quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Um minuto de silêncio em prol do grande vereador Vitório Cestaro


15 Fevereiro 2011

Fonte: www.blogdafloresta.com

Posted in Política

Todos os 38 vereadores de Manaus fizeram um minuto de silêncio, há pouco, em memória do vereador Vitório Cestaro, que faleceu anteontem. Ex-padre, Cestaro foi um dos maiores oradores que a Câmara Municipal já teve. Filiado ao MDB, ele esteve lado a lado com grandes nomes da política amazonense que, também, foram vereadores, como Beth Azize, Francisco Queiróz, Fábio Lucena e Raimundo Sena, dentre outros. A proposta do silêncio, em louvor ao vereador falecido, foi do vereador Mário Frota, contemporâneo de Cestaro.

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Comentários

0 #1 pesamesAntonio Barbosa 15-02-2011 20:05
O Amazonas perdeu um grande orador e um grande homem

Mário Frota vai pedir anulação da licitação do coletivo


O vereador Mário Frota (PDT), anunciou que vai ingressar no Ministério Público Federal e na Justiça pedindo a anulação da licitação feita pela Prefeitura de Manaus, na tentativa de dar solução para o problemático sistema de transportes coletivos de Manaus. O pedetista tomou a decisão com base na Lei Federal 8666, modificada pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 1º de dezembro que habilita as cooperativas a participarem dos processos de licitações públicas, desconsiderado pelo decreto lei municipal que estabeleceu o processo. O vereador Homero de Miranda Leão, defendeu o processo licitatório realizado pela PMM, apelando para que seu colega vereador Mário Frota, recuasse de sua decisão, argumentando que recorrer a PF e a Justiça para cancelar a licitação, vai tumultuar o processo, onde no seu entendimento, vai penalizar ainda a mais a população. Frota se manteve fiel a decisão dizendo que em Manaus se pratica um transporte coletivo indigno.

Fonte: Antonio Rodrigues
Fotografia: Plutarco Botelho

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

MÁRIO FROTA QUER DISCUTIR POLUIÇÃO POR GARRAFAS PETs


Para promover um amplo debate sobre as questões da poluição ambiental, por meio de resíduos sólidos, causada por garrafas PETs, o vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), entrou com requerimento junto à mesa diretora da Casa solicitando uma Audiência Pública com a presença dos responsáveis legais dos fabricantes e produtores de bebidas que utilizam esse tipo de embalagens plástica para engarrafamento de refrigerantes, sucos, água mineral e similares.

Utilizadas principalmente por indústrias de refrigerantes, as garrafas PETs movimentam hoje um mercado que produz cerca de 9 bilhões de unidades anualmente só no Brasil, das quais 53% não são reaproveitadas. Com isso, cerca de 4,7 bilhões de unidades por ano são descartadas na natureza, contaminando rios, lagos e igarapés, indo para lixões ou mesmo espalhadas por terrenos vazios. Entre 1995 e 2005, a produção de PET, o plástico politereftalato de etila, para a fabricação de garrafas, subiu de 120 mil toneladas para mais de 374 mil, alavancada principalmente pela indústria de refrigerante.

Agora, o que tem despertado a preocupação de ambientalistas e autoridades ligadas ao setor é o interesse crescente de fabricantes de cerveja por esse tipo de embalagem. Duas pequenas empresas já usam o produto para comercializar chope em São Paulo, e uma terceira, em Recife, está testando resina plástica para embalagem de cerveja. Não demora muito para a novidade chegar ao estado do Amazonas. Para atender a demanda das cervejarias, seriam necessárias mais de 4,5 bilhões de garrafas.

Além do problema com o descarte das unidades na natureza, especialistas chamam a atenção para o fato de hoje não haver responsabilidade jurídica sobre a destinação do material por parte de quem fabrica ou consome PETs. “Diferentemente do que acontece com as baterias de telefone celular ou das latas de alumínio que, pela reciclagem, voltam a ser latinhas, as PETs não podem ser transformadas novamente em garrafa”, ensina Mário Frota.

N.R. Esta propositura foi apresentada à Mesa Diretora da CMM, sob forma de Requerimento nº 1.770/2010, em 27 de outubro de 2010, mas por falta de espaço, deixou de ser cumprida no exercício passado, motivo pelo qual foi reapresentada.

