terça-feira, 12 de outubro de 2010

TROPA DE ELITE MOSTRA QUE 'TODO BRASILEIRO DEVERIA TER VERGONHA NA CARA'



O FILME TROPA DE ELITE 2 DEVERIA TER CHEGADO A MAIS TEMPO. É POSSÍVEL QUE TIVESSE EVITADO QUE O NOSSO POVO VOTASSE EM CORRUPTOS NOTÓRIOS, LADRÕES E PICARETAS, QUE ALIMENTAM E SÃO ALIMENTADOS POR GOVERNOS APODRECIDOS.

O filme Tropa de Elite 2 deveria ter sido apresentado um mês antes das eleições. É possível que muita gente tivesse votado melhor, de forma mais responsável, ou seja, apostado em candidatos verdadeiramente com a ficha limpa, com passado de lutas em favor do povo e não em notórios corruptos, figuras amorais que apóiam qualquer prefeito ou governador de plantão, desde que as sobras da mesa do poder escorreguem um pouco para os seus bolsos.

Tropa de Elite 2, rodado no Rio de Janeiro, nos mostra, com pormenores a realidade de um país apodrecido, com um povo votando nos piores elementos da sociedade, nos mais podres, em bandidos disfarçados em homens públicos. Assisti o filme e confesso que, ao longo da minha vida, nunca vi uma denúncia mais real e trágica da situação em que vive o Brasil e o seu povo.

É a arte retratando a vida. Filmes como Tropa de Elite 2 espelham e retratam a vida dos políticos brasileiros, tomando o Rio de Janeiro como exemplo. É óbvio que a podridão que inspirou o filme não está somente localizada no Rio de Janeiro, mas em todo o país, inclusive aqui, basta ver a cara de muitos dos eleitos e dos chamados fichas sujas que despudoradamente o povo elegeu, mas que, até o presente momento, ainda não tiveram os seus votos computados.

O pior dos exemplos é o super ficha suja Adail Pinheiro. Corrupto comprovado, preso como ladrão do dinheiro público e aliciador de menor (pedófilo). Apesar de ostentar tal currículo, ainda obteve 22 mil votos, sendo que 12 mil em Coari, onde foi prefeito e de lá saiu para a cadeia, e 10 mil em outros municípios, incluindo Manaus. Como Adail obteve tantos votos? Por que tem lindos olhos azuis? Coisa nenhuma, simplesmente porque usou o dinheiro roubado para comprar votos do povo pobre e inconsciente do nosso estado.

No momento em que assistia o filme lembrei-me que, há tempos atrás, o maior traficante de cocaína do mundo, o colombiano Pablo Escobar, apesar de procurado pelas polícias do mundo inteiro, no seu país seria, caso a justiça o permitisse, eleito a qualquer cargo eletivo, a exemplo de deputado, senador ou governador. A sua morte causou grande sofrimento ao povo, com muita gente chorando pela perda do criminoso mor do país. Os que mais sentiram a perda de Pablo Escobar foram as populações mais necessitadas, que o chamavam de paizinho dos pobres. O que elas chamavam de o paizinho dos pobres não era outro senão um criminoso que assassinou centenas de pessoas e destruiu a vida de milhões de jovens, mundo a fora.

Ao deixar o cinema, lembrei-me do historiador e pensador Capistrano de Abreu que, há cinqüenta anos, sugeriu que a constituição brasileira deveria ter apenas dois artigos: Art. 1º - Todo brasileiro deveria ter vergonha na cara. Art. 2º - Revoguem-se as disposições em contrário. Capristrano morreu sem acreditar que o Brasil pudesse ter um grande futuro. Saí do cinema com uma sensação de derrota. O que fazer para esse povo melhorar as suas escolhas na hora de votar? Por que tantos brasileiros sentem um certo fascínio pela figura do corrupto, não o olhando como um criminoso, um ladrão do seu dinheiro, mas como um vencedor, um vitorioso?

