quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LIMITE DO BIG BROTHER TERMINA COM UM CASAL EMBRIAGADO FAZENDO SEXO

No último fim de semana, Daniel teria molestado Monique após a primeira festa realizada na casa. A “Festa Fusion” foi patrocinada pelo energético da AmBev.

E o espetáculo envolvendo sexo entre um rapaz e uma jovem no Big Brother? A brincadeira assumiu ares de orgia, com corpos seminus se roçando e se enroscando em ritmo alucinado, sob o efeito de muita bebida. Resultado: terminou o espetáculo em escândalo, provocado por um casal embriagado fazendo sexo.

O Big Brother, que no início parecia um programa animado, com ares de certa ingenuidade, com todo mundo na maior alegria e brincadeiras saudáveis, terminou, de alguns tempos para cá, a prevalecer um vale tudo no afã de aumentar mais e mais a audiência.

Qual é o limite do Big Brother? Quem sabe? Não é o tipo de programa que faz a minha cabeça e não o aconselho as pessoas que conheço, pois entendo que na televisão há excelentes programas para nós e os nossos filhos, principalmente para os que dispõem de um aparelho a cabo.

O problema, como já disse, reside na ambição pela super audiência. Foi dentro dessa ótica que, há alguns anos atrás, a Globo exibiu, no horário das 20:00 horas o filme Atração Fatal, com cenas violentas e explícitas de sexo, que deu origem a críticas duras de entidades ligadas a defesa do menor, assim como da Igreja Católica, através da CNBB.

Não sou reacionário, pois tenho o meu espírito aberto às novas conquistas da tecnologia e aos avanços da sociedade. O próprio Universo não é estático, mas dinâmico. O importante é levar o andor com cuidado porque o santo é de barro, como diz velho adágio popular. A fórmula de Aristóteles do nem muito ao mar e nem muito à terra, deveria ser levada em consideração pela Globo. Que tal começar pelo Big Brother?

Por: vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM/Foto: economia.ig.com.br

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

DERMISSON DÁ NOJO, É DEGRADANTE, SUBSERVIENTE E LACAIO


Dermisson, um ilustre desconhecido que, segundo Stones, estava desempregado, vendendo o almoço para comprar a janta, nasceu para lambaio de político no poder e agora está a serviço de corruptos com o torpe propósito de agradar o seu novo patrão, o Amazonino.

A entrevista do Dermisson Chagas, secretário geral do PDT local e Delegado do Trabalho no Amazonas, publicada no jornal A Crítica, atacando-me, e elogiando sem qualquer pudor o Amazonino, é degradante, de dar nojo, e demonstra o quanto um ser humano pode se tornar subserviente a outro, verdadeiro lacaio.

Um belo dia o Stones Machado trouxe à minha presença o Dermisson, um ilustre desconhecido que, segundo o próprio Stones estava desempregado, vendendo o almoço para comprar o jantar. O motivo porque o Stones estava me pedindo pelo amigo, era em razão do Jefferson Péres haver colocado sobre os meus ombros a responsabilidade de encaminhar ao Ministro do Trabalho os nomes dos companheiros do PDT que postulavam a vaga aberta de Delegado Federal do Trabalho no Estado.

Confiei na palavra do Stones, de que se tratava de pessoa honrada e com capacidade para assumir o cargo. Dias depois fui a Brasília e, na presença do Jefferson Péres, entreguei ao então ministro do trabalho, Carlos Lupi, oito currículos de candidatos ao cargo. Na ocasião, fiz-lhe um apelo veemente no sentido de nomear para a função o Dermilson Chagas. Ía esquecendo: o Jefferson Péres participou da reunião e, ao final da minha fala, disse que endossava as minhas palavras.

Foi assim que, em meio a oito candidatos ao cargo de Delegado da Delegacia Regional do Trabalho do Amazonas, o nome do Dermilson saiu vitorioso. Quero, aqui dizer, que apesar do meu esforço para que fosse nomeado para a função de titular da DRT, nunca o procurei para lhe pedir nada. Nesse meio tempo em que exerce a dita função, devo ter ido a Delegacia uma, duas vezes, por questão institucional, apenas.

Agora abro o jornal e o vejo me atacando com o torpe propósito de agradar o seu novo patrão, o Amazonino. Entre as muitas tolices que vomitou, acusou-me de estar velho. Ora, será que para esse bajulador barato o Amazonino é um garotinho? Será que esse lacaio do poder não sabe que o Amazonino é mais velho do que eu?

O problema é que esse Dermilson, no afã de adular, terminou atirando no próprio pé, ofendendo pessoas que, segundo eles não servem para nada, simplesmente porque são mais velhas do que ele. Que absurdo. O problema não está na idade, mas no caráter, na honradez, em ter espírito público. Um jovem de 20 anos já pode estar corrompido até a alma, enquanto alguém com 60, 70 ou 90 anos pode ser exemplo para os nossos filhos de dignidade e comportamento ético.