Gabinete do Vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

LEI DA FICHA LIMPA PARA SECRETÁRIOS É DEFENDIDA POR MÁRIO FROTA


LEI DA FICHA LIMPA PARA TODOS OS QUE INTEGRAM OS PODERES EXECUTIVO E LEGISLATIVO DO MUNICÍPIO DE MANAUS. MEU PROPÓSITO É QUE NENHUM ADMINISTRADOR DE DESPESAS FIQUE DE FORA DA LEI. Quando a lei não é completa chamo-a de lei meia sola. Um exemplo de lei meia sola é a lei Ficha Limpa aprovada, no ano passado, pelo Congresso Nacional, que tem por meta impedir a candidatura de pessoas com pendência na Justiça por prática de corrupção.

O problema é que, além de tímida, porque o pleiteante a cargo eletivo só é impedido de ser candidato depois de sentenciado em segundo grau, ou seja, por um colegiado, os deputados e senadores esqueceram que, para que a lei fosse perfeita, deveria englobar todos os que, de alguma forma, exercem função de importância na estrutura da máquina administrativa do Estado.

Ora, um parlamentar que não esteja em funções administrativa, melhor explicando: que não exerce a presidência do respectivo poder para o qual foi eleito, vive tão-somente do salário. No entanto, um simples diretor de uma empresa pública, a exemplo da Petrobrás, Eletrobrás, Banco do Brasil, Itaipu, e tantas outras, manipulam milhões de reais, contas astronômicas, sem a necessidade de enfrentar os rigores da Lei Ficha Limpa impostas aos políticos.

E por que o Congresso Nacional deixou de fora tais funções administrativas? Pessoalmente, entendo que ocorreu um cochilo dos legisladores. A lei perfeita é a que não deixa lacunas. Ela deve ser para todos e não apenas para alguns. Não se discute o mérito da Lei Ficha Limpa. O que se discute é a sua limitação.

Em razão disso, é que devemos agora melhorá-la e ampliá-la para que não fique de fora do seu alcance nenhum ordenador de despesas da administração pública, das esferas federal, estadual e municipal.

Daí a necessidade que senti, na condição de vereador de Manaus, em apresentar uma emenda à Lei Orgânica do Município (o instrumento legal mais importante do município), no sentido de enquadrar nos mandamentos da Lei da Ficha Limpa os secretários municipais, os subsecretários, os diretores e gerentes de empresas públicas, fundacionais, enfim todos os funcionários, comissionados ou de carreira, nomeados para funções de importância na administração dos poderes Executivo e Legislativo do município.

Por todo o exposto, é que desde outubro do ano passado venho trabalhando a idéia de apresentação de um projeto de Emenda à Lei Orgânica contendo todas as assinaturas dos colegas do Plenário, a ser encaminhado, hoje segunda-feira, 12, à Mesa da Casa. A escolha de uma Emenda à Lei Orgânica do Município tem a ver com o meu propósito de aprovar uma lei que expresse a vontade coletiva dos colegas do plenário, a exemplo do que aconteceu em Brasília, quando a Lei da Ficha Limpa foi aprovada com a assinatura e votos de todos os deputados federais e senadores das duas Casas que integram o Congresso Nacional. Essa mesma unidade desejo ver aqui.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da CMM

sábado, 12 de fevereiro de 2011

MÁRIO FROTA FAZ ABAIXO-ASSINADO PARA APROVAÇÃO DO FICHA LIMPA



O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vai realizar neste sábado (12.02), a partir das 10:00h, uma manifestação pública na esquina das avenidas Sete de Setembro e Eduardo Ribeiro, para colher 100 mil assinaturas, por meio de abaixo-assinado, com o propósito de sensibilizar os demais vereadores para a necessidade da aprovação do projeto de Lei da Ficha Limpa, de sua autoria.

O projeto é uma Emenda à Lei Orgânica do Município que regulamenta a contratação e nomeação de secretários, subsecretários, superintendentes de fundações, diretores de autarquias e outros servidores de confiança do primeiro e segundo escalão dos poderes Executivo e Legislativo da administração direta e indireta do município. Os critérios se estenderão também para os dirigentes de Organizações não Governamentais (ONGs) que recebem recursos de convênio firmado com a prefeitura de Manaus.

Para Mário Frota a idoneidade das pessoas que, de qualquer forma, manipulam ou ordenam serviços e obras caucionadas com o erário público, tem que ser acima de quaisquer suspeita. “Muitos políticos já se locupletaram com a ajuda de dirigentes nomeados para cargos de confiança porque não existe punição para os crimes de corrupção no Brasil”, desabafa o vereador.

O Projeto de Lei da Ficha Limpa foi concebido por Mário Frota por ocasião da nomeação de algumas pessoas para cargos de confiança do prefeito Amazonino Mendes que foram ou estavam sendo processados, na época, por crimes contra o patrimônio público.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)