quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ROBERTO TADROS: UMA VITÓRIA PARA O POVO DO AMAZONAS



PARABÉNS, COMPANHEIRO ROBERTO TADROS. VALEU. VOCÊ MERECE! Vibrei quando soube que o meu amigo José Roberto Tadros, um companheiro que ilustra a minha geração, foi homenageado no dia 18 deste mês, com a Medalha da Ordem Nacional do Mérito Comercial, no grau Grã-Cruz, a mais alta comenda do gênero, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao sistema confederativo nacional do comércio brasileiro em geral.

Logo em seguida, no dia 23 deste novembro, Roberto Tadros tomou posse como Primeiro Vice-Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, órgão máximo do comércio brasileiro, fato inédito que orgulha o nosso Estado, por ser o primeiro amazonense a assumir tão relevante função.

Outro fato igualmente importante, mas em outra dimensão, foi a escolha de Roberto Tadros para ocupar, na Academia Amazonense de Letras (AAL), a cadeira nº 26, que tem como patrono o grande Rui Barbosa, na minha opinião o maior civilista da história pátria.

Roberto Tadros foi meu colega no Colégio Dom Bosco e, depois, na Faculdade de Direito do Amazonas, a velha e gloriosa “Jaqueira”. Acredito que o conheço como poucos e, em razão disso, tais fatos deixam-me alegre, mas não surpreso porque conheço de perto o seu talento e inteligência. O Roberto, na acepção da palavra, é um intelectual. É homem culto, apreciador das artes e, como todos sabemos, um apaixonado pelo estudo da História.

A escolha de Roberto Tadros para a nossa mais importante Academia de Letras representa uma vitória para todos, ou seja, para o próprio Roberto, para a Academia e para o povo do Amazonas.

Roberto, não vou permitir ser deixado de fora da sua posse na AAL. Como seu amigo e irmão, quero estar lá para abraçá-lo e parabenizá-lo.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

PONTE SOBRE O RIO NEGRO: MPE FICOU CALADO E TCE COMEU ABIU DIANTE DO SUPERFATURAMENTO


FOI ILEGAL E ABSURDA A CONCESSÃO DE MAIS DE 25 POR CENTO, A TÍTULO DE ADITIVO, PARA A PONTE. FOSSE UMA OBRA FINANCIADA DIRETAMENTE PELO GOVERNO FEDERAL TAL FATO TERIA OCORRIDO? (Leia e confira). É desejo de todos que a ponte sobre o Rio Negro seja logo concluída e entregue ao público. A ponte é uma grande obra. Mestrinho enciumado com o Eduardo Braga, porque em três mandatos não construiu nenhuma obra de importância, afirmou que a ponte ‘saía do nada para lugar nenhum’. Foi pura inveja do Boto.

O que está pegando é que a ponte já era para estar pronta. Além da demora, o orçamento inicialmente licitado em R$ 574.8 milhões, foi empurrado, incompreensivelmente, para R$ 984.1 milhões. Ora, pela legislação nacional, nenhuma obra pode receber aditivo superior a 25 por cento.

O que houve então? Por que, no que diz respeito à ponte, a lei virou letra morta e de nada serviu para impedir que os preços fossem manipulados e chegassem a estratosfera?

A resposta está bem aqui, debaixo dos nossos narizes. Ao contrário dos gastos com as obras da Copa de 2014 - incluindo aí o monotrilho, o Arenão e o BRT, uma reedição do Expresso do Alfredo, severamente fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) - a fiscalização dos recursos empregados na ponte são de responsabilidade do Ministério Público do Estado e do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

É fácil ver o que aconteceu. Enquanto as obras de apoio à Copa são diretamente financiadas pelo Governo Federal, daí o rigor nas fiscalizações, os recursos para a ponte sobre o rio Negro, financiados pelo BNDES ao Estado do Amazonas, que nós, o povo, um dia vamos ter que pagar, a fiscalização é de competência do Ministério Público do Amazonas e do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Quanto ao MPE, acredito que nada disso teria acontecido se, à época, o dirigente do órgão fosse o Dr. Francisco Cruz.

