sábado, 8 de janeiro de 2011

ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE


O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), apresentou proposta junto à mesa diretora da casa solicitando ao prefeito Amazonino Mendes que autorize a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) a elaborar estudos de viabilidade técnica para implantação de um Sistema de Esgotamento Sanitário, a partir do centro da cidade e nos bairros adjacentes com a finalidade de preservar o rio Negro, lagos e igarapés que circunda e cortam a cidade de Manaus, respectivamente.

Para justificar sua proposta o parlamentar exemplifica que dentro da atualidade em que vivemos, fundamentalmente, uma administração municipal se destaca por investimentos maciços nos setores de saúde, educação e saneamento básico. Uma boa administração pública é baseada na qualidade de vida proporcionada aos seus habitantes.

Na questão do saneamento, a cidade de Manaus – arquitetada entre igarapés que se encontram poluídos - necessita com urgência de um sistema de esgotamento sanitário completo, devidamente planejado e monitorado, a partir das nascentes, de forma a atender a 100% da população urbana com coleta, transporte e tratamento para as águas residuárias domésticas.

De acordo com a Águas do Amazonas, Manaus possui 440 mil residências e apenas 55 mil, ou 12,5%, estão interligadas a uma das 30 estações da rede de tratamento de esgotos. Portanto, 87,5% dos domicílios não contam com o serviço de esgotamento sanitário.

O planejamento e a construção de um sistema de esgotamento sanitário eficiente, numa cidade de pequeno, médio ou grande porte é um desafio para os administradores, porém, necessário e urgente. “São medidas que apontam para estatísticas de elevado impacto social, uma vez que, em curto espaço de tempo, se alcança índices extremamente favoráveis dentro da área da saúde pública e a conseqüente melhoria da qualidade de vida da população”, ensina Mário.

Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 70% das internações hospitalares da rede pública estão relacionadas com doenças de veiculação hídrica que por sua vez estão diretamente ligadas à ausência de tratamento de esgotos domésticos. Estes mesmos estudos mostram que cada real investido em saneamento proporciona a economia de cinco na área da saúde.

Para ilustrar sua proposta, Mário Frota lembra que Presidente Figueiredo (a 107 quilômetros de Manaus) já possui sistema de esgotamento sanitário interligando todas as residências da sede do município, beneficiado por um convênio celebrado com o Ministério da Saúde (MS), em 2001, no valor de R$ 1,3 milhão. A cidade é conhecida internacionalmente por suas cachoeiras, corredeiras e fontes de água mineral com alto teor de pureza e o sistema de tratamento de águas residuais tem, também, a finalidade de preservar o igarapé do Parque do Urubuí, a principal atração turística que corta a cidade.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

GÁS DE URUCU EVAPOROU


O GÁS DO URUCU NÃO VAI BENEFICIAR O POVO DE MANAUS, MAS TÃO-SOMENTE OS EMPRESÁRIOS DO DISTRITO. NÃO HÁ GÁS PARA OS CARROS E A TARIFA DE LUZ VAI CONTINUAR IGUAL, OU SEJA, A MAIS CARA DO PAÍS. POR QUE NOSSOS PARLAMENTARES FEDERAIS NÃO DIZEM NADA? O QUE ESPERAR DE UMA BANCADA QUE SÓ TÊM GOVERNISTAS? Li a matéria publicada no jornal A Crítica, na página de economia, intitulada “Olarias sem gás em 2011” e, como já venho fazendo abordagens sobre o assunto da Tribuna da Câmara de Vereadores e por este humilde Blog resolvi, mais uma vez, meter a minha colher de pau no assunto.

Pessoalmente entendo como descaso e absoluto desrespeito do governo federal a forma como essa questão vem sendo tratada. Em primeiro lugar, não dá para entender a razão porque o gás que o governo compra da Bolívia, e chega a São Paulo, depois de percorrer 2.600 quilômetros, seja 65 por cento mais barato do que o que trazemos do Urucu, há 500 quilômetros daqui. Ou seja, como explicar que o gás da Bolívia é vendido em são Paulo por menos de R$ 1,00, enquanto aqui pode ultrapassar R$ 1,50?

Dá tristeza e revolta ver tudo isso. Primeiro eles criaram uma enorme expectativa no povo sobre os benefícios que o gás do Urucu iria trazer para Manaus. Agora, depois de gastos quase R$ 6 bilhões, vem com esse papo furado de que o gás do Urucu não tem condições de abastecer Manaus. E as pessoas que compraram carros à gasolina na expectativa de mudar para o gás, uma matriz energética mais limpa e barata? Eu fui um desses muitos babacas, pois que comprei uma S10 da Chevrolet acreditando que poderia mudar logo para gás e, assim, estar fazendo um bom negócio.

