segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MARIO FROTA APÓIA ABEL ALVES PARA PREFEITO DE TEFÉ


A ELEIÇÃO DE ABEL ALVES PARA PREFEITO DE TEFÉ É UMA LUZ QUE SE ACENDE NO FUNDO DO TÚNEL. NÃO SE TRATA DE UM FICHA SUJA, MAS DE UM HOMEM DE MÃOS LIMPAS, UM EXEMPLO DE CIDADÃO E HOMEM PÚBLICO A SER SEGUIDO PELOS NOSSOS FILHOS. Há muitos anos venho me recusando a apoiar candidatos a prefeito no interior do Estado. Não o faço por medo de me decepcionar como ocorreu outras vezes em que, acreditando no candidato, dediquei-me de corpo e alma à sua campanha para, depois de eleito, agir, às vezes, até pior do que o seu antecessor.

Mas agora, sabedor de que o ex-deputado, advogado e ex-delegado do Trabalho/AM, Abel Alves, é candidato a prefeito de Tefé, senti-me encorajado a participar da sua campanha por entender que, finalmente, depois de tantos anos, o povo daquele município vai ter a oportunidade de eleger um homem íntegro, competente, um cidadão acima de qualquer suspeita, para dirigir o destino desse importante município do médio Solimões.

Uma das razões da minha ida a Tefé para apoiar a candidatura do companheiro Abel Alves, é porque conheço de perto a sua trajetória de homem público honrado. Além de advogado respeitado nos tribunais da capital e nas Comarcas do interior, o Abel Alves exerceu, com retidão e independência, as funções eletivas que o povo lhe conferiu no Amazonas.

Como deputado estadual, defendeu de forma intransigente o nosso povo, principalmente os habitantes do interior, possivelmente em respeito à sua origem, pois que é natural de Tefé, assim como aos compromissos assumidos com os seus irmãos de sofrimento e abandono que habitam os rios, os lagos e paranás deste Estado continental que é o nosso Amazonas.

Abel Alves, eu, e outros destemidos companheiros, combatemos a ditadura militar implantada neste país em l964. Bem poucos brasileiros tiveram coragem para enfrentar as baionetas e metralhadoras dos que passaram a oprimir o nosso povo. Deputado federal aos 29 anos, recém saído da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas, cerrei fileiras ao lado de homens como Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Fábio Lucena, e de tantos outros bravos companheiros e companheiras.

Tenho conhecimento de causa para dizer que o Abel Alves foi dos mais perseguidos pela ditadura militar, chegando até mesmo a ser preso pelos carrascos que baniram a democracia do país e, depois, implantaram um governo de terror, onde estudantes, professores, políticos e líderes operários eram presos nos porões da repressão, torturados, assassinados, com muitos sendo exilados (deportados) para outros países e impedidos de voltar ao Brasil no prazo de 10 anos. Abel foi um resistente. Ninguém pode contar a história daqueles tempos obscuros sem citar o nome desse ilustre filho de Tefé.

A eleição de Abel Alves para a prefeitura de Tefé constitui-se em vitória para o povo daquele município. É a certeza, em termos absolutos, de que o cancro da corrupção vai ser extirpado em definitivo daquela terra. Acredito que Abel vai mudar Tefé para melhor, fazendo investimentos necessários na área da educação, da saúde, do saneamento (água e esgoto), da moradia, da segurança pública, entre outros. A eleição de Abel renova as nossas esperanças de que, em termos de interior, nem tudo está perdido. É uma luz que se acende no fundo do túnel. É, finalmente, a esperança de um futuro melhor para aquele povo ordeiro e trabalhador.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

sábado, 8 de janeiro de 2011

ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE


O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), apresentou proposta junto à mesa diretora da casa solicitando ao prefeito Amazonino Mendes que autorize a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) a elaborar estudos de viabilidade técnica para implantação de um Sistema de Esgotamento Sanitário, a partir do centro da cidade e nos bairros adjacentes com a finalidade de preservar o rio Negro, lagos e igarapés que circunda e cortam a cidade de Manaus, respectivamente.

