terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PRODUÇÃO DE ALIMENTOS FICA COM 1% DO ORÇAMENTO DO ESTADO


COMO SE PODE PRODUZIR ALIMENTOS COM ORÇAMENTO DE 1 POR CENTO PARA O SETOR PRIMÁRIO. É POR ISSO QUE PASSAMOS PELA VERGONHA DE IMPORTAR ATÉ FARINHA DE MANDIOCA. Nada besta, o novo secretário do abastecimento agrícola, Eron Bezerra, já botou a boca no trombone e disse, com todas as letras do alfabeto, que só foi destinado 1 por cento do orçamento para o setor primário. De imediato, o governador Omar Aziz rebateu, afirmando que, levando-se em consideração os recursos destinados para as estradas vicinais, o montante é bem maior.

Não sei quanto o governador destinou para as vicinais, mas, o que o secretário vai receber para implementar a produção de alimentos para o ano que corre é infinitamente menor do que o necessário para o Amazonas sair da humilhação de Estado que importa tudo o que o seu povo come.

A farinha de mandioca de cada dia vem do Pará, mas aqui chega também do Paraná, do Rio de Janeiro e, pasmem, até do Rio Grande Sul. O arroz vem de Roraima, assim como a banana, mamão, feijão, macaxeira, entre outros. O cheiro verde chega do Ceará, enquanto tomate, pimentão e frango, cenoura, beterraba e outros alimentos importamos de São Paulo e outros Estados do Sul.

Afinal, o que produzimos aqui para o nosso povo comer? Nada. Brisa. Ora, não é hora do governador do Estado investir pesadamente na agricultura, na criação de bovinos, suínos, frangos, incentivar a criação de peixes em criadouros e em gaiolas?

O que não dá para entender é que em Belém, no mercado Ver o Peso, o quilo da farinha de mandioca custa R$ 2,00, enquanto, aqui, é encontrada entre R$ 6,00 a R$ 8,00. Isso não tem nem sentido. Qualquer beira de barranco dos nossos rios pode-se plantar mandioca. Agora, sem incentivos, nada feito. O povo do Pará não é mais inteligente e nem mais trabalhador do que o nosso homem do interior. A diferença é que o governo do Pará faz grandes investimentos na produção de alimentos, enquanto, aqui, investe-se míseros 1 por cento do orçamento, uma ninharia.

A Assembléia Legislativa consome 5 por cento do orçamento e a Secretaria de Produção Agrícola minguados 1 por cento. Que tal uma troca, ou seja, a Assembléia, que não produz leis decentes para o povo e não fiscaliza o Poder Executivo, deveria ficar com 1 por cento e a secretaria do Heron com 5 por cento? O Amazonas teria muito a ganhar com essa troca, tenho certeza.

Qualquer alimento até poderíamos importar, menos a farinha de mandioca. Frente a esse vexame, vem-me à cabeça o famoso jargão criado pelo Boris Casoy: “ISSO É UMA VERGONHA”!

Ia esquecendo: na administração passada o Heron prometeu não apenas tornar o Amazonas auto-suficiente em produção de farinha de mandioca, como produzir fécula extraída desse produto em grande escala para, segundo ele, produzir plástico, um tipo de plástico degradável, excelente para o meio ambiente. Resultado: o povo não viu a cor da farinha e tampouco da fécula. Cuidado com promessas, companheiro Heron. O povo cobra e, às vezes, com juros e correção monetária.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

AMAZONINO QUER TRAZER ÔNIBUS DA CHINA PARA VIRAR SUCATA

A vantagem é que o passageiro pode entrar pela janela quando o ônibus estiver quase lotado.