O problema é que o Dermilson nasceu para lambaio de político no poder, eis a razão porque ele e o Stones Machado entregaram o PDT ao Amazonino. Essa turma não está interessada em ética e moral coisa nenhuma, mas em cargos e poder. Essa a diferença minha e do Jefferson Péres em relação a esse pessoal que entregou o PDT ao Amazonino. Quando o PDT, como partido, vai voltar a ter o respeito que teve quando era dirigido pelo nosso grupo? Essa pergunta é difícil de ser respondida depois que entregaram o partido aqui ao Amazonino, e botaram o Carlos Lupi, o presidente nacional do PDT, para fora do Ministério do Trabalho como corrupto. Stones e Dermilson, vocês não concordam?

Por: vereador Mário Frota

Líder do PSDB na CMM

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO PRENHE DE PEGADINHAS SAFADAS

A "Última flor do Lácio, inculta e bela" é o primeiro verso de "LÍNGUA PORTUGUESA", de Olavo Bilac, usado para designar o nosso idioma. O termo inculta fica por conta de todos aqueles que a maltratam (falando e escrevendo errado), mas que continua a ser bela.

O mundo não é estático, nenhum ser humano é o mesmo cinco anos depois, assim como as línguas faladas em todo o mundo enfrentam mudanças em razão, principalmente, de termos novos que surgem em decorrência do avanço das ciências tecnológicas, em especial na área da informática.
O meu espírito fica dividido entre o moderno e o antigo da minha infância e adolescência. Absolutamente não sou refratário às novidades, mas, vez por outra reajo, quando percebo que trazem certos absurdos. Dia desses o meu filho Saulo falou-me que se submeteu a um concurso público, e que na prova de português, o forte não foram as questões objetivas sobre o conhecimento da gramática da língua pátria, nem mesmo a redação sobre determinado tema, que segundo ele não houve, mas uma interpretação de um texto literário.
Bem, os tempos são outros. Quando em 1967 enfrentei o vestibular para a Faculdade de Direito da Universidade do Amazonas (UA) - hoje UFAM - as provas foram difíceis, possivelmente porque a vetusta Escola de Direito do Largo dos Remédios só oferecia 40 vagas, insuficientes para os milhares de interessados que tinham por meta o estudo das ciências jurídicas. Só existia uma Faculdade de Direito no Estado para receber os jovens daqui, do Estado do Acre e dos ex-territórios de Roraima e Rondônia. O estudante que não fosse aprovado teria que esperar um ano para se submeter a novos exames. Época difícil aquela, bem diferentes dos dias de hoje, considerando-se que em nossa Manaus existe atualmente uma dezena de cursos de Direito.
O bicho papão na minha época era a redação. Não é nada fácil escrever 40 linhas sobre um tema aleatório e de forma escorreita. Como os jornais só falavam na possibilidade do Amazonas ganhar uma Zona Franca, todos acreditavam que esse fosse ser o tema da redação. Já estávamos em sala quando entrou o professor de Português, Agenor Ferreira Lima, que, como ex-seminarista e quase padre, conhecia o latim como poucos. O velho professor era um apaixonado pela língua de Cícero e Virgílio, o idioma que deu origem ao português, a ‘Última Flor do Lácio, inculta e bela’, como no dizer dos primeiros versos do famoso poema de Olavo Bilac: ‘Língua Portuguesa’.
Voltemos à narrativa. A prova de Português foi dividida em duas partes: uma redação e cinco questões objetivas de gramática, todas, naturalmente, associadas ao latim. Duas delas, não vou esquecer, nunca. A primeira, origem e evolução do verbo por e, a segunda, explicar porque foi o latim vulgar (falado pela soldadesca das legiões romanas), e não o latim clássico (a forma preferida pelos intelectuais de Roma), que deu origem a língua portuguesa. Quanto a redação, todos aguardávamos que o tema fosse Zona Franca, mas o carrancudo mestre anunciou, em bom som, que o tema da redação era da sua escolha. Ato contínuo foi ao quadro negro e escreveu, com letras bem visíveis: “O Homem e o Meio”. Foi um Deus no acuda. Uma colega levantou-se e perguntou: “professor, por favor, explique-nos sobre o que o senhor quer dizer com o tema o Homem e o Meio?” De forma brusca, respondeu: “a senhora está fazendo vestibular para Direito. Sente-se, a prova já começou”. A minha amiga sentou-se, baixou a cabeça, e chorou.
Prestando vestibular havia alguns ‘cobras’ conhecedores da língua. No entanto, a nota mais alta em português foi a do então padre Cristovam Alencar, que obteve 9,0; a do quase padre Osvaldo Coelho, 8,5; e o Fábio Lucena conquistou 8,0. Tirei um 7 e comemorei, não era para menos. Português foi um massacre. O que me salvou foi o volume do livro que falava sobre gramática histórica, publicado pelo ex-presidente Jânio Quadros, de onde retirei a resposta para três das cinco questões que caíram na prova. Ao final, o jornal A Crítica publicou os nomes dos vitoriosos em matéria intitulada “Os 40 Heróis”. Juro que, até hoje, não sei como consegui ser o 5º classificado. Frente a tanta gente especial, a exemplo dos poetas Anibal Bessa e Aldísio Figueiras, entre outros igualmente ilustres, foi mesmo sorte obter tal classificação.
Agora as coisas mudaram. Ao invés de testar se o aluno sabe escrever e conhece gramática, os organizadores de concursos dão preferência a essa história de interpretação de texto que, em minha modesta opinião é subjetiva, pois, de um grupo de 10 professores de português, escolhidas para interpretar um texto literário de Guimarães Rosa, talvez uns três, no máximo, terminem com interpretação igual. Interpretar um texto isolado é difícil, o mesmo não acontece quando já lemos o livro, obviamente, principalmente quando extraído da obra do autor de Grandes Sertões Veredas, que deixou um regionalismo difícil de entendimento para o leitor ainda não iniciado na linguagem das regiões do vasto sertão mineiro, que o inspirou na criação de Riobaldo e Diadorim, personagens que adquiriram vida e vivem no nosso imaginário.
Com se não bastasse a cruzinha a indicar a resposta certa entre quatro ou cinco opções de múltipla escolha, prenhes de pegadinhas safadas, agora enveredam por outra embromação: a interpretação de texto literário. Entendo que qualquer prova com objetivo de saber se o aluno tem conhecimentos sobre a língua portuguesa deve ser objetiva, sem subterfúgios, sem intenção de querer confundi-lo com as tais pegadinhas, num jogo mais de sorte do que de conhecimento real sobre o idioma de Camões. Acredito que chegamos a isso em razão da péssima educação ministrada neste País, em especial nos colégios público, onde a maioria dos alunos termina o curso sem saber ler, escrever, ou fazer as quatro operações elementares. Governantes, de forma irresponsável, mais do que isso, criminosa, orientam diretores de escolas a não reprovar, mas aprovar todo mundo, não importando se o coitado que vai receber o diploma sabe tanto quanto na época em que chegou ao colégio. Isso é uma vergonha. Infelizmente, no quesito educação, chegamos ao fundo do poço.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PSDB na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