Para justificar sua proposta o parlamentar exemplifica que dentro da atualidade em que vivemos, fundamentalmente, uma administração municipal se destaca por investimentos maciços nos setores de saúde, educação e saneamento básico. Uma boa administração pública é baseada na qualidade de vida proporcionada aos seus habitantes.

Na questão do saneamento, a cidade de Manaus – arquitetada entre igarapés que se encontram poluídos - necessita com urgência de um sistema de esgotamento sanitário completo, devidamente planejado e monitorado, a partir das nascentes, de forma a atender a 100% da população urbana com coleta, transporte e tratamento para as águas residuárias domésticas.

De acordo com a Águas do Amazonas, Manaus possui 440 mil residências e apenas 55 mil, ou 12,5%, estão interligadas a uma das 30 estações da rede de tratamento de esgotos. Portanto, 87,5% dos domicílios não contam com o serviço de esgotamento sanitário.

O planejamento e a construção de um sistema de esgotamento sanitário eficiente, numa cidade de pequeno, médio ou grande porte é um desafio para os administradores, porém, necessário e urgente. “São medidas que apontam para estatísticas de elevado impacto social, uma vez que, em curto espaço de tempo, se alcança índices extremamente favoráveis dentro da área da saúde pública e a conseqüente melhoria da qualidade de vida da população”, ensina Mário.

Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 70% das internações hospitalares da rede pública estão relacionadas com doenças de veiculação hídrica que por sua vez estão diretamente ligadas à ausência de tratamento de esgotos domésticos. Estes mesmos estudos mostram que cada real investido em saneamento proporciona a economia de cinco na área da saúde.

Para ilustrar sua proposta, Mário Frota lembra que Presidente Figueiredo (a 107 quilômetros de Manaus) já possui sistema de esgotamento sanitário interligando todas as residências da sede do município, beneficiado por um convênio celebrado com o Ministério da Saúde (MS), em 2001, no valor de R$ 1,3 milhão. A cidade é conhecida internacionalmente por suas cachoeiras, corredeiras e fontes de água mineral com alto teor de pureza e o sistema de tratamento de águas residuais tem, também, a finalidade de preservar o igarapé do Parque do Urubuí, a principal atração turística que corta a cidade.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

GÁS DE URUCU EVAPOROU


O GÁS DO URUCU NÃO VAI BENEFICIAR O POVO DE MANAUS, MAS TÃO-SOMENTE OS EMPRESÁRIOS DO DISTRITO. NÃO HÁ GÁS PARA OS CARROS E A TARIFA DE LUZ VAI CONTINUAR IGUAL, OU SEJA, A MAIS CARA DO PAÍS. POR QUE NOSSOS PARLAMENTARES FEDERAIS NÃO DIZEM NADA? O QUE ESPERAR DE UMA BANCADA QUE SÓ TÊM GOVERNISTAS? Li a matéria publicada no jornal A Crítica, na página de economia, intitulada “Olarias sem gás em 2011” e, como já venho fazendo abordagens sobre o assunto da Tribuna da Câmara de Vereadores e por este humilde Blog resolvi, mais uma vez, meter a minha colher de pau no assunto.

Pessoalmente entendo como descaso e absoluto desrespeito do governo federal a forma como essa questão vem sendo tratada. Em primeiro lugar, não dá para entender a razão porque o gás que o governo compra da Bolívia, e chega a São Paulo, depois de percorrer 2.600 quilômetros, seja 65 por cento mais barato do que o que trazemos do Urucu, há 500 quilômetros daqui. Ou seja, como explicar que o gás da Bolívia é vendido em são Paulo por menos de R$ 1,00, enquanto aqui pode ultrapassar R$ 1,50?

Dá tristeza e revolta ver tudo isso. Primeiro eles criaram uma enorme expectativa no povo sobre os benefícios que o gás do Urucu iria trazer para Manaus. Agora, depois de gastos quase R$ 6 bilhões, vem com esse papo furado de que o gás do Urucu não tem condições de abastecer Manaus. E as pessoas que compraram carros à gasolina na expectativa de mudar para o gás, uma matriz energética mais limpa e barata? Eu fui um desses muitos babacas, pois que comprei uma S10 da Chevrolet acreditando que poderia mudar logo para gás e, assim, estar fazendo um bom negócio.