Outra mentira que os sabichões de Brasília passaram no povo, tempos atrás, é que, com a mudança do diesel para o gás, as termelétricas passariam a fornecer uma energia mais barata para as nossas residências. Tudo conversa fiada, pois, sabe-se agora, que a tarifa da energia não vai ser alterada, ou melhor, vamos continuar pagando a luz mais cara do país.

Perguntar não ofende: por que a nossa bancada federal, constituída por oito deputados federais e três senadores, não protestam em Brasília contra essa violência perpetrada contra o povo de Manaus? Fato como esse ocorreria nos estados do Sul e Sudeste? Será que a razão é por que todos eles apóiam o governo, aqui e em Brasília? Como faz falta a oposição. Tiraram o Arthur do Senado, agora só nos resta esperar, esperar que o povo crie juízo e escolha melhor os seus representantes.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

AMAZONINO ‘BATEU CATOLÉ’ NA PONTA NEGRA


POR TEIMOSIA DO AMAZONINO, EM INTERDITAR TODA A ÁREA DA PONTA NEGRA PARA REFORMA, E NÃO POR ETAPAS, COMO ACONSELHEI DA TRIBUNA DA CÂMARA, A QUEIMA DE FOGOS, PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITOS ANOS, TERMINOU EM FIASCO. Os manauenses que assistiram pela televisão a queima de fogos dando boas-vindas ao ano novo, com certeza ficaram frustrados com Manaus diante do espetáculo de cores e brilhos que iluminaram o Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, Salvador e tantas outras capitais do país. Aqui, foi um fiasco. O balneário da Ponta Negra, onde a prefeitura todos os anos proporciona ao nosso povo um espetáculo com rojões, cores e luzes, este ano foi horrível, o pior que já assisti em toda a minha vida.

As pessoas que foram de barco assistir o espetáculo da queima de fogos devem ter deixado a área profundamente decepcionadas. Convidado por uma amiga, que mora em um dos prédios debruçados para o rio Negro presenciei, com a minha família e muitos amigos, a tal queima de fogos. Quando pensei que estava começando já havia acabado. Foi a maior enganação. Lembrei-me da administração do Serafim, da qual fui vice-prefeito e, pelos menos no que diz respeito à queima de fogos na Ponta Negra, pode-se dizer que o espetáculo não podia ser rivalizado com o de Copacabana, é verdade, no entanto, não perdia em nada para o ocorrido em outras capitais, país afora.

Tenho um barco e, quase todo ano, reúno parentes e amigos para assistir a queima de fogos na Ponta Negra. Quando percebi a indecisão da prefeitura sobre se haveria ou não o tradicional espetáculo, fiquei com a pulga atrás da orelha e resolvi deixar o barco no ancoradouro. Agi acertadamente, ainda bem. Eram poucos barcos aguardando a festa. Pelos meus cálculos não havia 20 por cento dos outros anos. Pior mesmo é se todo mundo tivesse ido para lá na expectativa de ver um bom espetáculo.

Quando o Amazonino retirou os permissionários na base do “manu militari”, ou seja, com o uso de violência - fato ocorrido dentro da madrugada - da tribuna da Câmara protestei e vaticinei: ‘por muito tempo o povo não vai dispor do seu referencial número um para curtir espetáculos’. ‘O correto’, opinei, ‘seria tocar a reforma por etapas’, ou seja, cada etapa, depois de construída, seria de imediato entregue ao público. Em sendo assim, não haveria razão para interditar a Ponta Negra no seu todo, como o fez, mas em partes, o que seria mais racional, sem entraves e prejuízos para o povo que dela precisa e para os pais de família que ganhavam o pão de cada dia na área.

Mas como se fazer escutar se o Amazonino e os seus secretários agem como se fossem deuses? Para eles, que habitam o Monte Olimpo, somos apenas uns idiotas moradores da planície. Bem, o resultado todos vimos e ninguém gostou.

Por: vereador Mário Frota

Líder do PDT na CMM

sábado, 1 de janeiro de 2011

PASSAGEM DE NÍVEL NA ROTATÓRIA DO ELDORADO ESTÁ EM ESTUDOS

O líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Mário Frota, apresentou proposta junto à mesa diretora da casa solicitando ao prefeito Amazonino Mendes providências no sentido autorizar estudos de viabilidade técnica para a construção de uma passagem de nível na Rotatória do Eldorado com a finalidade de escoar, com mais eficiência, o trânsito da avenida Mário Ypiranga Monteiro, antiga Recife.

