SOCORRO LÉO! LÁ VEM ELE DE NOVO!
Pelos jornais de hoje, o Amazonino afirma que não me enxerga, que sou um bebê chorão, e que o PDT é pequeno para os dois, ou seja, para ele e eu. No fundo é linguagem de bufão. No início do meu primeiro mandato de deputado estadual fiz-lhe uma crítica e ele saiu-se com essa patuscada: “esse Mário Frota está morto; não chuto cachorro morto.”
O cachorro morto esperou e lhe deu o troco na hora certa. Quando soube da mansão faraônica que ele havia acabado de construir às margens do Igarapé do Tarumã, avaliada na época por alguns órgãos da imprensa em 3 milhões de dólares, aluguei um pequeno avião e tirei várias fotos do espetacular imóvel. De posse das fotos denunciei o fato da tribuna da Assembléia e, no dia seguinte fui à Brasília, Rio e São Paulo, cidades onde mantive contato com as grandes revistas e os maiores jornais do País. Não se fez esperar e a mansão estava estampada em todos os jornais e revistas do País, merecendo em alguns a capa e em outros a principal manchete. Para completar, consegui uma equipe do Fantástico, da Rede Globo, que veio aqui e produziu uma matéria que mereceu seis minutos nesse programa, atingindo um público de mais de 80 milhões de pessoas.
Ontem, por ocasião da entrega da medalha Cidade de Manaus ao jornalista Ronaldo Tiradentes, o Amazonino, com cara e pinta de bebê chorão, começou a dizer que viveu, no seu último mandato de governador, um momento triste e doloroso quando, em nível nacional, foi acusado de corrupção, de ser o ladrão número um do País. Segundo ele todas as portas lhe foram fechadas, só existiam barreiras impedindo de provar a sua inocência. E aí, em tom dramático, revelou que naquele momento terrível amparou-se no ombro do amigo Ronaldo. Sentado no plenário, na primeira fileira, bem em frente a ele, fiquei olhando o patusco falar, segurando as lágrimas, colocando-se na condição de vítima e eu na de algoz, o sujeito que o havia exposto nacionalmente. Não ri do cara de pau para não estragar a festa do meu amigo Ronaldo, mas confesso que vontade não me faltou. Pudesse aparteá-lo iria lhe dizer: ‘olha, Amazonino, o cachorro que dizias que estava morto ressuscitou e arrastou a tua cara no asfalto da vergonha’.
Agora, mais uma vez fiz por onde aumentar a raiva dele por mim quando, na condição de presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM, consegui evitar que prejudicasse mais de 20 mil feirantes, pessoas que ele ia jogar na rua da amargura para beneficiar, segundo dizem, a empresa UAI Shops, de propriedade de um dos seus amigos.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM
domingo, 14 de agosto de 2011
AMAZONINO FOI ACUSADO DE SER O LADRÃO NÚMERO UM DO PAÍS
sábado, 13 de agosto de 2011
AMAZONINO FOI ACUSADO DE SER O LADRÃO NÚMERO UM DO PAÍS
Pelos jornais de hoje, o Amazonino afirma que não me enxerga, que sou um bebê chorão, e que o PDT é pequeno para os dois, ou seja, para ele e eu. No fundo é linguagem de bufão. No início do meu primeiro mandato de deputado estadual fiz-lhe uma crítica e ele saiu-se com essa patuscada: “esse Mário Frota está morto; não chuto cachorro morto.”
O cachorro morto esperou e lhe deu o troco na hora certa. Quando soube da mansão faraônica que ele havia acabado de construir às margens do Igarapé do Tarumã, avaliada na época por alguns órgãos da imprensa em 3 milhões de dólares, aluguei um pequeno avião e tirei várias fotos do espetacular imóvel. De posse das fotos denunciei o fato da tribuna da Assembléia e, no dia seguinte fui à Brasília, Rio e São Paulo, cidades onde mantive contato com as grandes revistas e os maiores jornais do País. Não se fez esperar e a mansão estava estampada em todos os jornais e revistas do País, merecendo em alguns a capa e em outros a principal manchete. Para completar, consegui uma equipe do Fantástico, da Rede Globo, que veio aqui e produziu uma matéria que mereceu seis minutos nesse programa, atingindo um público de mais de 80 milhões de pessoas.