Outra mentira que os sabichões de Brasília passaram no povo, tempos atrás, é que, com a mudança do diesel para o gás, as termelétricas passariam a fornecer uma energia mais barata para as nossas residências. Tudo conversa fiada, pois, sabe-se agora, que a tarifa da energia não vai ser alterada, ou melhor, vamos continuar pagando a luz mais cara do país.

Perguntar não ofende: por que a nossa bancada federal, constituída por oito deputados federais e três senadores, não protestam em Brasília contra essa violência perpetrada contra o povo de Manaus? Fato como esse ocorreria nos estados do Sul e Sudeste? Será que a razão é por que todos eles apóiam o governo, aqui e em Brasília? Como faz falta a oposição. Tiraram o Arthur do Senado, agora só nos resta esperar, esperar que o povo crie juízo e escolha melhor os seus representantes.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

AMAZONINO ‘BATEU CATOLÉ’ NA PONTA NEGRA


POR TEIMOSIA DO AMAZONINO, EM INTERDITAR TODA A ÁREA DA PONTA NEGRA PARA REFORMA, E NÃO POR ETAPAS, COMO ACONSELHEI DA TRIBUNA DA CÂMARA, A QUEIMA DE FOGOS, PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITOS ANOS, TERMINOU EM FIASCO. Os manauenses que assistiram pela televisão a queima de fogos dando boas-vindas ao ano novo, com certeza ficaram frustrados com Manaus diante do espetáculo de cores e brilhos que iluminaram o Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, Salvador e tantas outras capitais do país. Aqui, foi um fiasco. O balneário da Ponta Negra, onde a prefeitura todos os anos proporciona ao nosso povo um espetáculo com rojões, cores e luzes, este ano foi horrível, o pior que já assisti em toda a minha vida.

As pessoas que foram de barco assistir o espetáculo da queima de fogos devem ter deixado a área profundamente decepcionadas. Convidado por uma amiga, que mora em um dos prédios debruçados para o rio Negro presenciei, com a minha família e muitos amigos, a tal queima de fogos. Quando pensei que estava começando já havia acabado. Foi a maior enganação. Lembrei-me da administração do Serafim, da qual fui vice-prefeito e, pelos menos no que diz respeito à queima de fogos na Ponta Negra, pode-se dizer que o espetáculo não podia ser rivalizado com o de Copacabana, é verdade, no entanto, não perdia em nada para o ocorrido em outras capitais, país afora.

Tenho um barco e, quase todo ano, reúno parentes e amigos para assistir a queima de fogos na Ponta Negra. Quando percebi a indecisão da prefeitura sobre se haveria ou não o tradicional espetáculo, fiquei com a pulga atrás da orelha e resolvi deixar o barco no ancoradouro. Agi acertadamente, ainda bem. Eram poucos barcos aguardando a festa. Pelos meus cálculos não havia 20 por cento dos outros anos. Pior mesmo é se todo mundo tivesse ido para lá na expectativa de ver um bom espetáculo.

Quando o Amazonino retirou os permissionários na base do “manu militari”, ou seja, com o uso de violência - fato ocorrido dentro da madrugada - da tribuna da Câmara protestei e vaticinei: ‘por muito tempo o povo não vai dispor do seu referencial número um para curtir espetáculos’. ‘O correto’, opinei, ‘seria tocar a reforma por etapas’, ou seja, cada etapa, depois de construída, seria de imediato entregue ao público. Em sendo assim, não haveria razão para interditar a Ponta Negra no seu todo, como o fez, mas em partes, o que seria mais racional, sem entraves e prejuízos para o povo que dela precisa e para os pais de família que ganhavam o pão de cada dia na área.

Mas como se fazer escutar se o Amazonino e os seus secretários agem como se fossem deuses? Para eles, que habitam o Monte Olimpo, somos apenas uns idiotas moradores da planície. Bem, o resultado todos vimos e ninguém gostou.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM