domingo, 5 de fevereiro de 2012

OS BABACAS DO PT QUE GOSTAM DE MAMATA VÃO ACEITAR CORTAR CANA EM CUBA?

O Governo brasileiro que apoia o regime cubano concedeu visto de turista para Yoani Sanchez vir ao Brasil para a apresentação do documentário Conexión Cuba-Honduras, do cineasta Dado Galvão, do qual participa
Agora, mais uma vez proibida de sair de Cuba, a jornalista Yoani Sanchez, teve o seu visto de saída negado pela ditadura dos irmãos Fidel e Raúl, o que a levou a dizer, em tom de desabafo: “sou uma prisioneira”. E é mesmo.

A blogueira Yoani Sanchez foi, pela 19º vez, impedida pela ditadura comandada por Fidel Castro e seu irmão Raúl, de sair do seu País. Dessa vez a sua meta era participar de um encontro no Brasil, como palestrante de uma reunião internacional de blogueiros. Infelizmente, neste nosso Brasil, ainda há babacas que acreditam em certos políticos da esquerda, principalmente do PT, que afirmam que Cuba é uma democracia socialista, mas que é obrigada a agir assim para se defender dos EUA.

Depois da vitória da revolução em Serra Maestra, Fidel inspirou-se no comunismo implantado na ex-União Soviética, e transformou Cuba em uma ditadura, em nada diferente de outras que já existiram e ainda perduram por aí. Para o mestre Rui Barbosa todas as ditaduras são igualmente vis, infames, sejam elas togadas, teocráticas, civis ou militares. Nos dias atuais está em voga direita e esquerda.

O problema de Cuba, uma tirania de esquerda, é que o império soviético que a protegia com ajuda econômica, uma espécie de mesada, faliu. Os países que integravam a ex-União Soviética abraçaram a democracia e, com isso, Fidel Castro foi precipitado no vácuo, ou seja, caiu da escada e ficou agarrado na brocha. Resultado: Cuba está hoje mais pobre do que antes da tal revolução, sem falar, que nos dias atuais, é a única ditadura no ocidente, o que se constitui em fato vergonhoso. A desculpa é a proximidade dos Estados Unidos. Ora, o México faz fronteira com o País de Abrahão Lincoln e, nem por isso, é uma ditadura.

Tudo não passa de conversa fiada de quem quer se perpetuar no poder. Todos os ditadores agem assim, basta olhar a Coréia do Norte, hoje mergulhada no obscurantismo e na miséria. A desculpa do ditador da Coréia do Norte é a proximidade da Coréia do Sul, um monstro capitalista que só pensa em invadir o seu país. A desculpa da perpetuação das duas ditaduras, Cuba e Coréia do Norte, não são em nada diferentes, pelo contrário, combinam em tudo.

Agora, mais uma vez proibida de sair de Cuba, a jornalista Yoani Sanchez, teve o seu visto de saída negado pela ditadura dos irmãos Fidel e Raúl, o que a levou a dizer, em tom de desabafo: “sou uma prisioneira”. E é mesmo. Quem tem o direito de ir e vir cerceado está preso, mesmo que o espaço da prisão seja o da sua casa ou da cidade onde mora. Imaginem que é esse é o modelo de País ideal para a turma do PT, a exemplo do José Genuíno, do José Dirceu, do próprio Lula e, pelo visto, até mesmo da presidente Dilma que, em sua recente visita a Cuba, desmanchou-se em salamaleques aos donos da ilha e, para não constranger o anfitrião, meteu a boca no saco e não tocou no problema dos direitos humanos que, na terra de Fidel, é questão tratada com o mais soberano desprezo.

Vai daqui uma sugestão para os ideólogos do PT que acreditam que Cuba é o paraíso na terra: ora se é tão bom assim, por que não se mudam para lá? Vão coisa nenhuma. Essa turma chegada a uma mamata vai aceitar cortar cana?

Por: Vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

Foto: operamundi.uol.com.br

sábado, 4 de fevereiro de 2012

CNJ: O JUDICIÁRIO ATRAVESSAVA MOMENTOS DE DESMORALIZAÇÃO


O Poder Judiciário, nessa guerra para silenciar o CNJ, estava perdendo o respeito da nação brasileira. Por 6 votos contra 5, o CNJ continua.

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) por 6 votos contra 5, colocou um final à incompreensível luta dos integrantes dos Tribunais dos Estados, por meio das Associações de magistrados, com objetivo de impedir que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) investigasse, como o vinha fazendo, atos considerados não condizentes à magistratura, envolvendo determinados magistrados que envergonham a toga que vestem. Depois de uma longa e nervosa espera, a nação, finalmente, voltou a respirar aliviada.

Dos três Poderes da República somente o Judiciário não é submetido ao tribunal das urnas. Os detentores de mandatos de vereador a presidente da república, periodicamente enfrentam o julgamento popular. Juízes, desembargadores, ou os Ministros dos Tribunais da União, não respondem a ninguém senão a eles mesmos, pois, antes da criação do CNJ, juiz que cometia qualquer delito era julgado pelos próprios colegas, em processos que corriam sob absoluto sigilo. Ninguém entende, por exemplo, porque um magistrado quando infringe a lei, mesmo agora, na fase do CNJ, ao ser afastado da função por prática criminosa, é-lhe dado o direito à aposentadoria. Neste País, nenhum funcionário público tem direito a tal privilégio.

Entendo que, numa república democrática ninguém pode ter poder em termos absolutos. Os excessos cometidos por integrantes do Judiciário deste País morriam naturalmente nas instâncias das corregedorias. Até o CNJ ser constituído, não se tem notícia de magistrados punidos exemplarmente pelos seus colegas. O corporativismo não permitia, resultando naquela história de que lobo não come lobo.

Por tudo isso o Conselho Nacional de Magistratura passou a ser visto pelo povo brasileiro como uma benção do céu. O Poder Judiciário que atravessava momentos de grande desmoralização em razão da ineficiência de certos magistrados e a desonestidade de outros, mudou desde a criação dessa instituição, voltando a merecer o respeito da sociedade que não sabia mais em quem acreditar.

O que se percebe é que o Judiciário, nessa guerra para silenciar o CNJ, estava perdendo o respeito da nação brasileira. O entendimento das pessoas é que o Judiciário nos Estados estava com medo da ação moralizadora do CNJ. A situação se deteriorou tanto que, caso fosse feito um plebiscito indagando se o povo brasileiro desejava o Judiciário brasileiro investigado pelo CNJ, com certeza absoluta que mais de 90 por cento dos habitantes deste País iriam dizer que sim. Magistrado honesto não pode temer a verdade, venha de onde vier. O temor demonstrado ao CNJ, terminou por deixar em má situação a maioria dos juízes deste país que, em minha opinião, são pessoas decentes, com vocação para a elevada função que exercem e, que, em razão disso, não merecem pagar o preço pelo mau comportamento de uns poucos. Não é correto que o inocente pague pelo pecador. É assim que eu penso.

Por: Vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

MÁRIO FROTA QUER DISCUTIR SITUAÇÃO DOS ÍNDIOS QUE MORAM EM MANAUS


“Os poucos índios que conseguem emprego trabalham como carregadores braçais, vendedores ambulantes de artesanato e doces regionais, ou como auxiliares de pedreiro na construção civil”


Por ocasião da abertura dos trabalhos da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que vai acontecer nesta segunda-feira (06/02), o vereador Mário Frota, líder do PSDB, vai pedir uma Audiência Pública com a participação dos representantes dos povos indígenas radicados nas periferias dos bairros de Manaus, com a finalidade de buscar soluções práticas para suas necessidades básicas de sobrevivência como, por exemplo, assistência médica, educação, habitação com banheiros individuais para as famílias, luz elétrica, água potável, mercado de trabalho e cursos de qualificação profissional, de acordo com suas línguas, usos e costumes.

Cerca de 30 mil índios vivem em Manaus, oriundas de etinias Tukano, Cocama, Dessana, Cambeba, Tikunas e Sataré-Mawé, que hoje estão vivendo em péssimas condições ambientais. A comunidade Y'Apyrehyt, da etnia Sateré-mawé que está assentada no antigo Parque das Seringueiras é composta por 67 pessoas, entre adultos e crianças que sobrevivem dos rendimentos advindos dos turistas que pagam para ver o Ritual da Tucandeira e da venda de artesanato.

De acordo com João Bosco Botelho, professor de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), os primeiros processos migratórios dos Sateré-mawé para Manaus, ocorreram entre 1970 e 1980, sob acentuada liderança feminina. Ao chegarem na região, a inserção no mercado de trabalho foi mais fácil para as mulheres, como empregadas domésticas. Após superarem inúmeros obstáculos e serem expulsos de bairros ocupados por outros emigrantes, vencerem duros preconceitos, ergueram a comunidade Y'Apyrehyt num espaço minguado e entre a população majoritariamente não indígena, situado no antigo Parque das Seringueiras, atualmente conjunto habitacional Santos Dumont, no bairro da Redenção, próximo a um dos muitos igarapés que formam a bacia do rio Tarumã.

A comunidade sateré-mawé Y'Apyrehyt está restrita a um terreno arenoso de 58m2 x 78m2, sem título de propriedade, longe da margem do igarapé e impróprio ao cultivo. É formada por 67 pessoas; seis famílias, sendo 16 homens, 25 mulheres e 26 crianças, que moram em nove pequenas casas de madeira sem luz elétrica regular, água potável corrente ou saneamento. Uma única fossa negra, o banheiro comunitário, atende a todos. A água para todas as necessidades é retirada de duas cacimbas.

De acordo com o vereador Mário Frota, os índios migrantes, de todas as etnias, que moram em Manaus têm dificuldade de inserção no mercado de trabalho. “Os poucos índios que conseguem emprego sofrem com o preconceito e trabalham como carregadores braçais, vendedores ambulantes de artesanato e doces regionais, ou como auxiliares de pedreiro na construção civil”, destaca o parlamentar.

Fonte: Gabinete do Vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

FROTA PROPÕE CONCESSÃO DE DIPLOMA DE MÉRITO AO CAMPEÃO DO UFC JOSÉ ALDO


“José Aldo é o atleta amazonense de maior prestígio em todo mundo. Com muita garra e vários nocautes, o sonho se tornou realidade”,

Líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus (CMM), Mário Frota vai apresentar Projeto de Decreto Legislativo, no próximo dia 6 de fevereiro, com base no Regimento Interno da casa, que concede o Diploma de Mérito Cidade de Manaus ao atleta amazonense José Aldo, campeão mundial do Ultimate Fighting Championship (UFC), na categoria pena (até 66 quilos).
A concessão do diploma, segundo o vereador, é uma forma de reconhecer publicamente os relevantes serviços prestados ao Estado, principalmente na divulgação da cidade de Manaus, para o mundo inteiro, além de mostrar o trabalho do atleta que se destacou, com esforço próprio. José Aldo é natural de Manaus, onde nasceu no dia 9 de setembro de 1986. É faixa preta em jiu-jítsu e mostra-se cada vez mais em evolução no Mixed Martial Arts (MMA), conseguindo grandes nocautes. Atualmente é classificado como o peso pena número um do mundo e está entre os três melhores lutadores peso-por-peso.
Após rodar em eventos nacionais, Aldo fez sua estréia no World Extreme Cagefighting (WEC) – que se fundiu ao UFC – no dia 1º de junho de 2008, no Arco Arena, em Sacramento, na Califórnia (EUA). Em sua estréia com a organização, ele derrotou o lutador Alexandre Nogueira no WEC 34. Em seqüência na organização, Aldo nocauteou três adversários: Jonathan Brookins no WEC 36; Rolando Perez no WEC 38, tendo ganhado o prêmio de melhor "Nocaute da Noite"; e Chris Mickle no WEC 39. No seu último combate Aldo lutou contra Chad Mendes no dia 14 de janeiro de 2012 no UFC 142 e venceu por nocaute no tempo 4:59 do primeiro round, defendendo assim seu cinturão pela terceira vez.
De acordo com Frota, Aldo é um exemplo de determinação e disciplina que deve ser seguido por todos aqueles que quiserem vencer na vida. “José Aldo é o atleta amazonense de maior prestígio em todo mundo. Foi um garoto pobre do bairro de Alvorada que tinha um sonho. Com recursos próprios e de amigos foi para o Rio de Janeiro para lutar e dormia nas academias onde treinava porque não tinha onde morar. Com muita garra e vários nocautes, o sonho se tornou realidade”, explica Mário.

Fonte: Roberto Pacheco
Fotografia: Plutarco Botelho
http://www.cmm.am.gov.br/noticia_simples_2006.asp?ID=8846

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

DILMA SE ACOVARDA PARA NÃO MELINDRAR FIDEL CASTRO


Pensei que Dilma (com Raúl Castro) fosse diferente de Lula, talvez porque pressionada pela imprensa, botou alguns ministros corruptos na rua. Coisa nenhuma. Os dois são farinha do mesmo saco, são petistas.

Já dizia o padre Antônio Vieira que “omissão é o pecado que se faz não fazendo”. Essa frase cai como uma luva sobre a cabeça da presidente Dilma Roussef que, na visita que ora faz a Cuba comeu abiu, como dizemos por aqui, e evitou fazer o mais leve comentário sobre direitos humanos, para não constranger o tirano Fidel Castro, o líder de uma das mais ferozes ditaduras do mundo, na perseguição, prisão e assassinatos de presos políticos.

A presidente ficou calada e saiu pela tangente quando questionada sobre a ausência de direitos humanos na ‘Ilha’. Ao Invés de dizer a verdade sobre os horrores que existe em Cuba, em relação aos direitos humanos, preferiu atirar pedra nos EUA, que mantém a base militar americana de Guantânamo, no Sul de Cuba, como prisão para prender terroristas (a maioria da Al Qaeda) que assombram o mundo, promovendo verdadeiros banhos de sangue, a exemplo da derrubada, com o uso de aviões comerciais, das torres gêmeas de Nova Iorque. Um espetáculo insano e covarde que assombrou o mundo.

Há poucos dias, um dissidente da ditadura controlada por Fidel Castro e o seu irmão Raul, morreu em greve de fome numa das prisões de Cuba, em protesto contra a falta de liberdade. Mesmo assim ela ficou calada, acovardada, tudo para não melindrar o amigo Fidel, o homem que libertou Cuba da tirania de Fulgência Batista, um governante corrupto, para, em seguida, mergulhar o seu país em outra tirania.

O certo é que a presidente Dilma poderia ter sido, nesse episódio, diferente do seu antecessor Lula que, ao visitar Cuba também se fez de surdo, cego e mudo sobre os dissidentes políticos que lotam os cárceres da ‘Ilha’. Quando da sua visita como presidente ao país controlado pelo amigo Fidel, saiu-se com essa pérola, quando fustigado pela imprensa sobre os dissidentes políticos presos: “são apenas bandidos, iguais aos que infestam as penitenciárias do Brasil”.

Em dado momento pensei que Dilma fosse diferente de Lula, talvez porque pressionada pela imprensa, botou alguns ministros corruptos na rua. Coisa nenhuma. Os dois são farinha do mesmo saco, são petistas. Tá explicado! Que decepção!

Por: vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

Foto: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=313470