Ao contrário do que aconteceu no deslavado episódio envolvendo a ponte, não há qualquer possibilidade do cálculo para a execução das obras de apoio à Copa ultrapassar o limite legal de 25 por cento. É impossível. A fiscalização está tão cerrada por parte dos órgãos acima citados, que até mesmo os cálculos que foram realizados, para efeito de licitação, estão sendo contestados e, em vários casos, até reduzidos por serem considerados excessivos.

Aqui vai uma pergunta indiscreta: por que o Ministério Público do Estado ficou calado frente a tal ilegalidade e o TCE comeu abiu e mergulhou a cabeça na areia? Que diferença dos órgãos federais de fiscalização com gastos em obras públicas para os nossos do âmbito do Estado.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ZONA FRANCA VERDE: CHEGA DE ENGANAÇÃO



ESTAMOS IMPORTANDO TUDO QUE COMEMOS. IMPORTAR UVA E MAÇÃ TUDO BEM. MAS IMPORTAR FARINHA DE MANDIOCA E BANANA É UMA VERGONHA. EM BELÉM O QUILO DA FARINHA CUSTA R$ 2,00, ENQUANTO, AQUI, R$ 8,00. (CONFIRA VOCÊ MESMO). Quem me dá notícias do programa Zona Franca Verde, do Eduardo Braga, pilotada nesses últimos anos pelo Eron Bezerra?

Vejamos. Tomate, pimentão e frango são importados de São Paulo. Cheiro verde vem do Ceará. A farinha de mandioca de cada dia, na sua maior parte, nos chega do vizinho estado do Pará. Enquanto banana, melancia, melão e macaxeira vem de Roraima.

E aí deputado Eron, afinal que tipo de alimento produzimos nesta terra de Ajuricaba em condições de alimentar o nosso povo? A título de exemplo: um amigo meu em viagem no início deste mês a Belém, tomou um susto danado quando, em visita ao mercado Ver-o-Peso, encontrou farinha pelo preço de R$ 2,00 que, aqui, custa entre R$ 6,00 a R$ 8,00.

Importar maçã, pêra e uva até entendo como natural. Agora, importar farinha de mandioca, cheiro verde, melancia, banana, e outros alimentos que podemos produzir na região é um absurdo, até para a inteligência de um macaco.

São vinte e seis anos de poder da oligarquia fundada por Mestrinho. Gilberto, no seu primeiro governo anunciou que o Amazonas iria exportar grãos, produzidos no beiradão, para outros Estados da Federação. A história terminou virando piada depois que o Jaith Chaves apareceu na televisão com um repolho enorme que, segundo ele, era produzido na região. Resultado: o projeto do Mestrinho virou piada, principalmente quando passaram a chamar o seu secretário de produção agrícola de Jaith Repolhão.

Eleito governador, o Amazonino jurou que iria promover a maior revolução agrícola do Amazonas. No seu primeiro governo distribuiu, de forma irresponsável, motos-serras, interior afora. No segundo e terceiro governos passou a falar num tal de Terceiro Ciclo. A partir daí importou da China quantidade enormes de motores para rabeta, tratores agrícolas e grupos geradores. Resultado: seis meses depois esses equipamentos entulhavam as oficinas do interior do Estado. O que poderia ser um grande projeto de apoio à agricultura, por falta de planejamento adequado e honestidade, virou uma tragédia. O povo pagou a conta, é claro.

E o Zona Franca Verde anunciado por Eduardo Braga? Quase oito anos depois o povo do interior ainda não viu direito se o tal de zona é verde, branco ou azul. Com a palavra o Eron Bezerra que, como engenheiro em agricultura, deve conhecer como ninguém a razão porque um quilo de farinha de mandioca em Belém custa R$ 2,00, enquanto, aqui, pode ser comprada por até R$ 8,00.

Estou torcendo para que o governador Omar Aziz acerte nesta área, pois chega de enganação e empulhação numa área estratégica para o nosso desenvolvimento e bem-estar do povo.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

AMAZONINO NO PDT - VAI TER PEIA NO LOMBO DELE TODOS OS DIAS



A ENTRADA DO AMAZONINO NO PDT SERIA UMA DESGRAÇA, UMA TRAGÉDIA PARA UM PARTIDO QUE CONSTRUIU A SUA HISTÓRIA NA LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO QUE ASSOLA O PAÍS. LEONEL BRIZOLA E JEFFERSON PERES VÃO SE REVIRAR DE INDIGNAÇÃO NO TÚMULO. Não posso deixar de confessar que estou assustado com a boataria nas ruas de que o Amazonino pode, usando o prestígio de alguns dos seus amigos de Brasília, vir a ingressar no PDT.

Bem, só mesmo através de Brasília, da direção nacional, tal fato pode acontecer. Só um exemplo: nessa última eleição a executiva do Amazonas foi chamada à Brasília e, lá, recebemos o ultimato para apoiar o Alfredo Nascimento. Em outras palavras: ou aceitávamos apoiar o Alfredo, ou a direção nacional fazia a intervenção. Ficamos entre a cruz e caldeirinha. Resultado: ou apoiávamos por bem ou por mal.

Pelo que conheço dos companheiros que integram o PDT no Estado, alguns históricos, como o Stones Machado e outros não tão antigos no partido, como o Jefferson Praia, o Rui Gomes, o Paulo Onofre, o Rocha Freire, o Dermilson Chagas, além da minha pessoa e de outros companheiros, todos são contrários à pretensão do Amazonino ingressar no nosso partido.

O Amazonino não tem perfil moral e político para entrar no PDT. O perfil dele tem a ver com o PTB do Sabino, o PMDB do Sarney, entre outros. Alguns companheiros me confessaram que tiveram pesadelo com essa história que envolve essa boataria. Outros me disseram que se tal fato acontecer o PDT tem a sua honra enlameada, não merecendo mais o respeito de ninguém.

Entendo o asco e revolta que invade a alma dos nossos companheiros. Esse fato seria terrível, pois destruiria, aqui no Estado, o partido que teve em Jefferson Peres um dos seus mais ardorosos comandantes. Na condição de senador, Peres tornou-se símbolo na luta contra a roubalheira no país, no defensor intransigente da ética e da moral.

Ora, quero dizer que, se ocorrer essa desgraça, não saio do PDT. Ninguém espere isso. Vou ficar e vou dizer o que sei e penso dele, com todas as letras do alfabeto. O pau vai continuar cantando. Vai ter peia no lombo dele todos os dias. É pagar para ver. Não há nada pior para um governante do que ser vergastado por alguém do próprio partido. O recado está dado. Não saio. Resisto e vou às últimas consequências. É pagar para ver.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

sábado, 20 de novembro de 2010

TRANSPORTE COLETIVO DE MANAUS – CRISE DE COMPETÊNCIA COMPROMETE O SETOR



DEFENDO QUE O POVO, FRENTE À FALÊNCIA DO TRANSPORTE COLETIVO, UTILIZE O VEÍCULO QUE PASSAR À SUA PORTA, SEJA MOTOTAXISTA, TAXI LOTAÇÃO, OU QUALQUER OUTRO MEIO DE TRANSPORTE PIRATA, OU NÃO. E QUE SE DANE O AMAZONINO E OS SEUS AMIGUINHOS DONOS DE ÔNIBUS! Leio nos jornais que a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), administrada por um protegido do Amazonino, o Marcos Cavalcante, está em guerra contra os ônibus piratas, e que, nos últimos dias, já arrecadou o equivalente a R$ 162 mil em multas, fórmula que, acredita, pode coibir o transporte clandestino em Manaus.

Olha aqui, pessoal, entre ficar com a incompetência da Prefeitura de Manaus, na figura da SMTU, e com os donos de ônibus, essa herança maldita da Transmanaus deixada pelo Serafim, eu fico com os trabalhadores de Manaus.

E é aí que entra o meu inspirador David Thoreau, o autor de um clássico, “A desobediência Civil”, que levou os americanos do Norte a se rebelar contra a escravidão e declarar guerra (a Guerra de Secessão) contra as colônias do Sul. Ensina Thorreax “que nenhum povo pode continuar apoiando governantes relapsos, incompetentes e corruptos”.

O povo deve sempre se rebelar contra governantes que não o respeitam, e que, depois das eleições esquecem os compromissos assumidos. Vejam esse mentiroso contumaz que é o Amazonino. No período eleitoral prometeu solucionar o problema do transporte coletivo em 120 dias. Já se vão dois anos de mandato e esse enganador nada fez. Até agora o papo do malandro é que vai fazer licitação. Licitação que está igual à Conceição, da música do Cauby Peixoto, que ‘ninguém sabe ninguém viu’.

Sou favorável que o povo faça por onde se defender, ou seja, que ele utilize o transporte que passar pela sua porta, não importando se é pirata, ou não. O importante é que as pessoas não percam o seu emprego por chegar atrasadas no trabalho. Frente ao fracasso, a tragédia em que se transformou o transporte coletivo da cidade, aconselho que quem tiver ônibus que o coloque à disposição do povo, mas sem exploração. O povo não pode é ficar eternamente à disposição desse incompetente que levou o povo na lábia para ganhar a eleição.

É essa oficialmente minha posição até que o transporte coletivo se reorganize e volte a servir ao povo como já ocorreu no passado.

Por: Vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mário Frota reclama dos aditivos que elevam custo da ponte sobre o rio Negro


O custo final da ponte que está sendo construída sobre o rio Negro para ligar a capital ao município de Iranduba pode superar a R$ 1 milhão, segundo previu o vereador Mário Frota (PDT) ao reclamar dos sucessivos aditivos ao contrato original que destinava recursos da ordem de R$ 574,8 milhões para a obra, com previsão de conclusão para junho deste ano. Mário lembrou que o contrato sofreu um acréscimo de R$ 305,3 milhões em abril último e o prazo de entrega foi dilatado para este mês de novembro, o que não vai mais ocorrer. “Agora o prazo é 2011, sem data definida, e o Consórcio Rio Negro, que é formado pelas empreiteiras Camargo Corrêa e Construbase querem mais R$ 104 milhões, alegando que falta fazer a iluminação e o sistema de proteção dos pilares da ponte”, protestou o parlamentar.
Mário Frota contou que em diversas oportunidades conversou com o então governador Eduardo Braga sobre a necessidade da ponte para tirar o povo do sofrimento nas balsas, e que ficou contente quando a obra foi iniciada, mas hoje se preocupa com o valor “que do jeito que vai, vai ultrapassar a casa de R$ 1 milhão, quase o dobro do que foi inicialmente contratado”, disse.
O líder pedetista estranhou que construtoras do nível das que formam o Consórcio Rio Negro tenham esquecido de muitas coisas no projeto, como os sistemas de iluminação e de proteção de pilares. “Como é que uma empresa do porte da Camargo Corrêa esquece esses itens do projeto? Isso é conversa pra boi dormir”, declarou o parlamentar, acrescentando que é impossível existir alguém tão imbecil que não saiba que a ponte precisa ser iluminada. Na opinião de Mário Frota, “o que as empreiteiras querem mesmo é arrancar mais dinheiro do nosso bolso, e ao final dessa história, a ponte do rio Negro vai sair por mais de um R$ 1 bilhão, um custo excessivo que os contribuintes vão pagar porque, segundo dizem, o projeto original licitado não contemplava serviços essenciais como a iluminação e a proteção dos pilares”, denunciou o parlamentar.

Fonte: Gabriel Andrade
Fotografia: Sérgio Oliveira