Mais brasileiros poderiam ver esse filme, em minha opinião mais importante do que muitos tratados de sociologia política. Quem sabe se na próxima eleição, em vez de votar nos Tiririca da vida, nos Adail, não votam de forma mais ajuizada, responsável? Ao contrário de Capistrano de Abreu, continuo acreditando que o Brasil tem um futuro. Talvez por ser um sonhador, continuo acreditando.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

sábado, 9 de outubro de 2010

ÔNIBUS VELHOS: FOI ASSIM COM SERAFIM E VAI SER ASSIM COM O NEGÃO


A LICITAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO TRANSPORTE COLETIVO PROMETIDA PELO AMAZONINO É MAIS UMA ENGANAÇÃO, IGUAL A QUE O SERAFIM FEZ NO PASSADO, QUANDO OS EMPRESÁRIOS DO SETOR, DEPOIS DE CONSEGUIR O AUMENTO QUE QUERIAM, COLOCARAM NAS RUAS DE MANAUS 500 ÔNIBUS, HOJE CAINDO AOS PEDAÇOS, QUANDO NÃO, PEGANDO FOGO. LEIA O RESTO E VOCÊ VAI CONHECER MELHOR O QUE ACONTECEU, COM PORMENORES RELATADOS POR MIM, NA ÉPOCA VICE DO EX-PREFEITO SERAFIM CORREIA.

O anúncio feito pelo prefeito Amazonino de que até o fim do mês sai a licitação para a exploração do transporte coletivo em Manaus é mais uma enganação em marcha. Fala o prefeito que vão entrar 900 ônibus novos na cidade, dos quais 100 do tipo articulado. Mas também fala que para que isso ocorra o povo vai pagar uma passagem mais cara, ou seja, já está embutido nas negociações com os donos de ônibus um novo aumento de tarifa.

Quando vice do Serafim, lembro-me que a conversa foi exatamente igual. Os donos de ônibus ficavam na obrigação de colocar nas ruas de Manaus 500 ônibus novos, mas o povo teria que pagar a conta, como de fato aconteceu, com o aumento da passagem de R$ 1,80 para R$ 2,00.

Que tipo de aumento o prefeito Negão vai querer dar para os seus amiguinhos donos de ônibus? Depois que assumiu, ele fez saltar a passagem de R$ 2,00 para R$ 2,25. A desculpa que deu foi que, com o aumento, os donos das empresas iriam colocar ônibus novos na cidade. Resultado: até agora, nenhum ônibus novo chegou às nossas ruas. Ora, frente a promessa da entrada desses 900 novos ônibus, para quanto vai a tarifa? R$ 2,50, 2,70 ou quem sabe R$ 3,00?

Só Deus pode responder essa indagação. No entanto, por tudo que vi da vez passada, para mim essa história de ônibus novo é pura balela, mais uma mentira, igual a pernada que os donos de ônibus deram no Serafim. O que eles fazem é encarroçar ônibus velhos, ou mesmo pintar os que já estão nas ruas. Ônibus novo mesmo talvez uns 15 ou no máximo 20 por cento desses 900 prometidos. Foi assim com o Serafim e vai ser assim de novo com o prefeito Negão, outro amigão dos donos de ônibus.

A festa da entrega dos 80 primeiros ônibus, dos 500 que os proprietários das empresas prometeram colocar nas ruas de Manaus, ocorreu em frente ao Olímpico Clube, na avenida Constantino Nery. Depois do falatório saí e, ao entrar no carro, o meu motorista estava rindo. Achei estranho, e perguntei-lhe: ‘o que há de engraçado?’ Ele respondeu-me: “esses ônibus não são novos coisa nenhum, aí só tem uns 15 a 20 por cento de novos, o resto é tudo encarroçado, ou simplesmente pintados.”

Confesso que fiquei perplexo. Você está sendo leviano, rapaz. Afinal, os donos de ônibus, prometeram que os 500 ônibus seriam novos, saídos da fábrica. Ele reagiu: “o senhor já viu ônibus novo soltar óleo no asfalto? Dê uma olhada no segundo ônibus da fila”. E acrescentou: “pintaram tão mal os ônibus, e com tanta pressa, que não isolaram as borrachas de vedação; elas estão todas manchadas”. Por fim, acabou de vez com a minha alegria: “o senhor já viu ônibus novo com pneus recauchutados”. Dei uma olhada pela janela do carro e vi que os pneus dos carros, ditos novos, eram todos recauchutados.