E OS ÔNIBUS QUE O AMAZONINO PROMETE IMPORTAR DA CHINA? TEM ESCÂNDALO À VISTA. É MUTRETA DA GRANDE, PICARETAGEM DA GROSSA. É ESPERAR PARA VER. O Maumenino não tem jeito, ele pensa 24 horas como enganar o povo e se dar bem. Foi assim que, quando governador, importou os carros de polícia dos Estados Unidos que, por falta de peças de reposição, logo viraram ferro velho. Foi assim quando resolveu importar tratores, grupos geradores e motor para rabetas da China. Importou aos milhares. Em menos de seis meses já podiam ser vistos quebrados, um amontoados de sucatas lotando as oficinas das cidades do interior.

Agora continua insistindo em importar ônibus da China. Segundo os jornais, ele tem pretensão de trazer 900 ônibus do país de Confúcio para as ruas de Manaus. Tem caroço por baixo desse angu. Alguém duvida? Pode acreditar em mais mutreta, em mais picaretagem, a exemplo da patifaria que envolve a Emparsanco.

O esquema é alto e logo o povo vai saber o nome da empresa que vai importar os ônibus da China. Ao contrário do Japão e da Coréia do Sul, países que têm fama de produzir equipamentos de alta tecnologia e com defeito zero, a China é conhecida por fabricar produtos descartáveis, ordinários, iguais, exatamente, aos tratores, grupos geradores e motor para rabetas importados pelo Amazonino no seu terceiro governo à frente do Amazonas.

Ora, se tem a digital do Amazonino, é bomba que vem por aí. Esses ônibus, em termos de tecnologia e qualidade, são muito inferiores aos produzidos no Brasil. Logo vão começar a quebrar e lotar as oficinas e garagens das empresas. O que vai acontecer é que o próximo prefeito vai receber um abacaxi de presente para descascar, bem pior do que os que atualmente infernizam o nosso povo que usa esse tipo de transporte para chegar ao trabalho. Isso tem cheiro de escândalo. Pode escrever: é nitroglicerina pura.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

RESTOS DE PEIXES PODEM VIRAR RAÇÃO

O estado do Amazonas desperdiça cerca de 40 mil toneladas de peixe todos os anos em função da sua elevada produção sazonal e da falta de infra-estrutura para conservação e armazenagem de pescado. De acordo com a Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulp), todos os dias são jogados 24 toneladas de peixe nas feiras municipais de Manaus. Além da falta de local apropriado para condicionamento do excesso de peixe, o Ibama aponta a falta de adequação dos barcos para armazenamento do pescado.

De acordo com a Agência de Pesca e Aquicultura do Estado do Amazonas (Sepa) a produção pesqueira do Amazonas é de 160 mil toneladas por ano, sendo que 90 mil são consumidas pela pesca de subsistência e o desperdício é de 25% por ano. O consumo médio anual de peixe em Manaus fica em torno de 35 quilos, enquanto no Brasil é de 7 a 8 quilos. Nos peixes são encontrados o cálcio, ferro, zinco, sódio, potássio e selênio - responsáveis em suprir as deficiências minerais das populações vulneráveis da Amazônia.

Para solucionar o problema do desperdício de peixe em Manaus, as autoridades do setor poderiam seguir o exemplo da vizinha cidade de Belém, onde já existe uma empresa responsável pela reciclagem de restos de pescados que, misturados com cereais, se transformam em ração.

De acordo com matéria veiculada no jornal O Liberal, assinada pelo jornalista Jorge Herberth, os resíduos de pescado produzidos em 44 feiras, 18 mercados, 3 portos e nas indústrias pesqueiras de Icoaraci, em Belém, poderão ser reciclados ainda este ano. Estima-se que a produção diária de vísceras, escamas, cabeças e espinhaços, somente na esfera pública, seja de 2.750 quilos, enquanto nos frigoríficos, onde o pescado é filetado para exportação, são geradas diariamente de 25 a 30 toneladas de resíduos. Contrariando a legislação ambiental, até o início deste ano todo esse 'lixo orgânico' era jogado direto na baía, canais ou depositado com o lixo doméstico no Aterro Sanitário do Aurá, contaminando a água e o solo. Sem fiscalização do Poder Público, a maior parte continua tendo o mesmo destino. Na água, esses resíduos produzem microorganismos, reduzem o oxigênio para a sobrevivência da vida aquática e comprometem a qualidade da água para consumo humano, afora os riscos de infecções, segundo informa a bióloga Paula Freitas, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belém (Semma).