sábado, 14 de janeiro de 2012

OMAR AZIZ DEVERIA IMPLANTAR O TOLERÂNCIA ZERO

Omar poderia implantar aqui o Tolerância Zero, inspirado no trabalho de Giulliani, em Nova Iorque. O povo de Manaus vai aplaudi-lo, Governador. Com certeza absoluta!

O Omar Aziz promote colocar um basta no banditismo que tomou conta da cidade. Todo mundo está torcendo para que o programa Ronda nos Bairros seja logo implantado e dê certo.

A insegurança nas ruas de Manaus preocupa as pessoas. Aonde chego vem logo alguém me questionar sobre a onda de crimes que está ocorrendo em Manaus. Até pela rede social facebook me cobram sobre a questão da segurança, como se o problema fosse de responsabilidade do Município, onde exerço a função de vereador. A todos, pacientemente, digo que também estou preocupado com o grave problema, até porque em Manaus resido com a minha família. Por fim, explico que a segurança pública é de responsabilidade do Governo do Estado, que tem sob seu comando a Polícia Civil e a Polícia Militar.

Segundo estatísticas, de janeiro do ano passado até este janeiro de 2012, aproximadamente mil pessoas foram assassinadas nas ruas da nossa Manaus. Isso é mais do que o número de pessoas que morreram, no mesmo período, na Faixa de Gaza, região conflitada, um verdadeiro barril de pólvora, disputada por Israel e Palestinos. E por que a situação aqui virou isso que aí está, ou seja, assaltos à mão armada e assassinatos à luz do dia? O que se pode fazer para acabar com toda essa violência que incomoda, mais do que isso, assombra a sociedade manauense?

Quem quiser saber como combater e erradicar os crimes que acontecem aqui e em outras cidades do País, aconselho que leia o trabalho dos autores James Q. Wilson e George Kelling, intitulado Janelas Quebradas (Broken Windows Teory), teoria publicada no início da década de 80, que inspirou, à época, o recém eleito prefeito de Nova Iorque, Rudolph Giulliani, na luta contra à criminalidade. Resultado: Em pouco tempo Nova Iorque, então considerada a cidade mais insegura do Planeta mudou de feição, transformando-se em metrópole razoavelmente segura. Ensinam os autores da teoria Janelas Quebradas, que não adianta apenas combater os crimes graves, mas também os de menor proporção, como pichações, malandragem, pequenos furtos e distúrbios causados por gangues de ruas. Em outras palavras: combatendo os pequenos delitos, previnem-se os grandes.

A teoria da Tolerância Zero vem diminuindo os índices de criminalidade em todas as cidades americanas onde foi implantada. Ora, se deu certo lá, por que não dá aqui e se aplica no combate aos criminosos nas cidades brasileiras, inclusive nesta Manaus, onde os bandidos demonstram não ter um pingo de medo da Polícia? Além do projeto Ronda nos Bairros, bem que o Omar poderia implantar aqui o Tolerância Zero, inspirado no trabalho de Giulliani, em Nova Iorque. O povo de Manaus vai aplaudi-lo, Governador. Com certeza absoluta!

Por: Vereador Mário Frota

Líder do PSDB na cmm

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM

Foto: http://www.portalflagranteam.com.br/

Alex_Pazuello