e o retorno dos países que estavam dentro da famigerada cortina de ferro à democracia, a verdade veio à tona e, o que era admiração, virou decepção. Ora, logo passei a entender a frase cunhada pelo grande Churchill: “quem não foi comunista até os vinte anos não tem coração. Quem continua até depois dos 30, não tem celebro”. Em outras palavras: é um idiota. Outra que ouvi muito, é que “o pior capitalista é o comunista que virou capitalista”. Em qual dessas enquadra-se o camarada Eron que pediu a cassação do mandato do deputado Orlando Cidade, pelo grave crime de tê-lo chamado de incompetente e inoperante à frente da Secretaria que ora administra? A resposta, deixo a critério do ilustre leitor (a) deste texto assinado pelo autor deste humilde blog.       

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.  









segunda-feira, 10 de junho de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA ESCLARECE SITUAÇÃO DAS OBRAS PARA A COPA DO MUNDO




A Arena da Amazônia, construída em cima do melhor estádio da região Norte do País, o Vivaldão.
Texto: Vereador Mário Frota*

De tudo o que foi prometido, só vai sobrar mesmo a Arena, construída em cima do melhor estádio da região Norte do País, o Vivaldão, e a ampliação do aeroporto Eduardo Gomes.
A realização da Audiência Pública para discutir as obras da Copa, convocada por mim e pelo vereador Amauri Colares, ocorrida no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), nessa última sexta-feira, contou com a presença dos atores responsáveis pelo sucesso desse grande espetáculo futebolístico, organizado pela FIFA, que acontece mundo afora, de quatro em quatro anos.
Presentes encontravam-se o coordenador da Unidade Gestora da Copa, em Manaus, Miguel Copobiango, a Diretora-presidente da Amazonastur, Oreni Braga, do Secretário da Manaustur, Bernardo Monteiro de Paula, além de outras autoridades igualmente responsáveis pelo grande evento.
Como não poderia deixar de ser, o meu pronunciamento foi de dura cobrança pelas promessas feitas no passado e não cumpridas, a exemplo do BRT e do Monotrilho que, como eles mesmos admitiram, só vão sair depois dos jogos da Copa, ou seja, num futuro que cheira a calendas gregas. Ia esquecendo: o Omar prometeu construir o Memorial do Encontro das Águas, projeto do grande Oscar Niemeyer, mas, pelo o que ouvi o Miguel Capobiango, é obra também para depois da Copa.
De tudo o que foi prometido, desde a época em que o Eduardo Braga conseguiu trazer a Copa para Manaus, só vai sobrar mesmo a Arena, construída em cima do melhor estádio da região Norte do País, o Vivaldão, e a ampliação do aeroporto Eduardo Gomes, uma mera puxadinha, conforme expressão recentemente usada pelo deputado Marcelo Ramos. 
Questionei a ausência da nova Rodoviária e a não construção de uma estação hidroviária para o transporte fluvial, obras extremamente necessárias num momento em que Manaus é uma das cidades sedes dos jogos da Copa do Mundo de 2014.
Fiz ver que a Rodoviária que temos hoje, além pequena, suja e caindo aos pedaços, não corresponde aos dias atuais, haja vista que, além de servir a municípios do Amazonas e do Estado de Roraima, das suas dependências também saem ônibus com destino a Caracas e a outras cidades da Venezuela. Ninguém, com um mínimo de bom senso, ou seja, com o juízo no lugar, consegue entender as razões que levaram os últimos governadores a relegar para um terceiro ou quarto plano a construção de uma nova rodoviária.  
Quanto ao porto para os barcos do transporte de passageiros (estação hidroviária), obra extremamente necessária a um Estado, onde a maioria das pessoas é transportada pelos rios, até a presente data os cidadãos e cidadãs que aqui embarcam e desembarcam, em portos improvisados  da  orla da cidade, o fazem de  forma incômoda, desconfortável, subindo e descendo por pranchas íngremes, o que leva, vez ou outra, alguém a despencar na água, fato que, pessoalmente, já  presenciei na Manaus Moderna.
Enfim, depois de tantas promessas em passado recente, de que até o início dos jogos da Copa, Manaus seria transformada numa nova cidade, agora já se pode perceber, claramente, que tudo não passou de enganação.   Dos atuais governantes, o Arthur é o único que não pode ser responsabilizado pelo o que aí está. Como responsabilizar quem chegou agora? Assim como o povo, ele também é vítima. É fato.   

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição Justiça e Redação da CMM.

 





sábado, 8 de junho de 2013

IPAAM PERSEGUE RIBEIRINHOS COM MULTAS PESADAS E AMEAÇAS DE CADEIA



As denúncias vêm sendo feitas pelo deputado estadual Orlando Cidade
Texto: Vereador Mário Frota*
Numa comunidade do Lago de Tefé, integrantes do Batalhão Florestal invadiram uma casa e levaram uma panela contendo pedaços de uma paca que a esposa do ribeirinho estava preparando para o almoço dos filhos.
O meu amigo deputado estadual Orlando Cidade, do PTN, como homem do interior, sabe o que está dizendo, quando afirma que o interior do Estado está abandonado e não produz nada, a não ser o bacalhau do peixe pirarucu, idealizado pelo Eron Bezerra, titular da Secretaria de Estado da Produção Rural do Amazonas - SEPROR, vendido muito caro, inacessível à mesa das camadas mais pobres da sociedade.
Recentemente fiz pronunciamento, da tribuna da Câmara de Vereadores, e, basicamente, disse a mesma coisa, ou seja, que os últimos governantes deste Estado só enxergam Manaus, possivelmente porque, aqui, está concentrada quase 60% da população eleitoral do Estado. Ao final das contas o interior é relegado ao abandono e o resultado é que estamos vendo aí: o preço da nossa farinha de mandioca de todos os dias, bem mais caro do que o de alimentos que importamos do Sul do País, a exemplo do tomate, do açúcar, do feijão, do arroz, entre outros. O nome disso é absurdo.
Enquanto as várzeas do rio Nilo, no Egito, alimentam 250 milhões de árabes, as nossas, centenas de vezes maiores, não produzem o suficiente para matar a fome dos milhares de homens e mulheres que vivem sobre elas. Uma vergonha. Apesar do gigantesco potencial que elas nos oferecem, até a presente data nenhuma política pública, seja do Estado ou do Governo Federal, ainda não foi criada para promover o desenvolvimento dessas extensas regiões de terras entre as mais férteis do mundo.
O governo deveria pagar cada cidadão disposto a se fixar no interior, e não persegui-lo com multas pesadas e com ameaças de cadeia, a exemplo do que faz o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas - IPAAM, conforme denúncias que ora vêm sendo feitas pelo deputado Orlando Cidade.  O Batalhão Florestal virou outra dor de cabeça para o homem do hinterland.  Viajando pelo Solimões, soube que, numa comunidade situada no Lago de Tefé, integrantes desse brioso Batalhão teriam invadido uma casa e levado uma panela contendo pedaços de uma paca que a esposa do ribeirinho estava preparando para o almoço dos filhos.
Quando deputado estadual, inspirado no Batalhão Florestal do Estado de São Paulo, apresentei projeto de lei com propósito de, aqui, ser criado um batalhão nos mesmos moldes. Eleito vice-prefeito, na chapa de Serafim Correia, tive que deixar a Assembleia, mas, logo depois, soube que o então governador Eduardo Braga havia apostado nas minhas intenções e criado o atual Batalhão.  A minha ideia era que esse Batalhão deveria proteger as nossas imensas florestas da ganância dos grandes grupos econômicos que derrubam as nossas matas, a exemplo do que já foi feito nos vizinhos estados de Rondônia, Pará e Acre, transformando-as em pastagens para a criação de gado.
Estava redondamente enganado. O resultado é o que aí está: perseguição aos pequenos, aos humildes, e nenhuma preocupação com os poderosos que - em especial em municípios, a exemplo do Apuí, Manicoré e Lábrea – já desmataram significativas faixas das suas florestas para o uso de agricultura extensiva e criação bovina. Foi esse, infelizmente, o destino do nosso Batalhão.    

*Advogado;
*Líder do PSDB na CMM;
*Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.