Hoje, parte do que a indústria produz é reciclado, mas o sistema pode se adequar também às feiras e mercados, a partir do Ver-O-Peso, mercado de Icoaraci e feira da 8 de Maio, também no distrito. Na semana passada a parceria com uma empresa de reciclagem de Icoaraci foi proposta aos peixeiros, geleiros, feirantes e à iniciativa privada, com a intermediação da Secon. O projeto está em avaliação por uma comissão de técnicos de várias secretarias municipais e comissão de peixeiros, feirantes e geleiros. Em pauta, os benefícios, as responsabilidades e, principalmente, métodos para reeducação dos agentes envolvidos em respeito ao meio ambiente e à saúde pública.

As conseqüências estão evidentes diariamente quando a maré baixa no Ver-O-Peso, o maior cartão postal de Belém, e mau cheiro exala por causa dos restos despejados diretamente na baía de Guajará.

No mercado de peixe do Ver-O-Peso há 60 talhos, onde são vendidos cerca de 300 a 400 quilos de peixe por dia. O peixeiro José Alacir Soares Cordeiro, 49 anos, representa a categoria na comissão que analisa a proposta. Com 40 anos de experiência, ele acredita na reciclagem. 'Todos nós queremos colaborar e não cobraremos nada pelos resíduos durante os três meses de experiência do projeto', afirma. Hoje os peixeiros estão mais preocupados com o início do projeto e como ele será executado.

Manuel Rendeiro, o 'Didi', diretor do Departamento de Feiras, Mercados e Portos da Secon, a idéia é firmar um convênio que beneficie as duas partes. 'É necessária a contrapartida do kit de trabalho e o compromisso com cursos para que peixeiros e feirantes conheçam a qualidade do pescado e dos resíduos que produzem', disse ele.

EXPERIMENTAL

A empresa responsável pela reciclagem é filiada à Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra) e fica no Distrito Industrial de Icoaraci. Em fase experimental desde fevereiro deste ano, a empresa recicla até 30 toneladas de resíduos por dia de oito indústrias que filetam pescado para exportar. Até julho, a capacidade instalada será de 80 toneladas de resíduos por dia. Hoje Belém beneficia cerca de 50 toneladas de pescado por dia. Na indústria, quando as pesqueiras não estão usando a cabeça de peixe como isca para pescar lagosta a produção de resíduos chega a 55% do peixe beneficiado.

Como no varejo a produção é um pouco menor, em torno de 37 a 45 por cento, o projeto terá uma fase experimental de três meses, para que sejam avaliadas as vantagens econômicas. Na indústria, os resíduos ficam em câmaras frigoríficas ou no gelo, dentro de contêineres e a retirada só acontece uma vez por dia. No caso dos mercados e feiras os resíduos poderão ficar no gelo, com até duas retiradas ou apenas uma feita às 12h. Mas os diretores da empresa de reciclagem, Bruno de Freitas e Fábio Stival, alertam: 'A reciclagem não pode ser feita com matéria-prima estragada, podre'. Os diretores acreditam que serão necessários alguns cursos para que a manipulação e a conservação dos resíduos sejam feitas de forma correta. 'Tudo é reaproveitado e processado, mas não pode haver falha', afirmam.