Na sua justificativa o parlamentar entende que a construção de uma obra desse porte vai beneficiar os motoristas que utilizam essa artéria quando se deslocam da Cidade Nova, Parque das Laranjeiras, Parque Dez, Alvorada, Dom Pedro e outros bairros adjacentes. “Manaus tem quase 2 milhões de habitantes e todos os dias são emplacados 170 carros novos, mas não vejo, por parte dos órgãos competentes, ações para comportar essa demanda”, esclarece Mário Frota.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) o estado possui uma frota de 560.341 veículos, sendo que 483.260 circulam em Manaus. Até outubro deste ano, o órgão emplacou 50.651 veículos novos, 20% a mais do que em 2009, quando foram emplacados 42.204, no mesmo período. De janeiro a setembro deste ano foram registrados um total de 3.929 acidentes de trânsito com vítimas lesionadas e 175 mortes.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)

SOBRE O ASSUNTO O VEREADOR MÁRIO FROTA RECEBEU DO SECRETÁRIOAMÉRICO GORAYEB, A SEGUINTE RESPOSTA, QUE PUBLICAMOS NA ÍNTEGRA.

Manaus, 22 de dezembro de 2010.

A Sua Excelência o Senhor

MARIO FROTA

Vereador da Câmara Municipal de Manaus

Assunto: Estudo de viabilidade técnica para a construção de uma Passagem de Nível na Rotatória do Eldorado.

Referência: requerimento n 1713/2010 de 22 de outubro de 2010, recebido na SEMINF em 15/12/2010.

Excelentíssimo Senhor Vereador,

Ao cumprimentá-lo cordialmente, agradecemos o ilustre vereador pela sugestão apresentada, e pela sua preocupação com o trânsito da cidade de Manaus, que ainda precisa de muitas intervenções, as quais a Prefeitura de Manaus tem atuado dentro das possibilidades orçamentárias.

A Rua Recife, principal via a ser afeta no caso da construção de uma passagem de nível, está sendo objeto de um projeto que está sendo elaborado conjuntamente com a SEMINF e MANAUSTRANS, para que se possam promover melhoramentos à mobilidade de grande parcela da população de Manaus que precisa utilizar esta rota para desenvolver suas atividades.

A implantação de um Sistema Binário nas Avenidas Djalma Batista e Constantino Nery, cujo projeto em elaboração da SEMINF, certamente irá afetar as vias em seu entorno, e em particular a Rua Recife, que será objeto de estudo detalhado, no desenvolvimento dos estudos de trânsito.

Tendo em vista que somente a construção de passagem de nível, não necessariamente irá atender as soluções desejadas para o trânsito, achamos mais sensato, a avaliação do sistema de trânsito de toda a região afetada, estudos já em andamento, para posterior escolha da solução mais adequada, inclusive que se enquadre dentro dos recursos disponíveis no orçamento do município.

Considerando que o projeto ainda não está concluído e, portanto, ainda está sujeito a alterações, nos sentimos impedidos de apresentar com detalhes para o conhecimento público.

Certos de termos atendido suas solicitações e nos colocando a seu inteiro dispor.

Atenciosamente

AMÉRICO GORAYEB JR.

Secretário Municipal de Infraestrutura

SEMINF

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

MÁRIO FROTA EXPLICA DESISTÊNCIA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA


O POVO TEM O DIREITO DE SABER AS RAZÕES PORQUE RECUSEI O CONVITE DO PREFEITO AMAZONINO PARA SER O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA. O povo de Manaus tem o direito de saber, com pormenores, o que aconteceu, na última quarta-feira, por ocasião da eleição para a presidência da Câmara de Vereadores de Manaus.

Candidato à presidência da Mesa com o apoio de cinco colegas vereadores, os companheiros Marcelo Ramos, Joaquim Lucena, Elias Emanuel, Ademar Bandeira e José Ricardo, tinha a minha candidatura o objetivo de marcar uma posição, de natureza política, contra o candidato do prefeito Amazonino Mendes, seja ele quem fosse.

Dentro da base do prefeito, constituída por 32 dos 38 vereadores com assento na Casa, a primeira candidatura a surgir foi a do vereador Homero de Miranda Leão, vice-líder de Amazonino na CMM e, a posteriori, entra no páreo o nome do líder do prefeito na CMM, o vereador Isaac Tayah.

Na terça-feira, que antecedeu a eleição, os dois candidatos da base do governo começaram a frequentar a minha casa em busca de apoio. Durante o dia e parte da noite, até umas 22:00 horas, os grupos liderados por Homero e Tayá se revezaram. Não sei se se tratava de mera coincidência mas, em nenhum momento, os dois grupos chegaram ao mesmo tempo.

Em minha casa, eu e os companheiros da oposição permanecemos de plantão. Da mesma forma como recebíamos um, recebíamos o outro, ou seja, sempre com disposição para o diálogo e o entendimento político, como manda o bom senso e a boa educação numa democracia.