Mas a fraude ainda não tinha terminado. No final da fila lá estavam dois ônibus articulados, ainda com o nome expresso pintado nas suas laterais. E aí ele fez outra observação: “dê uma olhada e veja como as cobras da União Cascavel ainda são visíveis por baixo da tinta.” Olhei e fiquei gelado, pois dava para se ver claramente as cobras entrelaçadas. A tinta que usaram foi pouca e não deu para cobrir as cobras.

Na segunda-feira fui ao gabinete do Serafim e externei minhas preocupações, afirmando-lhe que talvez, no máximo, 20 por cento daqueles 80 ônibus eram novos, e assim mesmo ainda tinha minhas dúvidas. O que falei entrou por um ouvido do homenzinho e saiu pelo outro. Dias depois o jornal A Crítica mandou brasa, desmascarou a farsa e publicou, na primeira página, fotografias das cobras ainda visíveis por baixo da tinta. Apurou o jornal que os dois ônibus articulados já tinham 17 anos de uso. Resultado: a prefeitura ficou calada e os donos de ônibus não deram um pio.

Na parte de trás dos ônibus podia-se ler: SOMOS 500 ÔNIBUS NOVOS. SOU MAIS UM. O resultado todo mundo sabe: seis meses depois os ônibus começaram a quebrar. Na administração seguinte, ou seja, agora, o sistema está um bagaço, com ônibus enferrujados, caindo aos pedaços, quando não pegando fogo.

Como vereador, vou exigir que uma perícia de técnicos (mecânicos) seja contratada pela CMM para verificar se esses ônibus, que o Amazonino está prometendo colocar à disposição do nosso povo, não são iguais às maravilhas novinhas que o Serafim botou nas ruas de Manaus. Pessoalmente faço questão de acompanhar essa perícia. Prometo que desta vez o povo não vai comer gato por lebre.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PTD na CMM


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

NÃO DESISTA, ARTHUR!



Por: MÁRIO FROTA

É possível que o Amazonas, nos próximos 20 anos, não tenha um senador à altura do Arthur Virgílio Neto, isso, naturalmente, se ele não retornar à Casa de Rui Barbosa daqui a quatro anos.

A imprensa nacional o considera o melhor orador do Congresso Nacional, pelo menos é o que, dia desses, ouvi da boca de vários cientistas políticos entrevistados pelo jornalista Tarcísio Holanda. Mais do que isso: o entrevistador deplorou a sua futura ausência do Senado, por se tratar de um político que, segundo ele, é culto, íntegro, experiente e excelente articulador.

O que está por trás da derrota de Arthur Virgílio Neto? O ódio e rancor de Lula que, por diversas vezes teve projetos de seu interesse derrotados pelo senador amazonense no plenário do Senado, incluindo a CPMF, um imposto criado com propósito de retirar a saúde do buraco e depois ser revogado, mas que, infelizmente, terminou por se estender, desnecessariamente, até bem recentemente.

Outros fatores de natureza local, somados a antipatia que Lula nutre por Arthur, não teriam concorrido para a criação de um complô para impedi-lo de retornar ao Senado? Ou seja, os ressentimentos de Lula, mais questões paroquiais, não seriam essas as razões determinantes para a formação de um rolo compressor, como de fato aconteceu, jamais visto no Estado, com propósito de derrotar o senador tucano?

Tanto ressentimento trouxe prejuízos irreparáveis para o Amazonas. Entre mim e o Arthur há mais coisas que nos aproximam do que nos separam. Eleito deputado estadual pelo PSDB, por criticar a administração do Amazonino, terminei aconselhado a abandonar o partido. Segundo o emissário de Arthur, a razão era porque o Negão o havia prometido fazê-lo seu sucessor. Ri, e disse ao ilustre emissário: ‘não tem problema, vou deixar o PSDB, mas diz ao Arthur que ele está agindo como um bobo, sonhando, pois o Amazonino faz parte de uma oligarquia onde não há lugar para ele’. Dia seguinte deixei o PSDB e ingressei no PDT de Jefferson Péres, onde permaneço até hoje.