Ontem, por ocasião da entrega da medalha Cidade de Manaus ao jornalista Ronaldo Tiradentes, o Amazonino, com cara e pinta de bebê chorão, começou a dizer que viveu, no seu último mandato de governador, um momento triste e doloroso quando, em nível nacional, foi acusado de corrupção, de ser o ladrão número um do País. Segundo ele todas as portas lhe foram fechadas, só existiam barreiras impedindo de provar a sua inocência. E aí, em tom dramático, revelou que naquele momento terrível amparou-se no ombro do amigo Ronaldo. Sentado no plenário, na primeira fileira, bem em frente a ele, fiquei olhando o patusco falar, segurando as lágrimas, colocando-se na condição de vítima e eu na de algoz, o sujeito que o havia exposto nacionalmente. Não ri do cara de pau para não estragar a festa do meu amigo Ronaldo, mas confesso que vontade não me faltou. Pudesse aparteá-lo iria lhe dizer: ‘olha, Amazonino, o cachorro que dizias que estava morto ressuscitou e arrastou a tua cara no asfalto da vergonha’.
Agora, mais uma vez fiz por onde aumentar a raiva dele por mim quando, na condição de presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM, consegui evitar que prejudicasse mais de 20 mil feirantes, pessoas que ele ia jogar na rua da amargura para beneficiar, segundo dizem, a empresa UAI Shops, de propriedade de um dos seus amigos.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
“VOU PEDIR PUNIÇÃO PARA VEREADORA BOCA SUJA”
“Uma determinada vereadora, demonstrando falta de compostura moral e sem nenhum preparo para convivência em sociedade, abriu a boca e vomitou impropérios dignos de um lupanar e não de um Poder Legislativo”.
O espetáculo ocorrido na Câmara Municipal de Manaus (CMM) por ocasião da leitura do parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, da qual sou o seu presidente, foi montado pela base governista, frustrada com a não aprovação do projeto que feria os direitos dos feirantes e, que na prática, os jogaria na miséria.
A revolta deles é que, como presidente da Comissão de Justiça da Casa e com o apoio da maioria que temos, consegui dificultar a aprovação do infame projeto, que chamo de ‘lei caixão de defunto’, para trazer a parte interessada, ou seja, os feirantes para dentro do Poder com o objetivo de que fossem ouvidos.
Um projeto que merecia uma discussão mais profunda com a sociedade, a maioria do prefeito na Casa exigiu e aprovou a urgência, restringindo a aprovação do projeto em míseros 30 dias. A pressa deles era não dar tempo de ninguém discutir o tal projeto e, a toque de caixa, aprová-lo sem que a classe dos feirantes tivesse tempo de discuti-lo.
Foi aí que eles quebraram a cara, pois de imediato montei uma estratégia, com propósito de retardar a manifestação da Comissão até que o projeto fosse discutido pela parte interessada, ou melhor, pelos feirantes. Em poucos dias consegui uma Tribuna Popular para a categoria se manifestar e uma Audiência Pública no plenário, que teve a duração de cinco horas, com a participação dos feirantes e seus representantes que só não participaram da discussão da Comissão de Constituição e Justiça por se tratar de uma reunião técnica, ocasião em que o relatório foi votado e o prefeito derrotado por cinco votos a dois.
Eis aí a razão do ódio do Amazonino e da sua base na Casa contra mim. Não é à toa que, ontem, frustrados por não conseguirem agradar o chefe deles - que por questões eleitorais teve que recuar da sua pretensão de ferrar os feirantes, de forma inesperada - por uma questão boba, menor, passaram a me agredir, com ofensas morais até mesmo a minha família, que não tem nada a ver com as minhas posições no plenário da Câmara. No afã de bajular e adular o patrão, possivelmente instruída por ele, uma determinada vereadora, demonstrando falta de compostura moral e sem nenhum preparo para convivência em sociedade, abriu a boca e vomitou impropérios dignos de um lupanar e não de um Poder Legislativo.
A parte ofendida, que é mãe e minha esposa, está requerendo o discurso dessa vereadora para ingressar com o devido processo judicial. De minha parte, ingresso com requerimento na Comissão de Ética na Casa, solicitando a punição da vereadora boca suja.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O PT DE LULA E DILMA REVELA-SE O MAIS CORRUPTO DA HISTÓRIA PÁTRIA.
Por que o Senado da República, também conhecido por Casa de Rui Barbosa demonstra, em algumas situações, tanta falta de vergonha e despudor? Não deveria ser o contrário, tratando-se do parlamento mais destacado do país? Em sucessivas situações o Senado recua da ética política e, vergonhosamente, abraça o imoral. Apenas dois exemplos: impediu a oposição de investigar a Petrobrás, empresa que, em passado recente, foi alvo de vários escândalos. A CPI da Petrobrás no Senado, sob o domínio do PT de Lula, jogou uma pá de cal na pretensão da oposição em abrir a caixa preta da empresa que tem o monopólio de explorar, extrair, refinar e distribuir o petróleo retirado do nosso subsolo. O que não se entende é por que ela faz tudo isso usando a nossa moeda, o real, e nos vende a gasolina em dólar. Por culpa dessa mesma Petrobrás temos hoje a gasolina mais cara das Américas, o dobro do preço da comercializada no Uruguai, país que não produz uma única gota desse precioso líquido. Um absurdo, mais do que isso, um desrespeito ao nosso povo.
Agora, percorrendo o mesmo caminho sórdido, a maioria governista, sob o comando da presidente Dilma, resolve esconder da nação o mar de lama que atingiu o Ministério dos Transportes, envolvido num dos maiores escândalos da história deste país. Da forma mais desavergonhada, a tal de Comissão de Ética do Senado (não seria mais apropriado da falta de ética?) resolveu, no maior cinismo e despudor, engavetar a CPI, proposta pelo PSOL, para investigar a corrupção que envolve o ex-ministro da pasta, o senador Alfredo Nascimento e vários assessores diretos do primeiro escalão do Ministério.
O que pensam os nossos filhos quando se deparam com situações como essa? De onde eles esperam que venha o bom exemplo, o que vem é o incentivo à corrupção mais desavergonhada e repugnante. Em tese, a presidente Dilma, deveria, isso sim, incentivar a sua base de apoio no Senado a investigar, a fundo, o escândalo que envolveu a administração do seu ex-ministro dos Transportes. Infelizmente o que aconteceu foi o contrário, ou seja, a ordem emanada do Palácio do Planalto foi no sentido – e nisso entrou todo o peso da máquina administrativa – de fazer muitos senadores, que já haviam assinado a CPI, a retirar as suas assinaturas. Esse é o PT que eu conheço. Antes, na maior algazarra e euforia, a ‘companheirada’ petista gritava que iria acabar com a corrupção no Brasil, agora, no poder, o partido de Lula e Dilma revela-se, de longe, o mais corrupto da história pátria. Duvido quem diga o contrário.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
LEI PARA PRIVATIZAR FEIRAS VISA BENEFICIAR O GRUPO UAI
Da tribuna alertei à sociedade manauara para o fato de que a lei apresentada pelo prefeito Amazonino Mendes, com a finalidade de privatizar feiras, mercados e parques públicos, a exemplo da Ponta Negra e Bilhares, tem como objetivo beneficiar o Grupo Uai, ou seja, trata-se de um jogo de cartas marcadas com o propósito claro de compensar o prejuízo que esse grupo sofreu quando a Justiça Federal considerou ilegal a construção do Camelódromo que estava sendo construído no Porto de Manaus.
É claro que a maioria que apóia o prefeito na CMM quase me engole vivo. Vomitaram fogo para todo lado. Tudo encenação; o tempo vai me dar razão. Na última segunda-feira, por ocasião da Audiência Pública, o prefeito, através do seu líder, vereador Leonel Feitosa, anunciou que iria enviar à Câmara uma emenda à lei no sentido de proteger os feirantes, dando-lhes prioridade na concessão.
Como conheço o Amazonino de outros carnavais, de antemão sei que a promessa é falsa balela, conversa de rapaz no ouvido da namorada quando quer ‘aquilo’ antes do casamento. Pela lei das licitações, a 8666/93, em processo licitatório é proibido qualquer tipo de privilégio. Ora, como pode ele oferecer prioridade? Bem, a não ser que ele convença o Congresso Nacional a mudar a lei, o que é improvável. O velho lambanceiro a cada dia que passa fica mais mentiroso e maquiavélico.
Quem entende de licitação sabe que ganha quem cumpre as exigências previstas no edital. Só um exemplo: o edital, num dos seus itens estabelece que a empresa vencedora do certame fica obrigada a construir mais dois galpões na feira, assim como, construir uma área para estacionamento. Como podem os feirantes cumprir tal exigência? Basta isso para eliminá-los da licitação. É o que sempre digo: é mais fácil pegar um mentiroso do que um coxo.
Pobres feirantes. O fim dessa história é triste, pois a manobra do Amazonino, com a aprovação dessa lei, vai transformá-los em meros inquilinos da empresa vencedora da licitação, sem nenhum direito, trabalhista ou previdenciário. Em caso de atraso de um ou dois meses, o feirante perde o boxe e é jogado na rua da amargura, com uma mão na frente e outra atrás. É o fim da categoria.
Por: vereador Mário Frota
Líder do PDT na CMM
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM.