Depois da coleta e do transporte dos resíduos até a empresa, as fases do processo de reciclagem consistem basicamente em descarregar todo o produto em um tanque. Por meio mecanizado os resíduos são transportados para digestores, onde através de processo de hidrólise passam por cozimento e secagem. Dos digestores, já em forma pastosa, uma prensa separa as partes sólidas (os tabletes, em forma de bolo de farinha) e a líquida (óleo bruto). Hoje em Icoaraci a empresa está fazendo a reciclagem até esta etapa e envia por estrada os dois produtos, embalados em sacos e tambores para Fortaleza (CE), onde a parte sólida é moída, passa no homogeinizador e recebe tratamento com antioxidantes. O óleo é filtrado e refinado para retirar umidade e vácuo. Também é homogeneizado e tratado com antioxidante. Essas etapas serão feitas aqui até agosto. Segundo os diretores, uma tonelada de resíduos produz 150 quilos de insumos. E um quilo de ração contêm até 5 por cento desse insumo, o resto é composto com milho, farelo de soja ou outro produto. O preço do quilo de insumo não foi fornecido, mas com o 'mal da vaca louca' o insumo de pescado está mais valorizado e, no Brasil, Belém está entre as quatro primeiras cidades que já dispõem de uma empresa de reciclagem de resíduos de pescado.

Resíduos produzidos em Belém

Venda de pescado e produção

de resíduos nos três maiores locais de Belém

Mercado de Ferro do Ver-o-Peso: média de venda 96.408 quilos/mês

Mercado de Icoaraci: média de venda 17.529 quilos/mês

Feira da 8 de Maio (em Icoaraci): 37.136 quilos/mês

Produção média total de resíduos estimada em 37.769 quilos/mês

Pescado - (relação alimento X resíduos)

cabeça - 18 %

vísceras, tripas e escamas - 12 %

espinhaço - 25 %

total de resíduos produzidos - 55 % (na indústria) - no varejo - 37 %

carne - 45 % (na indústria) - no varejo - 63 % (consumo da cabeça)




Gabinete do Vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Paulo Onofre (MTb 467)

AMAZONINO GOSTA DE DOMINÓ E SERAFIM DE COMPUTADOR


DEPOIS DE DOIS ANOS DE GOVERNO O AMAZONINO RESOLVEU QUE, EM COMPANHIA DOS SECRETÁRIOS VAI ÀS RUAS PARA SABER DO QUE O POVO PRECISA. SÓ UM EXEMPLO: SERÁ QUE É PRECISO SAIR DO SEU GABINETE PARA OUVIR O POVO SOBRE O TRANSPORTE COLETIVO, HOJE EM PEDAÇOS, O PIOR DO PAÍS? É incrível mesmo esse Amazonino, pois, só agora, descobre que está mais longe do povo que o elegeu do que o Sol da Terra. Segundo os jornais ele e os secretários vão meter o pé nas ruas para ouvir o povo. Mas só agora ele descobre o óbvio?

Esse Amazonino é um pândego. Depois de dois anos de governo descobre que a grande maioria dos seus secretários não são muito diferentes do que a maioria dos secretários do Serafim. Aliás, os dois, Amazonino e o Serafim, como já disse anteriormente, parecem até que são irmãos, mais propriamente xifópagos.

O Serafim não gostava de sair do gabinete, ficava preso o dia inteiro no computador, enquanto o Amazonino gosta do dominó e, quando a coisa aperta, pega o seu iate e se manda para uma pescaria pois, como dizem muitos, ‘ninguém é de ferro’.

O Serafim se descuidou dos bairros e o resultado foi feio. Veio a eleição e terminou sendo o único candidato, com mandato, derrotado no segundo turno em todo o país. Agora o Amazonino, por seguir as mesmas pegadas, é fortíssimo candidato a ser atropelado já no primeiro turno.

É engraçado, é risível o prefeito Negão vir agora dizer que quer ouvir o povo e, por isso, ele e os secretários vão para as ruas. Será que para ele saber que o transporte coletivo está um bagaço, o pior do Brasil, é preciso sair do seu gabinete? Se ele cometer a asneira de procurar o povo para saber sobre o transporte coletivo, pode se preparar que vai levar muitas vaias, igual a que enfrentou na frente do Lula. Mas não somente vaia, também tomate, ovo podre e, quem sabe, até um sapato sai voando e o acerta de cheio. Te cuida, Nagão!