Apesar desse fato, continuei amigo de Arthur, reconhecendo, na sua pessoa, atributos que nos levam a ter orgulho dele em razão do grande senador pelo Amazonas que é. Talvez porque também me impediram, na marra, de chegar ao Senado em l986, é que entendo melhor do que ninguém a extensão do seu sofrimento em ver o seu futuro mandato ceifado pela gigantesca máquina, colocada em prática, para impedi-lo de voltar ao Senado, onde tão bem vem defendo os interesses do Amazonas e do seu povo. Essas coisas só nos restam colocar nas mãos de Deus.

Não desista, Arthur! Com absoluta certeza os homens e mulheres politizados do Amazonas votaram em você. Às vezes o povo acerta, às vezes erra, principalmente quando manipulado por forças negativas, como aconteceu agora. A história, a grande mestra da vida, está cheia de exemplos, muitos deles terríveis, a exemplo da massa que foi manipulada pelo Sinédrio a libertar Barrabás e não Jesus, e, mais recentemente, no século passado, um psicopata conseguiu envolver o povo alemão, levando-o, de forma trágica, a descer as escadarias do inferno.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

VOTO É O MOMENTO MAIS IMPORTANTE NAS DEMOCRACIAS



O momento mais importante nas democracias, exercido pelos cidadãos e cidadãs, ocorre na hora do voto. É preciso que as pessoas entendam que o voto é uma procuração que o eleitor passa ao seu candidato por irrevogáveis quatro anos. A título de exemplo: em situação normal, podemos revogar qualquer procuração, basta ir ao cartório, e pronto. Mas quando se trata do voto, preste ou não o candidato, somos obrigados a esperar intermináveis quatro anos, ou seja, uma eternidade para fazer a substituição do político que elegemos de forma errada.

Daí a responsabilidade de votar corretamente. Votar bem é votar pelo futuro dos nossos filhos, para que, lá na frente, eles tenham um Brasil mais justo, onde todos tenham direito ao emprego, à educação de qualidade, saúde à altura das necessidades da população, segurança pública, saneamento e moradia para os que precisam de um teto. Votar bem é votar com consciência, examinando minuciosamente a vida do candidato, procurando conhecer a sua história, para saber se ele é pessoa honesta, à altura das altas responsabilidades de que será investido pelo voto.

Nessa hora, o povo precisa correr dos espertalhões como o diabo foge da cruz. Essas figuras têm em mente se eleger com um único propósito: enriquecer às custas dos cofres públicos. A lei da ficha limpa não foi o suficiente para conter esses assaltantes dos impostos do povo. Muito deles estão aí prontos para dar o bote e abater a vítima. Ainda por cima, essa lei é imperfeita porque ficou restrita apenas a pessoas com mandatos eletivos. Ora, porque ela não se entendeu a outras funções, igualmente importantes, mas que não são obtidas pelo voto?

Não dá mesmo para entender. A lei da ficha limpa exige que a vida de um político que deseja concorrer a uma eleição seja limpa, mas, infelizmente, fecha os olhos para secretários municipais, secretários estaduais, ministros, diretores de empresas públicas, de autarquias, etc. Será que os legisladores esqueceram que muitas dessas funções, pelos recursos que dispõem, são bem mais importantes do que muitos cargos eletivos? E porque a lei deixou de fora esse pessoal que, como sabemos têm poder para manipular orçamentos bilionários? É preciso que os congressistas voltem agora os seus olhos para os detentores dessas funções e estabeleçam regras idênticas as que foram criadas para conter a escalada dos picaretas em cargos eletivos que infestam a política nacional. É minha opinião.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

EDUARDO ESTÁ REEDITANDO MENDES E PODE COMETER ESTUPRO POLÍTICO






Nas eleições de 1991, Amazonino deixou o Senado, onde permaneceu apenas um ano e meio, para sair candidato a prefeito de Manaus, deixando no seu lugar um tal de Gilberto Miranda, paulista com negócios no Distrito da Suframa, mas que o povo não conhecia, ninguém sabia de que buraco havia saído. Aquilo foi puro estelionato político. O que algumas pessoas comentavam é que Gilberto Miranda, homem muito rico, terminou uma espécie de trem pagador da campanha do Negão.

Gilberto era totalmente desconhecido do público, nem mesmo os políticos o conheciam. Político de três mandatos de deputado federal e, naqueles tempos vereador de Manaus, nunca o tinha visto nem mais magro, nem mais gordo. Amazonino foi responsável pela permanência de Gilberto Miranda no senado por seis anos e meio. Isso é o que se pode chamar de ESTUPRO POLÍTICO.

Quando Amazonino deixou o Senado, o grande jornalista Umberto Calderaro pegou pesado e fez publicar em A Crítica uma frase, aliás, manchete do jornal nos seguintes e carinhosos termos: O NEGÃO QUER MESMO É A CHAVE DO COFRE.

Agora a história volta com a escolha por Eduardo Braga, para seu suplente, de uma outra pessoa estranha ao povo e à classe política, que aqui nunca morou, a não ser quando desce do avião para visitar a Videolar, uma fábrica que possui no Distrito Industrial da Suframa. O que está acontecendo? Eduardo está reeditando o que Amazonino fez há alguns anos atrás? O que todo mundo comenta nas ruas, é que Eduardo vai concorrer às eleições de 2012, porque é seu desejo ser o prefeito da Copa. Ora, caso isso aconteça, quem vai substituí-lo no Senado? A sua esposa, ou esse outro dublê de Gilberto Miranda Batista, um paulista chamado Parisoto, que é o dono da Videolar, que o povo não conhece e os políticos amazonenses não sabem de onde saiu? O Amazonas não merece isso.

Pessoalmente sou contra a figura do suplente de senador. Ao contrário do vice, que existe na história do Brasil desde a fundação da República, por isso é uma instituição republicana. O suplente de senador nunca deveria existir porque pode virar senador sem ter recebido um único voto. Ora, que tipo de legitimidade possui o suplente de senador para falar em nome do povo, levando-se em conta que, pela Constituição pátria o Brasil é uma República de governo representativo?

Até quando o povo brasileiro vai continuar engolindo a figura em nada republicana do suplente de senador? Precisamos de uma reforma política com urgência e, entre as muitas mudanças a fazer, advogo a urgente necessidade da extinção pura e simples dessa figura esdrúxula que é a figura do suplente de senador que, em tese, não é nada diferente do senador biônico criado pelos “gênios” que instalaram a ditadura militar em 1964.

Por: vereador Mário Frota

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMM

Líder do PDT na CMM

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

PASSARELAS DA COSME FERREIRA: PREFEITURA SERÁ RESPONSABILIZADA POR ACIDENTES



O vereador Mário Frota, líder do PDT na Câmara Municipal de Manaus (CMM), entrou com requerimento, no início de abril deste ano, junto à Prefeitura Municipal de Manaus (PMM), por intermédio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), solicitando a construção de duas passarelas para pedestres na Avenida Cosme Ferreira, em frente à Murano Veículos e outra nas proximidades da Feira Coberta do Coroado, mas até o momento não foi atendido na sua reivindicação.

Na proposta encaminhada, o parlamentar justifica que antes da construção do complexo viário Gilberto Mestrinho, na antiga Bola do Coroado, as duas passarelas já existiam nesses locais, mas foram retiradas para construção do viaduto. Por conta disso o pedestre leva cerca de dez minutos para atravessar a Cosme Ferreira e ainda corre o risco de ser atropelado.

Segundo Mário Frota, a Prefeitura de Manaus deverá ser responsabilizada por acidentes que venham a ocorrer ao longo dessa via pública porque ela brinca com o erário quando autoriza a demolição de obras públicas de primordial necessidade como essas passarelas. “A quem cabe o ônus do prejuízo”? Pergunta o vereador, lembrando que os técnicos da administração municipal estão esperando que alguma pessoa morra nesse local para tomar as providências.

Gabinete do vereador Mário Frota

Assessoria de Comunicação

Por: Roberto Pacheco (MTb 426)