Pela manhã do dia da eleição, às 8:00 horas, os meus companheiros da oposição decidiram que, apoiar a chapa liderada pelo Issac Tayá era a melhor forma para derrotar o Amazonino. O que estava matematicamente correto pois, sem os nossos seis votos, o candidato Homero de Miranda Leão, ostensivamente apoiado pelo prefeito, ganharia a eleição.

Às 9:30 horas entro no prédio da CMM e, antes de chegar ao meu gabinete, o telefone tocou. Atendi e a pessoa se identificou como sendo o Capitão Otávio, assessor do prefeito Amazonino Mendes. Inicialmente acreditei tratar-se de um trote, uma brincadeira de algum amigo, razão porque, em tom de brincadeira, disse: olha, o Amazonino é um eleitor e cidadão de Manaus e, como tal, ele tem o direito de falar comigo, e eu, o dever de ouvi-lo.

Ato contínuo fiquei surpreso ao constatar que o Amazonino era a pessoa que estava do outro lado da linha. E porque fiquei surpreso? Por uma razão bem simples: no seu último mandato como governador, por vingança política - em razão da denúncia que fiz envolvendo a construção de uma mansão, na época avaliada pela imprensa nacional em US$ 3 milhões, construída nas margens do Igarapé do Tarumã - tentou me atingir com a história de uma gravação que o seu grupo forjou para me incriminar, apresentando-me como intermediário de uma propina entre o então senador e presidente do Senado Jáder Barbalho e um empresário local. Ora, por tudo isso, há muitos anos não troco uma palavra com ele. Ainda por cima, venho fazendo, da tribuna da Câmara, uma oposição muito dura à sua administração.

Mas o certo é que ele entrou na linha e me fez um apelo para que eu aceitasse substituir seu candidato, o Homero. Mais do que surpreso, fiquei espantado, confuso. Procurei me acalmar e respondi: Olha Amazonino, eu não sou candidato de mim mesmo. Sou candidato do grupo da oposição a você nesta Casa. A decisão, portanto, tem que ser coletiva. E aí ele insistiu: “Mário prefiro ser derrotado pelo adversário sincero, do que pelo aliado desleal, desonesto. Prefiro você na presidência da Câmara, a ver o Eduardo, que hoje me esfaqueia pelas costas, emplacar o Tayah”. E prosseguiu: “o meu grupo tem 18 votos e, com mais o teu, empatamos. Resultado: pela idade você ganha do Tayah”. Frente à insistência, procurei botar um ponto final na conversa: ‘Amazonino, já estamos nos 44 minutos do segundo tempo. Não há mais espaço para negociação, pois, hoje pela manhã, ficou acertado com os meus colegas da oposição, a retirada da minha candidatura em benefício da do Tayá. Desculpe, vou desligar o telefone porque já estou entrando no plenário’.

Entro no plenário e, ao meu encontro, vem o Wilker Barreto e o Hissa Abranhim, dois apoiadores do Homero e me dizem que, em consonância com o Amazonino, eles estavam dispostos a substituir o nome do Homero pelo meu. E se eu aceitava. Respondi-lhes que a decisão não era minha, mas do grupo dos companheiros da oposição que me apoiavam.

Foi um “Deus no acuda”. O grupo do Homero de um lado me puxava e me dizia aos gritos que, com o apoio deles eu estava eleito presidente da Casa, que seria o vice-prefeito e, ocasionalmente, o prefeito do município, enquanto o do Tayah, aliado aos meus companheiros da oposição me empurravam para o outro lado, sob o argumento de que se tratava de “canto da sereia”. Para acabar com a confusão que estava posta, pedi que me deixassem ir à tribuna onde iria me manifestar e colocar um ponto final a toda àquela confusão.

Da tribuna agradeci ao vereador Homero e aos seus apoiadores por lembrar do meu nome, mas que, infelizmente, em razão da palavra assumida há poucas horas, o nosso grupo iria apoiar o vereador Isaac Tayah para a presidência da Casa. ‘Sei que estou abrindo mão da presidência da Câmara, de ser o vice-prefeito e, algumas vezes, o prefeito de Manaus. Sei que estou abrindo mão de tudo isso, mas não pode ser diferente’. E concluí: ‘um homem é dono de uma honra e, quando ele a perde, nada mais lhe resta, a não ser a vergonha. A minha história, construída com tantos sacrifícios, não pode ficar manchada por um momento de ambição política. Quero continuar sendo respeitado pelos meus amigos, meus filhos, assim como não ter vergonha de me olhar no espelho’.

Alguns amigos me censuraram por abrir mão de tal oportunidade, mas desejo que eles entendam que, pela minha trajetória política, pautada na ética e na moral, não poderia ser diferente e, se o tempo voltasse, faria tudo de novo.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM