sexta-feira, 1 de junho de 2012

AMAZONINO ENTREGOU O PROAMA EM TROCA DE NADA?


Nessa negociação, que tem cara e jeito de negociata, Amazonino revelou-se um bom corretor. Depois de um ano, em caráter secreto, vendeu a concessão de Água do Município pelo valor de R$ 3,4 bilhões.
Ainda tem gente que fala mal do Amazonino. Quanta injustiça! A prova de que ele é bonzinho, um cara legal, é que, no contrato assinado com a Águas do Brasil,  deu de presente o Programa Água para Manaus (Proama), à empresa Manaus Ambiental, um projeto tocado pelo Estado do Amazonas, com dinheiro dos nossos impostos, que custou a bagatela de R$ 362 milhões.
Já ouviram a expressão ”de tão bom que não presta”? É o caso do prefeito Negão. Ele dá tudo o que lhe pedem, desde que o objeto do pedido não seja de sua propriedade, obviamente.  O coração dele é maior do que o corpo.
No contrato que assinou com a Águas do Brasil, sem consultar o Governador Omar Aziz, Amazonino entregou o PROAMA em troca de nada, na marra, num gesto inusitado, franciscano, jamais visto por estas bandas, acredito.
Ironias à parte. Nessa negociação, que tem cara e jeito de negociata, Amazonino revelou-se um bom corretor de venda de bens, pois, depois de um ano negociando, em caráter secreto, com o grupo Solvi, o proprietário da Águas do Amazonas e da Águas do Brasil, vendeu a concessão da Água do Município pelo valor de R$ 3,4 bilhões. E de quebra ainda entregou o PROAMA.
E aí Senhores do Ministério Público? Tinha poderes o Prefeito para negociar um bem público, sem levar em conta o princípio constitucional da publicidade (transparência), ampliar o prazo do contrato sem passar por processo licitatório e, ainda, entregar à empresa concessionária um patrimônio do Estado, no caso o PROAMA?
E quanto aos vereadores que integram a CPI, quando é mesmo que vão tomar coragem e convocar o Amazonino para depor, assim como o Eduardo Braga, o Alfredo e o Serafim? Em vez de convocar para depor os principais responsáveis pela tragédia em que se transformou o abastecimento de água em Manaus, ficam nesse escapismo covarde de chamar para depor o dirigente da ARSAM, mais diretor disso e daquilo. Quando essa CPI vai parar de andar para trás como caranguejo?   

Por: vereador Mário Frota    
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

quinta-feira, 31 de maio de 2012

ARTHUR É O MELHOR CANDIDATO A PREFEITO DE MANAUS


Em nenhum momento da sua administração ocorreu denúncias de corrupção, fato raro num país marcado pela roubalheira, a exemplo dessa turma do PT que há 12 anos vem assaltando os cofres da República.
Com experiência de mais de 30 anos na política, tendo exercido mandatos como vereador, deputado estadual, federal e vice-prefeito de Manaus, tenho autoridade para dizer que, na atual conjuntura política, o melhor candidato a Prefeito, porque é o que  apresenta melhor biografia e perfil  é, sem sombra de dúvida,  o Arthur Virgílio Neto, pelas razões que abaixo enumero:

1. Porque, embora na época que administrou Manaus, o município fosse pobre, sem os recursos milionários de hoje, conseguiu fazer uma boa gestão, reconhecida e admirada por todos à época;

2. Recebeu ônibus sucateados, caindo aos pedaços e, sem aumentar a tarifa, conseguiu, em menos de seis meses, que Manaus ostentasse a frota de ônibus mais nova do País;

3. Encontrou o funcionalismo do Município recebendo salário de fome. Em poucos meses concedeu três aumentos seguidos, resgatando, com isso, a dignidade de pessoas que não mais tinham esperança de ver os seus salários melhorados;

4. Sem os recursos milionários que o município arrecada hoje, promoveu um programa de saneamento nos bairros da periferia, com a instalação de 500 km de tubos na construção de 90 km de esgotos. Depois dele, nenhum prefeito fez nada nessa área, o que é, convenhamos, uma vergonha;

5. A Saúde e a Educação foram olhadas com a melhor das atenções. Professores e profissionais da Saúde, com o aumento de salário concedido pelo Arthur, ganharam motivação e ocorreu uma melhoria significativa nessas duas áreas estratégicas de qualquer administração que se preze;

6. Promoveu a limpeza do centro de Manaus, hoje, por culpa dos prefeitos que o sucederam é, de longe, o mais degradado em comparação aos de outras capitais do País. O que poderia ser o cartão postal de Manaus, terminou em espetáculo de sujeira, prostituição e malandragem;

7. Depois de deixar o governo da Prefeitura de Manaus, Arthur, por mérito pessoal, foi eleito deputado federal, Senador da República, líder do PSDB no Senado Federal e, por fim, nomeado Ministro-Chefe da Casa Civil, na gestão de Fernando Henrique Cardoso;

Em nenhum momento da sua administração ocorreu denúncias de corrupção, fato raro num país marcado pela roubalheira, a exemplo dessa turma do PT que há 12 anos vem assaltando os cofres da República. Por tudo isso, e muito mais, Arthur merece se eleger Prefeito da nossa Manaus. Alguém tem dúvida?   

Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

terça-feira, 29 de maio de 2012

POÇO ARTESIANO: AMAZONINO FECHA ACORDO COM CARA E JEITO DE NEGOCIATA


Agora, como se não bastasse a farsa, o prefeito Negão quer penalizar milhares de famílias que gastaram na construção de poços artesianos.
O Amazonino tirou a mascara de vez quando, agora, remete para a Câmara Municipal de Manaus (CMM), projeto de lei obrigando todo mundo que tem poço artesiano a pagar taxa para a Águas do Brasil.
Isso faz parte do acordo desse prefeito-corretor com o grupo Solvi, que é o dono da Águas do Amazonas e da tal Águas do Brasil que, agora, assume o controle da concessão da água em Manaus. Ou seja, o jogo foi contábil, mera mudança na razão social, coisa para inglês ver, como já diziam os nossos pais. Em outras palavras: picaretagem da grossa.
Agora, como se não bastasse a farsa, o prefeito Negão quer penalizar milhares de famílias que gastaram na construção de poços artesianos. Nesse rolo há pessoas de posses, é real, mas, na sua maioria são pobres, habitantes da periferia, que investiram com propósito de sair da cacimba, um buraco feito no chão até dar em algum veio d’água.
Essas pessoas construíram esses poços porque a água não chegava às suas casas e, quando por lá aparecia, era à prestação, ou seja, jorrava uma hora pela manhã e, com sorte, mais uma hora ao anoitecer. Em muitas ruas os canos até existem. O que não existe é a água. É verdade que a água não aparece, mas a conta chega e, olha o tamanho.
Ao enviar esse tipo de projeto para a Câmara, o Amazonino dá demonstrações de que quer cumprir a parte dele com a empresa que ele se associou e armou, na calada da noite, de forma secreta, o que chamei da tribuna de acordo com cara e jeito de negociata. Ninguém me tira da cabeça isso; tudo aconteceu no embalo de advocacia administrativa, coisa que ele, o Amazonino, é mestre.
E agora? Ele não é mais candidato e manda esse projeto de lei para ser aprovado pela maioria que ostenta na Câmara. Ou seja, como não é mais candidato, pelo menos é o que diz, ele quer mesmo é que a turma que o apóia se ferre nas urnas nas próximas eleições. É como dizia o Rei Luiz XIV, da França: “depois de mim o dilúvio”. E que dilúvio. Quem viver, verá.

Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O SUS EM SÃO PAULO


Mais surpreso ainda fiquei quando fui recepcionado não por 1, mas por 2 médicos e uma enfermeira na  Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Ontem à noite precisei de atendimento médico de emergência, em São Paulo. Procurei o Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia e fiquei surpreso com a eficiência do atendimento que me foi prestado. Necessitava da intervenção de um otorrinolaringologista e do preenchimento da ficha de atendimento até a sala do médico meu tempo foi menor que 15 minutos. Mais surpreso ainda fiquei quando fui recepcionado não por 1, mas por 2 médicos e uma enfermeira que me avaliaram sob todos os aspectos até o diagnóstico de que precisava de uma curetagem p/ estacar um sangramento nasal. O que me chamou a atenção foi o atendimento imediato e o aparato que me atendeu. E o melhor: resolvendo o meu problema de saúde. O fato merece destaque porque em se tratando de uma capital como São Paulo e diante do que a mídia nacional expõe sobre os hospitais públicos daqui, considerei uma graça divina. Fui medicado e sanado o problema, graças a Deus. Quero agradecer o corpo médico da Santa Casa de São Paulo, especialmente aos profissionais que me atenderam que jamais esquecerei. Cito o episódio pelo fato de termos em Manaus uma Santa Casa fechada, abandonada, que poderia estar funcionando e ajudando os necessitados. Falta vergonha na cara dos nossos governantes que não tomam uma posição reativando o hospital. A culpa não é do SUS. Em São Paulo ele funciona. Agora tenho até minha carteirinha. (Fonte: Jânio Morais – extraído do facebook)

domingo, 27 de maio de 2012

BR-319 ESTÁ ALAGADA. SOBERANO, O RIO TOMOU CONTA DE TUDO.


Não adianta chorar sobre o leite derramado. Mantê-la até a sede do município do Castanho, é uma necessidade, um preço que temos que pagar.
A rodovia BR-319, que liga Manaus à Porto Velho, está alagada. Soberano, o rio tomou conta de tudo. Até onde dá a vista é só água e nem uma ponta de terra firme. Somente os carros de estrutura mais elevada podem ainda passar, mas mesmo assim, enfrentando grandes dificuldades.
Alguém há de perguntar a razão porque construíram uma estrada em cima de terras tão baixas, sujeitas a alagações periódicas dos nossos rios. É justo tal questionamento. O problema é que, na época em que ela foi construída, o país vivia sob o tacão de um regime autoritário. Na época a imprensa estava amordaçada, e bem poucos tinham coragem para contestar os tiranos de plantão.
Eles decidiram o itinerário da estrada e pronto. Houve planejamento, algum tipo de estudo ambiental? Coisa nenhuma. Viviam-se tempos de Brasil Grande, do milagre brasileiro. Foi nessa época que surgiu a idéia de obras como a Transamazônica, Perimetral Norte, Ferrovia do Aço, Itaipú, Angra dos Reis (energia nuclear), hidrelétricas de Tucurui,  Balbina e, ainda   a BR-319 que, a cada grande enchente, desaparece do mapa.
Eleito deputado federal, antes da sua inauguração, resolvi percorrê-la até a área onde hoje está localizada a sede do município do Castanho. O engenheiro que me acompanhou, funcionário da empresa construtora, deu-me uma verdadeira aula sobre a estrada. Mostrou-me extensões imensas que foram resgatadas de áreas pantanosas, assim como me mostrou pequenas pontes sobre igarapés, onde, segundo ele, os alicerces não eram confiáveis, porque o fundo era constituído por camadas profundas de puro lodo.
Depois de inaugurada, estabeleceu-se a regra de que nenhum caminhão poderia transitá-la com mais de 10 toneladas. Até balanças para pesagem dos veículos foram instaladas aqui e em Porto Velho. Como podia essa estrada dar certo? Basta dizer que, nos dias de hoje, tem caminhão transportando até 40 toneladas. O problema, é que o traçado da estrada poderia ter sido pelo outro lado rio Madeira. No seu percurso, até Manaus, seria por cima de terras firmes até Itacoatiara. De lá para cá, um pulo, até porque, àquela época, a AM-010 já existia.
Agora, não adianta chorar sobre o leite derramado. Mantê-la até a sede do município do Castanho, é uma necessidade, um preço que temos que pagar, até porque, por meio dela, vários municípios da região já estão interligados. Mas quanto ao resto? O que fazer? Não é mais racional e barato investir no melhoramento dessa estrada líquida, que é o rio Madeira, que segue paralela à BR-319 em todo o seu percurso?  Até prova em contrário, essa é a minha opinião.  

Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM
Foto: g1.globo.com