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MARIO FROTA APÓIA ABEL ALVES PARA PREFEITO DE TEFÉ


A ELEIÇÃO DE ABEL ALVES PARA PREFEITO DE TEFÉ É UMA LUZ QUE SE ACENDE NO FUNDO DO TÚNEL. NÃO SE TRATA DE UM FICHA SUJA, MAS DE UM HOMEM DE MÃOS LIMPAS, UM EXEMPLO DE CIDADÃO E HOMEM PÚBLICO A SER SEGUIDO PELOS NOSSOS FILHOS. Há muitos anos venho me recusando a apoiar candidatos a prefeito no interior do Estado. Não o faço por medo de me decepcionar como ocorreu outras vezes em que, acreditando no candidato, dediquei-me de corpo e alma à sua campanha para, depois de eleito, agir, às vezes, até pior do que o seu antecessor.

Mas agora, sabedor de que o ex-deputado, advogado e ex-delegado do Trabalho/AM, Abel Alves, é candidato a prefeito de Tefé, senti-me encorajado a participar da sua campanha por entender que, finalmente, depois de tantos anos, o povo daquele município vai ter a oportunidade de eleger um homem íntegro, competente, um cidadão acima de qualquer suspeita, para dirigir o destino desse importante município do médio Solimões.

Uma das razões da minha ida a Tefé para apoiar a candidatura do companheiro Abel Alves, é porque conheço de perto a sua trajetória de homem público honrado. Além de advogado respeitado nos tribunais da capital e nas Comarcas do interior, o Abel Alves exerceu, com retidão e independência, as funções eletivas que o povo lhe conferiu no Amazonas.

Como deputado estadual, defendeu de forma intransigente o nosso povo, principalmente os habitantes do interior, possivelmente em respeito à sua origem, pois que é natural de Tefé, assim como aos compromissos assumidos com os seus irmãos de sofrimento e abandono que habitam os rios, os lagos e paranás deste Estado continental que é o nosso Amazonas.

Abel Alves, eu, e outros destemidos companheiros, combatemos a ditadura militar implantada neste país em l964. Bem poucos brasileiros tiveram coragem para enfrentar as baionetas e metralhadoras dos que passaram a oprimir o nosso povo. Deputado federal aos 29 anos, recém saído da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas, cerrei fileiras ao lado de homens como Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Fábio Lucena, e de tantos outros bravos companheiros e companheiras.

Tenho conhecimento de causa para dizer que o Abel Alves foi dos mais perseguidos pela ditadura militar, chegando até mesmo a ser preso pelos carrascos que baniram a democracia do país e, depois, implantaram um governo de terror, onde estudantes, professores, políticos e líderes operários eram presos nos porões da repressão, torturados, assassinados, com muitos sendo exilados (deportados) para outros países e impedidos de voltar ao Brasil no prazo de 10 anos. Abel foi um resistente. Ninguém pode contar a história daqueles tempos obscuros sem citar o nome desse ilustre filho de Tefé.

A eleição de Abel Alves para a prefeitura de Tefé constitui-se em vitória para o povo daquele município. É a certeza, em termos absolutos, de que o cancro da corrupção vai ser extirpado em definitivo daquela terra. Acredito que Abel vai mudar Tefé para melhor, fazendo investimentos necessários na área da educação, da saúde, do saneamento (água e esgoto), da moradia, da segurança pública, entre outros. A eleição de Abel renova as nossas esperanças de que, em termos de interior, nem tudo está perdido. É uma luz que se acende no fundo do túnel. É, finalmente, a esperança de um futuro melhor para aquele povo ordeiro e trabalhador.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM